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Clube de Pesca Paraíso Verde – Literalmente o paraíso da pesca esportiva

Local: Clube de Pesca Paraíso Verde – Campo Limpo de Goiás – GO

Olá amigos do Fishingtur,

Nossa aventura desta vez foi no Centro-Oeste do país, mais precisamente na cidade de Campo Limpo De Goiás, no interior do estado de Goiás, onde nossa equipe composta por Marcio David, Júnior e eu (Fernando Acorci) fomos até o Clube de Pesca Paraíso Verde, para mostrar para vocês o potencial deste Pesqueiro que sem sombra de dúvidas está no TOP 5 do Brasil.

À convite de nosso amigo e proprietário Juninho, seguimos com as mais otimistas das intenções, pois as notícias não poderiam ser melhores, e o jeito foi chegar, descarregar todo o nosso arsenal de equipamentos, câmeras e etc… E já começar logo nossa pescaria que iniciou-se por volta das 10:00 da manhã, e logo nas primeiras copadas, utilizando as Bóias Cevadeiras Barão e anteninhas confeccionadas por nós mesmos com evas’s e miçangas da Bóias Barão, as quais fizeram o sucesso, e logo as capturas já começaram.

Paraíso Verde

Tambacus - Fernando

Com o tempo fechado, os tambas não deixavam nem a cevadeira abrir direito e já estavam comendo toda nossa ração que ficava na superfície,  consequentemente nossos eva’s logo eram encontrados e literalmente espancados pelos gigantes redondos de habitam neste paraíso. E de carona na foto com o tamba, ninguém mais que o responsável por esse paraíso todo, nosso amigo Juninho também veio para foto.

Tambas

Tambas - Fishingtur

Durante a pesca com as cevadeiras, o Marcio David resolveu armar uma vara com salsicha flutuando bem em frente ao aerador, local que é muito frequentado pelos gigantes de couro, e em menos de 10 minutos, uma pancada na salsicha faz todos assustarem e logo, o Marcio correu e mandou a fisgada e já avisou que era uma cachapira das boas, pois ela brigou sujo, correndo para baixo do restaurante, onde imediatamente ele teve que soltar a linha para que não rompesse nas colunas de cimento, e veio brigando até que dominou a bonita cachapira. E após a soltura, o Marcio que estava pescando de cevadeira, troca para o Pão flutuando e toma uma pancada de mais um gigante tamba que brigou por cerca de 20 minutos até se entregar e vir para a foto.

Cachapira e Tamba

Cachapira e Tambacu - Marcio David

Com menos de uma hora de pescaria, nós já estávamos sentindo que seria um dia daqueles, e mais e mais tambas iam pegando nossos eva’s e mandando aquela explosão na superfície que todo pescador ama.

Tambas

Tambas - Junior e Fernando

Desta vez, o Júnior também armou uma vara para pesca de peixes de couro, com salsicha flutuando e logo outra cachapira veio pegar a salsicha, e como de costume, após sentir o anzol, ela automaticamente da uma explosão na superfície, já mostrando que a briga não seria nada fácil, pois como capturamos ela perto de várias estruturas como o aerador e o próprio restaurante, elas brigam sujo, exigindo do pescador. na sequencia, o Marcio, novamente no Pão flutuando, captura mais um tamba de respeito.

Cachapira e Tamba

Cachapira e Tamba - Junior e Marcio

Desta vez, o sol deu uma esquentada e as ações na superfície diminuíram, e então eu optei por trocar a cevadeira por um Torpedo das Bóias Barão de 75g, chicote de 1 metro e minhocoçu como isca, vale ressaltar que os minhocoçus foram comprados na loja aqui em São Paulo, do nosso amigo Ricardo, chamada SAIL FISH, quem tiver interesse , pode entrar em contato pelo face ou ligar no tel. 011 3807-8681 que ele atenderá você com maior atenção e fornecerá vários tipos de iscas. Com a troca, o resultado foi imediato, e assim, as capturas foram sequenciais e de peixes de qualidade.

Paraíso Verde

Tambas - Fishingtur

Com o meio da tarde se aproximando, resolvi armar uma única vara de Pirarara, pois com o pesqueiro aberto e cheio, não tínhamos espaço para armar mais que uma. Assim optei por um equipamento pesado onde consistia de uma vara Compre Muskie de 50lbs e uma carretilha da Penn-Raíba, uma Penn Senator 3/0 munida de linha Raiglon 0,80mm e anzol Octopus circle 9/0 e como isca cabeça de tilápia. Após cerca de 30 minutos que eu arremessei a uns 10 metros da margem, a alta catraca da Penn Senator toca, com isso corri e mandei a fisgada para cravar de vez o circle hook na boca da pira, e a tomada de linha de mais de 30 metros foi imediato. Após algumas idas e vindas, a primeira pira da viagem encosta no barranco e a alegria estava estampada no rosto de todos, visto que já se tratava de uma pira de respeito.

Pirarara

Pirarara - Fernando

Ao soltar, alguns amigos que estavam ao nosso lado foram embora, então, o Marcio também arma seu equipamento por lá, composto por vara da Ugly Stick 80 lbs e carretilha Abu Garcia Big Game 10.000, munidas com linha 0,80mm Max Force e anzol 12146 da MS 7/0. Um equipamento show, onde a isca era cabeça de tilápia e desta vez, ele arremessou uns 5 metros da margem e voltamos a pescaria de tamba, quando novamente uma forte catracada denunciava que outra pira teria encontracado a isca, e desta vez, o Marcio assumiu a briga, que durou longos minutos até que ela encostasse no barranco. Outra pira de respeito, e o melhor, com o pesqueiro ainda cheio e de dia.

Pirarara

Pirarara - Marcio

Com essa sequência de 2 piras, resolvemos então montar o arsenal, visto que o pesqueiro já estava fechando e o pessoal consequentemente indo embora. Assim, resolvemos como de costume fazer uma ceva com salsicha, queijo, mortadela e outras iscas que afundassem, assim as piras encostariam, e facilitariam nossas capturas. Assim, logo depois de cevar armamos as varas com todas as iscas arremessadas próxima ao barranco, e desta vez o Júnior que foi presenteado por uma bela pirarara que não resistiu ao pedaço de frango que ele tinha iscado, e o melhor, esta pira foi pega no equipamento leve, visto que ele estava pescando com uma Carretilha de perfil baixo munida com linha 0,40mm super Lailglon e uma vara de 7 pés. Após mais de meia hora de briga, mais uma pira encosta, e logo vem pra foto.

Pirarara

Pirarara - Júnior

E realmente a famosa ceva do Fishingtur deu certo mais uma vez, e mais uma pira encontrou minha isca, porém desta vez, com um equipamento mais reforçado, ela não teve muita chance visto que era uma pirarara de menor porte, desta vez, fisgada no Minhocoçu de fundo.

Pirarara

Pirarara - Fernando

Na sequência, outra pira já quebra o silencio com uma linda catracada em meio a um céu espetacular, e desta vez é na vara do Júnior que consistia em um  equipamento pesado composto por vara 80lbs, carretilha tamanho 600 com linha max force 0,70mm e anzol 12146 MS 9/0, e como isca 2 guelras.

Pirarara

Pirarara - Júnior

O Ataque das Pirararas estava sensacional, visto que o intervalo de uma captura para outra era menos de 20 minutos, pois até nosso amigo e proprietário Juninho veio acompanhar nossas capturas de perto e logo que ele chega, mais uma catracada nos avisa ser outra gigante na minha vara, iscada com cabeça de tilápia encostada na margem, então após tirar a pira da água, fiz o convite ao juninho para que saísse na foto comigo, e depois o Júnior também veio tirar uma onda com mais uma de nossas pirararas.

Pirarara

Pirarara - Fernando

Enfim as piras deram uma trégua para que nós conseguíssemos respirar e jantar, pois com todas aquelas pirararas capturadas, a fome era grande e o cansaço então nem se fale. Jantamos algumas porções como quibe recheado, quibe de peixe e frango a passarinho onde são de extrema qualidade.

Após a janta, resolvemos então mudar de lado, e fomos pescar bem em frente ao restaurante só que do lado oposto. Montamos as varas de Piras, e resolvemos então tentar a cevadeira, e logo nas primeiras copadas, com o reflexo da luz do lado oposto, vimos algumas explosões, e mandamos as miçangas novas das Bóias Barão para trabalhar, na modalidade do palminho fisgamos alguns redondos, e até uma Pinchacara atacou o equipamento do Marcio com salsicha flutuando na margem.

Tambas e Pincachara

Tambas e Pincachara

As pirararas estavam bem devagar deste lado do lago, pois por cerca de uma hora não tivemos nenhuma ação, então o Marcio resolve arremessar uma vara com cabeça de tilápia bem no meio, e em pouco tempo já captura uma enorme Pirarara, que até precisou da ajuda do Júnior para sair na foto.

Pirarara

Pirarara - Marcio e Junior

Os tambas pararam de uma vez de comer na ceva, e então dedicamos nossa pescaria aos peixes de couro, não só as pirararas, mais as Cachapiras e Pincacharas que são encontradas em abundancia no Paraíso Verde. O Marcio como gosta muito destas espécies armou algumas varas com salsicha flutuando na margem, e logo as capturas foram acontecendo, tanto das Cachapiras quanto das Pincacharas.

Cachapira e Pincachara

Cachapira e Pincachara - Marcio

Eu resolvi insistir nas Pirararas no qual sou extremamente apaixonado pela espécie, mas elas nada queriam e então resolvi também tentar outros peixes de couro, mas isquei um minhocoçu e deixei ele se debatendo na superfície bem próximo ao barranco, e de repente um estouro bem na minha frente até me assusta, corro e fisgo. O peixe brigou bastante mas não era pirarara, então ficamos apreensivos pois como não era pirarara e estava brigando muito, poderia ser uma outra espécie bem grande. Dito e feito, e logo uma gigante cachapira veio me presentear com sua beleza. Além desta gigante, o Marcio captura mais um redondo na salsicha flutando, e uma enorme carpa capim. Olhem a diversidade e qualidade de peixes deste excelente pesqueiro pessoal.

Fishingtur

Cachapira, Tamba e Carpa Capim

Já com o dia clareando, resolvemos investir novamente pesado na ceva, e logo os tambas já iam mostrando que o dia não seria muito fácil, pois além do tempo ter amanhecido nublado e meio friozinho, os tambas estavam muito manhosos na superfície, com isso, o jeito foi pescarmos no palminho, com chicote grande e raçãozinha na pinga com essência, assim, deixando mais discreta nossa isca e aumentado a chance de capturar os redondos manhosos, já logo nos primeiros arremessos, a configuração nova deu certo, e até um corimba não resistiu a mudança.

Tambas e corimba

Tambas e Corimba - Fernando

Mesmo com os peixes manhosos, o Marcio insistiu no pão flutuando, e desta vem com metade de um pão francês iscado, ele conseguiu a façanha de capturar um lindo verdão em meio a tantos redondos manhosos. Reparem na coloração deste peixe, é realmente uma obra da natureza.

Tambaqui

Tambaqui - Marcio David

Com o sol um pouco mais firme, os tambas iam timidamente melhorando sua atividade na superfície e nós com o famoso palminho, com as miçangas novas das Bóias Barão como as bolinhas de futebol, pitanga e caracol, íamos capturando alguns tambas.

Tambacus

Tambacus - Fishingtur

O dia não estava fácil, e com o meio dia se aproximando, a hora de ir embora também estava visto que combinamos de pescar até o meio do dia, e assim a saideira foi boa, com uma sequencia muito boa feita por mim na miçanga pitanguinha a 15cm da superfície e o Marcio também capturou um redondo utilizando a miçanga barrilzinho, também muito boa.

Tambas

Tambas - Fishingtur

Assim vamos encerrando mais uma visita ao excepcional Clube de Pesca Paraíso verde, onde sem sombra de dúvida se destaca pela ótima estrutura de restaurante com self-service aos finais de semana, porções extremamente deliciosas e o melhor, muitos e muitos peixes de grande porte e extremamente ativos, onde um dia ruim no paraíso é um dia ótimo em vários outros pesqueiros.

Segue as novas miçangas da Bóias Barão, algumas já usadas nesta pescaria.

Bóias Barão

Vamos ficando por aqui, mas antes, gostaria de dar minha opinião sobre a pescaria de Pirararas e redondos no Paraíso Verde:

Ao meu ver, este pesqueiro se destaca demais pois é um lugar onde tudo da certo, desde iscas desconhecidas por muitos, até como as famosas anteninhas e iscas para peixes de couro como cabeça e guelra. Neste pesqueiro se pode fazer pescarias muito boas apenas com o básico, sem inventar muito, pois lá, a quantidade e a qualidade dos peixes em geral, são INACREDITÁVEIS. Em contra partida, nem tudo pode ser básico, pois pescamos as PIRARARAS, com equipamentos extremamente robustos onde poderia ser utilizado tranquilamente em um rio, porém nada disso é exagero, pois com aquela água de extrema qualidade, as PIRARARAS brigam demais, conseguindo tomar 50 metros de linha de uma tekota 800, ou mesmo envergar até o cabo de uma trevala 200lbs, e isso também serve para os tambas, pois varas com menos de 20 libras são extremamente arriscadas para se pescar em um pesqueiro com tantos peixes grandes como esse.

Assim vou encerrando nosso relato de mais uma visita de nossa equipe a esse excelente pesqueiro, onde desde o início sempre acreditou em nosso trabalho e sempre que vamos, nos sentimos em casa!

Obrigado a todos,

Fernando Acorci

AGRADECIMENTOS

Clube de Pesca Paraíso Verde
www.clubedepescaparaisoverde.com.br
(062) 3345-1518
(062) 9159-1059

Bóias Barão
www.boiasbarao.com.br

Massas Paturi
www.massaspaturi.com.br

Abu Garcia
www.abugarciabrasil.com.br/

Berkley
www.berkleypesca.com.br

Shakespeare
www.shakespearebrasil.com.br

Penn-Raíba Carretilhas
http://www.pennraibacarretilhas.blogspot.com.br/

Fishing Master
www.fishingmaster.com.br
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3 Comentários

  1. Baldan em março 24th, 2015

    gostaria de pedir um program bem detalhado de dicas para a pesca com salsicha flutuando na margem para pincacharas e cachapiras. O tamanho da isca , como posicionar a vara , questao do vento e dicas de equipamentos ideais.

  2. Marcio David em março 25th, 2015

    Baldan, estou providenciando. vlw

  3. fabricio em março 30th, 2015

    Olá , bom dia , tenho muita dificuldade de pescar pirarara nesse pesqueiro , ja fui 3 vezes , fisguei diversos peixes de bom porte , porem nenhuma pira , ja pesquei com tilapia, minhococu, guelrra, cabeca de tlapia e nada , smp arremesso no maximo 5 m da margem , gostaria de saber como sao feito os arremesos de acordo com a hora , dia e noite , se varia de distancia de acordo com horario , valeew galera bons peixes.


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