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Pesqueiro Castelinho – Conheça os mistérios da pesca das grandes Pirararas

Matéria: Especial Pirararas
Local: Pesqueiro Castelinho – São Pedro – SP

Castelinho

Olá amigos pescadores do Fishingtur, somos Felipe e Daniel, do Penn-Raíba Carretilhas, empresa que trabalha com venda e restauração de carretilhas PENN, há pouco mais de um ano no mercado. Esta é a primeira vez que escrevemos uma matéria para esse site que cada vez mais está crescendo, unindo e informando pescadores. Sendo assim optamos por fazer este “especial” Pirararas no Castelinho, dicas, técnicas e informações sobre a pesca desse fantástico peixe dentro do Castelinho, local onde vivem os maiores exemplares do estado de SP (sem sombra de dúvidas), com até 70kg, e pelo qual somos literalmente apaixonados!

É o único local em que já fisgamos 22 espécies de peixes diferentes, e tudo num único lago! São elas: Pirarara, Pintado, Cachara, Pacu (incluindo um de quase 15kg!!), Tambacú, Tambaqui, Tilápia do Nilo, Tilápia Rendalli (as tilápias não existem mais no lago principal, devido justamente às pirararas), Tucunaré amarelo, Acará, Lambari, Traíra, Tuvira (isso mesmo), Cascudo, Carpa Cabeçuda, Carpa Espelho, Carpa Prateada, Corimbatá, Piauçú, Matrinxã, Apaiari (o Oscar dos aquaristas) e Dourado. Realmente Fantástico!
 
É importante prezar pela saúde dos peixes, visto que as maiores pirararas do local levaram quase 20 anos para chegarem ao tamanho que estão, e levaria muito tempo para a reposição de um indivíduo de grande porte. Uma vez que o pescador toma as devidas precauções, os peixes retornam à água praticamente ilesos, se tornam cada vez maiores, mais fortes, e mais inteligentes. Uma prova disto é a pirarara apelidada por nós de Xarada, por possuir uma interrogação ao contrário bastante evidente em seu ventre. Foi fisgada e solta por nós 4 vezes em 4 anos, e a cada vez estava bem maior e mais forte; da primeira vez tinha cerca de 18 kilos, e na última, já com quase 35, precisamos do auxílio do barco para tirá-la dos enroscos e d’água . Aí estão as fotos:
 
                                                  

Pirarara

 

Pirarara

 

O Castelinho é um local diferente dos demais, e que obriga o pescador a utilizar equipamento extra-pesado, devido ao grande número de estruturas sobre e sob o lago, principalmente o grande Píer, local que as grandes mais gostam de arrebentar as linhas. Por esse motivo, linhas de 0,70mm a 0,90mm, carretilhas que comportem cerca de 150m a 200m da linha escolhida, varas reforçadas de ação rápida, e anzóis de excelente qualidade entre 7/0 e 10/0, são indicados para que se tenha ALGUMA chance de tirar um grande exemplar daquele lago, que quanto mais freqüentamos mais nos assusta.

Alguns podem dizer que isso é tudo exagero, que assim se acaba com a esportividade da pescaria, pois fica fácil “rebocar” uma pirarara com equipamento tão pesado. Ledo engano… Quem já fisgou uma pirarara de mais de 50kg, com equipamento bem pesado, sabe que é IMPOSSÍVEL rebocar um animal desses, mesmo com linha 0,90 e carretilha Penn Senator a briga não leva menos de 20 minutos! Pode ser que com pequenas piras, de até 10kg, fique realmente fácil, mas aí o pescador tem que saber o que quer: ter trabalho e esportividade para tirar as pequenas, e quando entrar uma grande perdê-la facilmente; ou tirar facilmente algumas pequenas, e quando algo com mais de 40kg aparecer estar pronto para uma briga quase no mano-a-mano (a vantagem é sempre delas, devido ao grande número de enroscos por lá).

Além disso, aqueles pescadores que se vangloriam de terem levado 1 hora e meia para tirar uma pirarara de 15kg d’água, com linha 0,35mm, deveriam pensar melhor no que fizeram. Sou Biólogo, e o Daniel é Ecólogo, e podemos afirmar que essa pirarara chegou perto da morte por Stress físico, e por acúmulo de ácido lático (como quando um maratonista termina a prova, com câimbras generalizadas no corpo todo, podendo inclusive entrar em choque ou ter uma acidose). Os peixes não são robôs que podem ficar brigando por tempo indeterminado;

Uma briga boa, esportiva, é aquela de igual para igual, com chances para os dois lados, e sem colocar em risco a vida de um dos combatentes.

Equipamentos indicados:

Varas:

Gostamos de utilizar varas de fibra de vidro maciço nacionais, como as Araty White Hawk,  linha Millenium, Pesca Brasil, Yamato, etc…

São quase inquebráveis, bem baratas, e relativamente fáceis de encontrar. Procure varas a partir de 6,4  pés, pois varas muito curtas dificultam fisgadas quando o peixe está longe, já que geralmente se usa iscas grandes, e a boca das grandes é bem grossa, difícil de penetrar.

Para a pesca de arremesso indicamos varas com cerca de 3 metros de comprimento, mais de 60lb de resistência, e de preferência com ação rápida, devido ao grande peso do conjunto a ser arremessado (bóia, chumbo de poita e isca grande), muitas vezes beirando meio kilo. Utilizamos uma Caranha de 3,02m, 60lb, da Albatroz Fishing; é bem em conta e cumpre muito bem o serviço.

Linhas:

Indicamos a utilização de linha monofilamento de diâmetros bem espessos, pois dificulta que enrosque nos vãos entre madeiras do píer, e têm melhor resistência à abrasão do que as multifilamento. Para varas que arremessamos longe, geralmente para pesca durante o dia com bóias e iscas vivas, utilizamos linhas mais finas, entre 0,65 e 0,75mm, e para as de fundo ou curta distância, linhas de 0,75 a 0,90mm.

Procure utilizar a marca de sua confiança, e que melhor se adéqüe ao seu equipamento e ao seu bolso.

Carretilhas:

São um dos pontos mais importantes nesse tipo de pesca, pois têm de ter fricção muito forte, e engrenagens resistentes, para que se tenha chance de segurar as Araras antes de chegarem nos paus, sem medo de imprevistos. Nesse contexto indicamos carretilhas sem guias de linha, das marcas Penn (americanas), Daiwa (japonesas), e Abu Garcia (suecas). A maioria das outras não têm fricção suficiente, e as engrenagens podem simplesmente aquecer até fundir, apesar de existirem muitas exceções. E com os maiores exemplares mesmo assim será bem difícil; segue foto dos dedos do Daniel após a briga com uma pirarara de 55kg (e foto dela Tb), uma das maiores que pegamos em 8 anos. Mesmo com a carretilha Daiwa Sealine 50H (perfil alto) travada no máximo, ela parecia que não sentia nada e só acelerava, aí o dedão no carretel foi inevitável, mas não adiantou muito como você podem conferir… Após uma hora de correria atrás dela, eu que tive de entrar na água para chegar até ela, pois até nós ela não veio…
 

Dedos queimados na fricção

Dedos queimados na linha/fricção da carretilha

 

 
Eu, Felipe, com a “Monstra” de ~55kg (nunca segure a Pirarara somente pelas nadadeiras peitorais, repare que o peixe está apoiado no pescador).

 

Pirarara

Pirarara

Pirarara

Pirarara

Pirarara

Daniel com a monstra

Quanto aos guias de linha, como trabalhamos com vendas e reparos de carretilhas, temos de falar um pouco sobre eles. Quando existem, mesmo nas Penns, eles têm uma engrenagem em plástico por dentro, que é a primeira a derreter quando uma briga é muito longa ou intensa, travando sua carretilha, fazendo com que a linha seja facilmente arrebentada, ou com que a carretilha simplesmente desmonte. Já ouvimos diversos relatos de carretilhas que literalmente desmontaram nas mãos dos pescadores quando o guia de linha travou por dentro, tanto com carretilhas Marine Sports Black Max quanto com as famosas Penn 345GTI. Com pirararas e piraíbas não se brinca!

Também é necessário que a carretilha comporte ao menos 150m da linha escolhida e aquelas com guia de linha comportam menos linha proporcionalmente ao tamanho, além de serem mais pesadas e não arremessarem bem, com raras exceções como as Penn 10 e 210 Mag Tuned.

Os modelos que mais gostamos de utilizar no Castelinho são:

-Pesca sem arremesso (onde leva-se a isca com as mãos até o ponto escolhido):
-Penn Long Beach 60 , 65, e 66;  Penn DelMar 285; Penn 350; Penn 99 Silver Beach; Penn Senator 111 2/0, 112 3/0; Penn Special Senator  112H 3/0; Penn 25GLS, 40GLS e 45GLS;

-Pesca de Arremesso (com ou sem bóias):
-Penn Squidder 140; Penn Jigmaster 500, e 505HS; Penn 980Mag, e 990Mag; Penn 350; Penn 99 Silver Beach

Anzóis:

-Depois de 8 anos pescando no Castelinho, testando diversos tamanhos, tipos, formatos, e marcas de anzóis, paramos no que julgamos ser o melhor em quase todos os aspectos: resistência, fio da ponta, desenho, durabilidade, facilidade de fisgada, utilizável para iscas grandes e pequenas,  o quanto dificulta que o peixe escape e a facilidade para a retirada sem prejudicar o peixe. É o Mustad modelo 92553, ponta extra-longa, tamanho 9/0. Ele se assemelha ao desenho dos anzóis Gamakatsu modelo Octopus, porém ainda mais resistentes, de maior tamanho, e mais curvos lateralmente, facilitando em muito as fisgadas, mesmo com tilápias vivas de 600g como isca.

Você também pode procurar por algum modelo parecido, ou até obter sucesso com outros modelos, só não exagere nos tamanhos.

Nem para menos, pois podem abrir ou serem facilmente engolidos, ferindo nossas amadas Pirararas, e nem para mais, pois machucam MUITO a boca das pequenas, além de dificultarem a penetração nas bocas dos maiores exemplares.

Iscas:

Por ser um local de grandes proporções, e com nascente própria, existem no lago principal diversas espécies de peixes nativas (lambaris, tuviras, pirambóias, cascudos, traíras) que constituem parte da alimentação delas. O pesqueiro também alimenta semanalmente as pirararas com restos e cabeças de peixes como corvinas, sardelas, lambaris e tilápias, pois assim os peixes se habituam a sempre comer bastante, crescendo mais rápido e sendo fisgados com maior freqüência. Além disso, os freqüentadores jogam no lago, diariamente, um enorme cardápio de iscas que sobram. Somando tudo isso temos peixes que a cada momento estão procurando por um tipo de alimento, sendo necessário uma enorme gama de variedades para se ter uma boa chance de encontrar o que elas estão comendo naquele dia, e naquele horário.

Como iscas vivas pode-se utilizar quase qualquer peixe que você julgue que vai caber na boca dela ( até umas 800g é tranqüilo), as poucas exceções que sabemos que elas não comem nem em rios são carás e tucunarés. As mais utilizadas são: Tilápia, Tuvira, Lambari (de um a cinco no anzol), Pirambóia, Piau e Traíra . Outras como minhocuçu também podem ser eficientes.

Importante: Peixes fisgados no próprio lago, como traíras, corimbas, tuviras, e até pequenos pacus, são muito bons para iscas, mas devem ser pesados e marcados pelos funcionários do pesqueiro, para posterior pagamento. NUNCA mate peixes do Castelinho para isca sem antes pesá-los, eles são parte do investimento dos donos do local!

Dentre as iscas mortas destacamos: Cabeça ou outros pedaços de peixes como corvina, tilápia, corimba, pacu, piaus em geral, pirambóia, e traíra; coração, fígado, e rim de boi; coração, fígado, tripas, e cabeça de galinha; salsichas e calabresas; queijos; massas; e até ovo cozido!

 

Montagem do Equipamento:

-Pesca de fundo:

Montagem mais simples dentre as utilizadas, e sempre eficiente.

Pode consistir em um anzol único, direto na linha, para diminuir enroscos; o problema dessa montagem é a torção excessiva da linha, devido à ausência de giradores.

O que mais utilizamos é um chumbo oliva solto na linha principal, atado a um empate de cerca de 30cm, confeccionado com um girador GRANDE, linha 0,90,mm, e o anzol. Não utilizamos cabo de aço, pois podem aumentar enroscos, além das araras não terem dentes, mas muitos o utilizam com sucesso. Segue foto ilustrativa;

 

Montagem

Montagem Pesca de Fundo

 
Dica: Reparem que os nós são deixados com certa folga de linha depois de prontos, pois a violência dos peixes podem fazer até nós muito bem feitos correrem, mesmo que pouco, e assim evita-se perdas por esse motivo.

 

 

 

-Pesca de fundo com isca viva:

Montagem quase idêntica à anterior, porém com chumbo pesado (cerca de 50g), e com parador de chumbo (em borracha) para que este não corra na linha, “ancorando” sua isca viva num raio de 30cm (ou do tamanho do empate que você utilizar). Segue foto ilustrativa:
 

 

 

Montagem do equipamento

Montagem - Pesca de Fundo com Isca Viva

 

 

-Pesca de bóia (diurna):

Bem parecida com a montagem para carpas cabeçudas, com a diferença que a âncora deve ser pouco maior, e utilizamos anzol no lugar de chuveirinhos. Deixa-se um chumbo bolinha solto na linha principal, e então amarra-se uma bóia de tamanho médio a grande, de sua preferência. No girador da bóia, amarre um pedaço de linha (entre 0,70 e 0,90) que tenha entre 50cm e 1,3m, dependendo do dia (costumamos utilizar uns 70cm), e na ponta o anzol. Após o conjunto arremessado na água, continue soltando linha até que o chumbo chegue ao fundo, ou vai aproximar demais a isca. Segue foto:

 

Pesca com Bóia

Pesca com Bóia

 
Dica: Reparem um pedaço de cortiça na foto. Após iscado o anzol, passe a cortiça por ele prendendo a isca; isso dificultará, e muito, que sua isca viva escape durante o arremesso, e não atrapalha em nada na fisgada.

 

Técnicas:

Antes de mais nada o pescador deve ter em mente o hábito das pirararas em geral. São peixes que enxergam pouco, têm pouca tolerância à luz, se alimentam de quase tudo que caiba em sua boca, principalmente que se mova. Não nadam em grandes cardumes e não são territorialistas, por isso não há um local melhor “sempre”, vai depender do dia e do horário.

Durante o dia costumam ficar em locais profundos e/ou abrigados, para fugir da luz, comendo somente o que passar a sua frente. De noite saem para caçar em margens e locais rasos, pois é onde ficam os pequenos peixes, e também onde é mais fácil pegá-los, devido à pequena profundidade. Certa vez no Castelinho ouvimos um imenso estrondo numa das margens, olhamos na direção e vimos um Corimbatá saltando NO BARRANCO, e um enorme movimento bem na margem de onde ele saiu…

Então, seguindo um pouco disso, já dá pra ter uma noção de como pescar. Durante o dia as iscas devem ficar mais afastadas da margem, ficando ou no meio do lago (quanto mais fundo melhor), ou em estruturas em que elas se escondem. Essa também é a hora da pesca com bóia e isca viva, chamando aquelas poucas que estão caçando no meio do lago, e também aquelas que ali estão apenas para se abrigar do dia. Pescar nas estruturas também resulta em muita ação, mas só as pequenas são retiradas das pauleiras mais brabas, como o píer e o restaurante, portanto se seu objetivo são as gigantes de 45 a 70kg, essa não é uma opção de pesca. Você até deverá fisgar alguma, mas só vai aumentar a frustração ao ver sua linha 0,90 se rompendo como fio de cabelo no meio dos enroscos…

De noite espalhe suas iscas pelas margens do lago, algumas bem próximas (cerca de 50cm a 1m), até uma distância de cerca de 15m.

NÃO deixe iscas vivas que se mexam muito, como pirambóias grandes, traíras, tilápias e piaus, muito próximas à margem; elas inevitavelmente se enroscarão no mato. Costumamos deixá-las a cerca de 5m.

Muitos esperam a batida do peixe com a carretilha travada, e varas em suportes extra-reforçados. Nós não gostamos, e também não indicamos tal prática, pois a primeira corrida da pirarara, que é sempre a mais forte e avassaladora, será “sentida” pelo suporte, e não pelo pescador. Além disso, carretilhas de perfil alto têm a “sineta”, “clicker”, ou “alarme de espera”, justamente para isso: deixa-se a carretilha com a fricção bem regulada, destravada, e com o alarme ligado. Dessa forma o peixe irá pegar mais tranquilamente, acomodando melhor a isca na boca e facilitando a fisgada; então o pescador trava a carretilha, desarma o alarme, solta o braço MESMO (a fisgada tem de ser bem forte, principalmente com iscas grandes), e aí começa a batalha. Para nós é a forma mais esportiva e  prazerosa possível, além de mais eficiente. Cada pescador acredita numa fórmula, nós indicamos esta.

Bem amigos, acho que terminamos por aqui. Nosso intuito é que essa matéria possa vir a ser fonte permanente de informação e consulta para a pesca de Pirararas principalmente no Castelinho, mas também esperamos que muitas das informações aqui passadas possam ser extrapoladas para pesca desse peixe em outros locais, contribuindo assim com um grande número de pescadores e apaixonados por esse animal fantástico, que é a nossa brasileiríssima Pirarara!

Grande Abraço, e logo esperamos estar de volta com relatos de pescarias… E precisando de carretilhas Penn é só nos contatar!

 

Felipe e Daniel

AGRADECIEMNTOS

PENN-RAÍBA CARRETILHAS
e-mail:  carretilhaspenn@gmail.com
site:  http://www.pennraibacarretilhas.blogspot.com/

Pesqueiro Castelinho
www.castelinho.com
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31 Comentários

  1. Amauri Jr em dezembro 1st, 2010

    Cara belo texto, não so muito fan das pirararas… prefiros os tambas, apesar de ter pego uma de 35kg, mas lendo todo essa asernal de dicas, concerteza irei ir no castelinho atras delas e embreve comprarei minha primeira PENN com vcs… tem ótimos preços abççç e parabens pela reportagem!

  2. marcos melo em dezembro 1st, 2010

    cara tambem ja pegeui essa pirarara com um ponto de ? tambem em janeiro de 2009 tava nessa faxa de 32 kg
    abraço

  3. Ricardo em dezembro 2nd, 2010

    Muito boa esta matéria. Realmente quando se pega uma pira grande tem que estar preparado. Recentemente peguei uma na casa dos 50kg, vara de 100 lbs e carretilha com 180m linha 0,70…e ainda quase perdi o peixe na plataforma….é impressionante a força destes peixes…fiquei por aprox. 34 minutos brigando com a gigante…a vara envergava tanto que parecia ser de bambu.
    Abraços!!!

  4. lucas margato em dezembro 2nd, 2010

    cara vcs são de mais, em minhas próximas pescarias irei usar suas dicas para as pirararas no castelinho

  5. Silvio Fishingtur em dezembro 2nd, 2010

    Olá Felipe e Daniel,

    Sensacional materia, vocês estão simplesmente de parabéns. Dicas muito boas e certamente vem para enriquecer e apoiar os amantes da pesca deste que como vocês mesmo disseram brasileiríssimo peixe.

    Melhor ainda que foi em um dos pesqueiros que mais adoro pescar e que frequento a muitos anos (acho que mais de 8, rs…) e que tenho grandes amigos e tratamento impar.

    Show de bola!!!

    Grande Abraço.
    Silvio.
    Fishingtur

  6. Paulo em dezembro 2nd, 2010

    muito bom mesmo! outras peessoas poderiam postar de outros pesqueiros
    abraço

  7. Daniel em dezembro 3rd, 2010

    Ola Felipe e Daniel ;

    gostaria de saber com relação a carretilha penn 321 gt ??? o qu me dizem sobre ele pros e contras ?? é uma boa ou não ??? grato Daniel

  8. Rafael em dezembro 3rd, 2010

    Bela matéria! Gostei mto d terem dado atenção aos detalhes como as espécies q já foram fisgadas, fotos dos peixes e das montagens da tralha, cuidados c/ o peixe etc.
    Bem esclarecedor o texto. Show!

  9. Felipe e Daniel em dezembro 5th, 2010

    Olá Pescadores,

    Agradecemos muito os elogios e ficamos muito contentes em poder ajudar tanto os pescadores quanto os peixes que tanto amamos.

    E quanto ao Daniel, entre em contato conosco pelo nosso e-mail: pennraiba@gmail.com. Assim nós poderemos responder todas as suas dúvidas e indicar o modelo que melhor se adequá à sua pescaria.

    Muito obrigado ao pessoal do Fishingtur e do Castelinho. Grande abraço à todos e estamos à disposição.

    Felipe e Daniel
    PENN-RAÍBA CARRETILHAS

  10. Bruno Pirarara em dezembro 20th, 2010

    Parabens pela materia!!!

    Qto mais difundirmos este esporte de pesca de peixes de couro, mais podemos mostrar o prazer de travar memoraveis brigas e esportividade neste tipo de pesca. O castelinho é um lugar unico onde podemos praticar este esporte e ter toda a sensação da pesca de lugares como Araguaia e outros rios.

    Bruno Pirarara

  11. Sharron Clemons em dezembro 21st, 2010

    Ola Felipe e Daniel ; gostaria de saber com relação a carretilha penn 321 gt ??? o qu me dizem sobre ele pros e contras ?? é uma boa ou não ??? grato Daniel

  12. Paulo Cesar em dezembro 23rd, 2010

    Parabéns Felipe e Daniel,
    muito boa a matéria, informações muito importântes que serve de AVISO a todos os pescadores que gostam de frequentar pesqueiros e que infelizmente não usam material de boa qualidade perdendo muitos peixes não só por enrroscos mais por usarem material leve e que
    a pescaria egige, causando até morte de grandes exemplares como já constatei em vários
    pesqueiros por ai.
    uM aBRAÇO DO gORDO…

  13. Felipe e Daniel em janeiro 14th, 2011

    Muito obrigado ao Bruno e ao Paulo, sempre que quiserem trocar mais informações e experiências, ou marcar pescarias, entrem em contato conosco pelo nosso e-mail: pennraiba@gmail.com, será um grande prazer para nós.

    Olá Cherron, quanto a sua dúvida, a 321GTI americana, não a 321GT2 CHINESA, é uma excelente carretilha, já que existem pouquíssimos modelos da Penn que foram feitos em versão esquerda, e tem uma fricção muito forte e macia. Agora os contras, ela possui guia de linha e como toda carretilha pesada com guia, tem um ponto fraco que é a engrenagem de plástico que move o guia.

    Para pesca extra-pesada, usando linha 0.70 pra cima, nós não recomendamos nenhuma carretilha com guia de linha.

    Caso queira fazer orçamento conosco, entre em contato pelo e-mail que mencionamos acima.

    Grande abraço!

    Daniel
    PENN-RAÍBA CARRETILHAS

  14. Henrique Lisboa em janeiro 16th, 2011

    Olá amigos do Fishingtur, gostaria de completar as excelentes dicas acima referente as iscas. No dia 14/01/2011 fui fazer uma pesca noturna no castelinho (excelente pesqueiro) e peguei duas Pirararas e outra quebrou o meu humilde molinete, porém consegui traze-lo ao velho estilo “linhada”, porém o peixe escapou quando chegou à margem. Todas foram pescadas com BEIJINHO, isso mesmo, beijinho, pois eu havia armado a vara para os Tambas e foram as piras que deram seu Show. Todos os peixes pescados e perdidos entre tambas e piras foram iscados com beijinho. Levamos 10 tipos de iscas, porém só o beijinho resolveu.

    Abraços a todos!

  15. tiago em fevereiro 11th, 2011

    Cara….sensacional a materia!!!
    Sempre defendi o ponto de vista de um material um pouco mais reforcado!
    Tive a infelicidade de presenciar, inumeras vezes, pescadores com equipamentos de pescar pacu, deixarem as varas ali na plataforma com isca de pirarara….e o que aconteceu ? nao deu outra….fisgou o peixe e como o material eh inapropriado pra esse tipo de pescaria, a pirarara levou para o enrosco e estourou…
    ai vc ouve os comentarios…nossa que animal ! o peixe eh forte..
    e o cara, ao inves de desistir, nao…ele acredita no impossivel…vai e mete outra isca e arremessa! mas ele nao tem nocao de que o anzol, com cabo de aco, ficou na boca do peixe! Muitas vezes ate anzol com fisga..
    Ah vou parar de comentar…esse assunto me deixa chateado…e nao adianta brigar…esses caras sempre farao isso !
    Vamos fazer a nossa parte que ja ta bom!
    espero um dia poder pescar ao lado de vvcs..
    um grande abraco!

  16. Ruy Carlos Frade Nunes em março 16th, 2011

    Parabens pela materia, só uma dúvida, como tirar da aguas, em pesqueiro, peixes desse porte, escrevo pois não sou frequentador de pesgue-pague, mas acompanhei uns amigos na Estancia Pesqueira Campos, e fisguei um pintado que passava dos 20 kg(não pesei, mas por comparação dos que já fisguei no Pantanal, não estou errando por muito), no puça não cabia, alicate de contenção é proibido(acertadamente,pois muita gente não sabe usar), corda para amarrar pelo rabo não tinha, então como fazem para tirar da agua esses grandes exemplares, com segurança para o peixe e pescador.
    Um abraço, Paz Saúde e muito peixe na linha.

  17. Bruno Pirarara em março 16th, 2011

    Ruy

    No caso das pirararas vc pode se agachar ou ajoelhar no chão e pega-la pela lateral e puxa-la pelo corpo de frente. Pode tb se estiver usando luvas puxa-la pela boca que tem uma ossatura reforçada. Nunca puxar pelo rabo, pois os ferroes podem se enganchar na grama e mato e dificultar a saida, alem de quebrar eles.

    No caso dos pintados e cacharas o melhor para os grandes exemplares é usar luvas, para não raspar sua mão e puxa-los pela boca mesmo. Os ferros dos pintados e cacharas são cheios de pequenas farpas e serrilhados e podem causar grandes lesóes com infçamações se perfurarem alguma parte do seu corpo.

    Abraços

  18. Felipe – equipe Penn-Raíba em março 16th, 2011

    Olá Ruy e amigos,
    Essa questão levantada é mesmo uma dúvida de muitas pessoas, e já vi inúmeras vezes peixes sendo mal-tratados por pescadores simplesmente por não saberem como retirar o peixe dágua. Peixes de couro, que são mais compridos do que largos, dificilmente cabem em puçás, e ainda que caibam ficam com mais de meio corpo pra fora, podendo sofrer sérios danos…
    A maneira mais segura e correta de se retirar esses belos peixes é pegando-os com as mãos, já que em geral eles não são muito escorregadios e só se entregam quando estão bem cansados, facilitando o manuseio.
    Com espécimes acima dos 35 kg aí já é outra história, o negócio é entrar na água e sair de lá com o peixe nos braços. Em geral quando o anima é muito grande eu já entro na água antes mesmo dele cansar, para evitar que entre nos matos ou enroscos próximos.
    Sua pergunta foi muito pertinente e espero ter sanado sua dúvida, e em novas matérias iremos dar atenção a esse assunto com explicações detalhadas.
    Abraço a todos!
    Felipe
    PENN-RAÍBA CARRETILHAS

  19. Ruy Carlos Frade Nunes em março 17th, 2011

    Ola amigos pescadores, obrigado pela atenção.
    O problema é como não sou frequentador assiduo de pesqueiros, não tinha a tralha necessária para trabalhar o peixe com segurança(minha e dele) e nesse meu caso a situação ficou pior, pois na Estancia Campos, em determinada época colocaram como se fosse uma paliçada de trocos, provavelmente para evitar desbarrancar, só que estão, em alguns lugares, até um metro lago adentro, eu ia pegar com a mão, mesmo sem luva, mas o anzol superior do chicote enrroscou num desses tocos e fiquei com a vara na mão de “passageiro” como se diz em automobilismo quando o carro derrapa.
    Agradeço mais uma vez a atenção, e voltarei lá pois tenho que ter uma foto daquele “bicho”, só que desta vez melhor preparado.
    Obrigado, Paz e Saúde a todos.
    Ruy Carlos Frade Nunes.
    Obs: espero que lá não tenha peixe muito maior que aquele, pois não tenho a coragem de entrar na agua para para sair abraçado com o “bicho”. Acho que já passei da idade e do pêso,hahahaha.

  20. Serginho em abril 29th, 2011

    Olá amigos. Estou planejando ir no Castelinho nos dias 9 a 11 de maio/11. A previsão do tempo é uma temperatura de 11 a 23 graus nesses dias. Não conheço o local e queria saber se vcs recomendam a pesca de pirararas nessas condições, com um pouco de frio.
    Só pesquei as piras uma vez e a opnião de vcs que conhecem bem o pesqueiro é muito importante.
    Abçs a todos

  21. Eduardo em maio 28th, 2011

    Informo que há algumas semanas, estivemos hospedados eu um dos chalés do pesqueiro CAstelinho e para nossa surpresa, todos pegamos SARNA. Isso mesmo, SARNA Humana (escabiose) 3 pessoas, meu pai, meu irmão e eu.
    Parece brincadeira, mas com saúde pública não se brinca. Deviam tem mais cuidado com a higiene dos chalés, fazer a troca de roupas de cama SEMPRE que um hóspede deixe o chalé. Isso é básico.
    Estamos decepcionados com esta situação.
    Se este fato ainda não é de conhecimento de vocês, agora é. Usem isso para evitar que outras pessoas passem por essa situação chata, é o minímo que se pode esperar de um estabelecimento que se propõem a receber pessoas para um momento de lazer.

  22. felipe em maio 30th, 2011

    dicas de isca para pirarara

  23. Junior Gomes em janeiro 18th, 2012

    Bela reportagem,Felipe e Daniel,Parabéns nunca sabemos tudo e é sempre bom ler e aprender um pouco…

  24. Saint Clair Ribeiro da sensao em abril 9th, 2012

    Ola, boa noite! Me fala sobre a pesca da pirarara, pois nunca peguei nem uma tenho vontade de pegar uma. Moro em porto velho Ro.

  25. henrique em junho 15th, 2012

    essas penns senators ( dos modelos novos ) aguentam o tranco mesmo?

  26. Leomario em abril 23rd, 2013

    Valeu… Pirei nas dicas… To morando as margens no rio trombetas no PA. Pirararas de 45kg é mato, mas para os caras que manjam como vcs eu to aprendendo. Mas chego lá. Abs.

  27. José Rafael em maio 17th, 2013

    Amigo, parabens pelas dicas cara, gostei muito de seus comentarios e dicas de materiais e experiencias, cara por favor vc sabe onde posso encontrar este anzol mustad 92553 8/0 ?

  28. eduardo em fevereiro 1st, 2014

    ola bela materia,sobre a pescaria no castelinho,parabens,bem detalhado,então pessoal.eu estou com uma pescaria pra ser feita no castelinho,neste mes de março de 2014,como sou novo nas( pira) eu pesco tamba,mais andei comprando umas coisas para as pirara,ve se vçs aprovam,desde ja muito grato,mais uma vez muito boa a materia,,,,,ai vai as tralhas,,,,duas carretilhas ,,master ex da ms 60hil,pesada são.kkk e duas varas jaguar da albatros de 60 80lbs ,e a linha é 0.81mm da raiglon…o anzol é o 7-0da ms desde ja muito obrigado….vl

  29. Jânio Guedes Otoni em março 19th, 2014

    Subendente-se que vocês são otimos pescadores, e como um de vocês é biologo gostaria que numa proxima oportunidade falasse sobre o uso de tripa de galinha (isca citada no texto de vocês) no lago do KIKI na cidade de Pedro Leopoldo -Minas Gerais esta isca é proibida por causar fungos e doenças nos peixes. La nos consequimos tambem umas boas pirararas, não apanhamos ainda nenhuma de 50 kilos, mas dizem que tem.
    Atenciosamente,
    Jânio G. Otoni

  30. Edu J Santos em julho 4th, 2014

    Ótima matéria, sou de Goiás e pretendo fazer minha primeira pesca de pirarara em pesqueiro essa semana e graças a vcs estarem mais preparado para encarar as bocudas, principalmente pela duvida do empate de aço, optei agora por não coloca-lo. Obrigado!!!!

  31. Jefferson em setembro 21st, 2014

    Olá, uma verdadeira aula de pesca, muito bom mesmo estarei indo em novembro para o Castelinho irei estudar esta materia kkkk para ter um bom resultado kkkkkk
    Forte abraço a todos

    Jefferson Sena ( Jefão )


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