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Pesqueiro Córrego das Antas – O duelo Penn Raíba x Pirararas

Local: Pesqueiro Córrego das Antas – Glicério – SP
Data: 15 de janeiro de 2014

DUELO: Pirararas do Córrego  X   Penn-Raíbas!

Córrego sob nova administração, e melhor do que nunca!

Olá Amigos,

Depois de muito tempo sem fazer uma pescaria de verdade e nem uma materiazinha sequer, eu (Felipe) e o Daniel (meu sócio) já estávamos quase mudando de cor de tanta vontade; pescador sem pescar fica triste, desanimado pra vida… Vocês entendem bem o que é isso, tenho certeza!

Foi então que, motivados por indicações do Marcio David aqui do Fishingtur, entramos em contato com o Charles, novo administrador do pesqueiro, e marcamos uma data para fazermos uma pescaria nesse lugar fantástico e que não íamos desde dezembro de 2012.

Dividiremos a matéria em duas partes, a primeira sobre a pescaria, e a segunda sobre o Córrego em si, com todas as informações e imagens que o pescador precisa ou queira saber para marcar sua visita, seja com amigos, seja com a família, seja sozinho.

PARTE 1 – As enormes e lindíssimas Pirararas aparecem, finalmente!

Chegamos ao Córrego das Antas no dia 15/01/2014, quarta-feira, por volta de 16h30, e reparamos antes mesmo de estacionar que estava muito cheio e teríamos poucos locais de pesca para escolher. Ruim por esse lado, mas um ótimo sinal que os peixes estavam mesmo saindo.

Fomos antes de tudo conhecer o novo responsável, Charles Marques, que arrendou o local há pouco tempo e aos poucos está dando outra cara ao Pesqueiro, falaremos mais dele ao longo da matéria. Pegamos algumas informações e logo fomos buscar um cantinho pra armarmos o “arsenal” e enfim começar a pescar.

Queríamos pescar no fundo do lago, na parte mais rasa, locais que naturalmente as maiores pirararas costumam caçar, apesar de sabermos que durante o dia quase não se tem ações pelo mesmo motivo da rasura. Não foi possível pois já tinham muitos pescadores por lá, mas conseguimos um bom espaço no “famoso aterro”, cedido gentilmente pelo grande Tim, seu irmão e seu filho, pescadores gente finíssima que conhecemos nesse mesmo momento.

Começamos a armar as varas e enquanto isso o Tim foi contando sobre as capturas dos dias anteriores; ótimas notícias!! Segundo ele só na noite anterior tinham pego quase 15 pirararas, e algumas de ótimo porte, imagina a ansiedade dos 2 pescadores que há mais de ano não fisgavam sequer uma boa pirarara!! Linhas na água, cadeiras posicionadas, e agora era só aguardar!

MATERIAL UTILIZADO

Nessa pescaria levamos 8 conjuntos principais, sendo 7 deles pensando quase que exclusivamente nos nossos maiores alvos, as pesadas, lindas e ignorantes pirararas do Córrego.

Temos visto ultimamente os pescadores utilizando equipamentos extremamente desbalanceados, com varas com libragens altíssimas aliadas a carretilhas com baixo poder de fricção. Isso não faz o menor sentido; perde-se muito na esportividade, gasta-se demais nas varas, e na prática não se aumentam as capturas e nem o tamanho dos peixes fisgados.

É importante entender que cada carretilha é desenhada para um tipo de pesca, e seu tamanho não quer dizer necessariamente para qual modalidade elas são indicadas. A grande maioria das carretilhas de grande porte com guia de linha, por exemplo, não são indicadas para linhas muitos grossas ou resistentes, em geral esses modelos são para grandes quantidades de linhas mais finas. Na mesma linha de pensamento existem modelos pequenos mas de fricção absurda, para linhas grossas ou multifilamento, como as pequenas Senator e as International LD de pequeno porte.

Para vocês terem uma idéia, a Penn indica varas de 60 a 80lb para carretilhas como as Senators 114 e 114H (tamanho 6/0)!! Só faz sentido uma vara com libragens muito altas se a carretilha também tiver uma fricção muito forte, do tipo que não se tira linha com a mão quando muito travada; caso contrário é dinheiro desperdiçado e conjunto desbalanceado. Se você precisa por o dedo para aumentar a fricção da carretilha, por exemplo, é sinal que ela não é indicada para linhas acima de 0,50 em média; se o conjunto for realmente equilibrado, não se tem essa necessidade.

Importante também salientar que as pirararas pareciam estar manhosas, largando as iscas ao sentirem muito peso, ou nem batendo quando da utilização de anzóis muito grandes. Assim mantivemos nossa técnica de SEMPRE pescar com a carretilha aberta apenas com o alarme acionado, e com isso foram pouquíssimos alarmes falsos.

Além disso costumamos utilizar os anzóis Mustad 92553 tamanho 9/0. Nessa pescaria já começamos com o 8/0 e o 6/0 do mesmo modelo, e quando percebemos que o 6/0 estava dando mais ação, mudamos e apenas o utilizamos. Tivemos de colocar iscas um pouco menores para não perder muitas fisgadas devido ao anzol pequeno, o que funcionou muito bem. Não erramos uma única fisgada, e perdemos apenas dois peixes após fisgados. Um estourou na fisgada, provavelmente por trisco na linha ou algo do tipo, e o outro escapou , retornando a ponta do anzol, que é extremamente resistente, plenamente amassada; com certeza a ferrada foi no osso da parte de cima da boca, e nesse caso o anzol Mustad 92553 6/0, embora não abra de jeito nenhum, não conseguiu furar o osso. Vimos isso como exceção, de modo que continuamos a usar o 6/0 e o recomendamos amplamente!

É importante salientar que o que descrevemos aqui não é “O jeito correto” de pescar pirararas. Esse foi o modo que encontramos para aumentar nossa eficiência nessa pescaria específica, aliando nossas preferências com o comportamento do peixe. Cada pescador deve utilizar as técnicas que se adaptar e achar melhor, e claro levando em consideração a necessidade de cada pescaria. Ninguém é dono da verdade e não existe técnica, equipamento ou isca que seja funcional em qualquer situação; cabe ao pescador observar e se adaptar.

Abaixo cada conjunto especificado:

- Vara Araty White Hawk 1,80m com carretilha PENN Special Senator 113H
200m de linha 0,74mm

- Vara Triforce 2,02m para 120lbs com carretilha PENN Special Senator 113H
200m de linha 0,85mm

- Vara Araty White Hawk com carretilha PENN Fathom FTH 60LW
200m de linha 0,74mm

- Vara Araty White Hawk 1,80m para 80lbs com carretilha PENN 25GLS
linha 0,70mm

- Vara Giant Catfish 120lbs com carretilha PENN 40GLS
linha 0,85mm

- Vara Albatroz Manjuba de 3,02m p/ 30lbs com carretilha PENN International 965
200m de 0,40mm multifilamento (conj. para grandes redondos)

- Vara Albatroz Caranha de 3,02m – 60lbs c/ carretilha PENN International 975LD
150m linha 0,65mm (conjunto para longos arremessos)

- Vara Albatroz Caranha de 3,02m para 60lbs com carretilha PENN 555GS
200m de linha 0,70mm (conjunto para longos arremessos)

A primeira pirarara demorou a aparecer, e claro que já estávamos sendo declarados como “pés-gelados” pelos amigos que nos dias anteriores fisgaram muitos peixes, e com intervalos curtos entre as ações, segundo eles. Já era cerca de 1 da manhã quando ouvimos o alarme da Penn 25GLS, e o Daniel que estava mais próximo da vara já travou a carretilha e soltou o braço na fisgada! Pirarara fisgada, e tome linha da 25GLS! Não era das grandes, mas já um bom peixe, lindo e muito saudável, dando muito trabalho e adrenalina pros Penn Raíbas. Ô coisa boa!!

Seguem fotos da primeira da pescaria, pra tirar a zica e o pé-frio!!

Fishingtur pesca e turismo

Pirarara - Penn-Raíba - Isca: Cabeça de Tilápia

Obs. Sempre utilizamos uma balança de banheiro para as pesagens, porém a levamos sem verificar previamente e ao tentarmos usar percebemos que ela estava danificada internamente, assim não temos o peso das pirararas, e só daremos valores amplos para não causar polêmicas. Desculpem por isso! Não deixaremos acontecer novamente!

Soltamos a Pirarara e mais bastante tempo sem ações. Tínhamos um pacu que havíamos levado para fazer na brasa e resolvemos usar a cabeça dele de isca para ter mais opções; abrimos a cabeça ao meio fazendo duas iscas bastante apetitosas e colocamos em duas varas em locais diferentes para testar. E em pouco tempo já ouvimos o alarme de uma de nossas 113H com essa isca, e rapidinho eu já estava dando aquela desejada ferrada. Alguns minutos de “toma lá, dá cá” e uma pequena pirarara se entrega. Agora sim, com cada sócio tendo tirado um “peixe-arara”, sentimos a maré mudando a nosso favor. SAI ZICA!! Rsrsrs

Pirarara

Pirarara - Isca: Pedaço de cabeça de pacu

E já eram mais de 4h da madrugada quando a 25GLS começa a gritar novamente, anunciando o que seria a briga mais tensa e complicada da viagem. A batida foi leve e constante, coisa de peixe dos bons, e assim que o Daniel fisgou com muita vontade ela saiu em direção ao meio do lago com uma força e velocidade de espantar qualquer um, e com a fricção da lever drag apertadíssima! O Daniel ficou até que tranquilo, mesmo sabendo se tratar de um ótimo peixe, já que estava indo pro meio do lago, mas não contava com a malandragem do adversário… Ela de repente parou, virou pra esquerda, e foi decidida em direção às pauleiras e tranqueiras que tem no canto esquerdo do aterro, passando a curva do lago. Daniel ainda tentou botar a alavanca no full e correr pra direita, mas como tinha muita linha na água foi fácil pra ela entrar nos enroscos sem dar muitas chances pra gente evitar.

Assim que sentiu a linha roçando nas tranqueiras (tem inclusive várias vigas de concreto ali no meio) ele já liberou a fricção, enquanto eu já corria para perto do restaurante procurar um barco do pesqueiro pra ir até o peixe. Muita canseira, mas com ajuda de um senhor que ainda estava acordado e retirando suas linhas consegui achar e colocar o barco na água, bem grande por sinal, difícil de manobrar e pesado, mas nessa hora era nossa única e excelente possibilidade.

Consegui chegar na outra margem pegar o Daniel e então fomos até o peixe, que por sorte não havia passado por muitas vigas e nem mesmo arrebentado a linha! É certo que pirararas quando deixam de sentir pressão param de correr e passam a descansar, e por isso soltamos a fricção imediatamente ao sentir o enrosco, mas geralmente elas sentem que estão presas ao enrosco e estouram qualquer linha facilmente, mas dessa vez realmente tínhamos recuperado nossa sorte.

Daí então o trabalho foi chegar no seco com um barco grande e difícil de manobrar no remo, com uma pirarara doida levando a gente pra lá e pra cá como queria, fazendo zig e zag nos paus e com o Daniel tentando acompanhar o trajeto dela… Ô problema que todo pescador de peixes pesados adora passar!! Adrenalina e tensão até ver o peixe nos braços, o que aconteceu ainda dentro do barco, já que vimos que nunca chegaríamos na margem daquele jeito… Assim que agarrei a pirarara o Daniel apoiou  na outra borda do barco pra contrabalancear, e num movimento brusco embarquei a danada!!  A seguir fotos do peixe que fez nós dois suarmos e muito!!!

Pirarara

Pirarara - Posta de Tilápia

Depois disso a adrenalina e a animação ficou lá em cima, então nada de dormir, claro… porém até quase 11 da manhã nada de pirarara, só um tambacú “enxerido” apareceu roubando isca das pirararas, que rapidamente foi retirado, fotografado e solto.

Tambacu

Tambacu - Penn

Logo em seguida ouvimos uma corrida em velocidade  no nosso conjunto mais pesado com uma 40GLS e linha 0,85mm, o que geralmente indica redondos ou pirararas pequenas,  e depois de uma corrida (estava longe) eu já estava com o conjunto na mão e fisgando o peixe. Logo percebi ser mesmo uma de pequeno porte, já que vara Giant Catfish é quase um cabo de vassoura, e só enverga mesmo com peixe muito grande, tirando até a esportividade com pirararas pequenas. Ela ainda brigou bem mais do que eu esperava, realmente não se pode subestimar pirararas, nunca!

Penn Raíba

Pirarara - Isca: Lombo de Pacu

Já era de tarde quando uma corrida de peixe bom quebra o silêncio. Era vez do Daniel e o menino não tem dó na hora da fisgada, hehe. Pirarara fisgada, e tome linha da Special Senator 113H como se fosse perfil baixo. Ela tentou fazer exatamente o mesmo que a pirarara que enroscou, porém já vacinado o Daniel travou o que dava e correu pra direita antes de dar essa chance pra ela, aí foi só trabalhar na base do “cabo de guerra” por algum tempo e logo a bela pirarara deu o ar de sua graça na superfície.

Pirarara

Pirarara - Isca: Pedaço de cabeça de Pacu

Percebemos então que o pacú estava dando mais resultado que a tilápia, então picotamos o restante dele para usar de isca, e achamos outras coisas pra comer; pescaria em primeiro lugar! Hehe. (Se quiserem pacús frescos pequenos basta ir pescar no lago do pesque-pague e pagar o quilo, fácil e divertido). Enquanto o Daniel foi até o restaurante pegar algo eu fisguei e tirei mais uma pequena e braba pirararinha, muito colorida e saudável, linda mesmo. Pedi a alguns amigos que passavam perto pra bater as fotos e mostrar aqui pra vocês; pena que a fotos não saíram boas, mas segue as que salvaram:

Pirarara

Pirarara - Isca: Pedaço de Pacu

Foi então que fui dar uns pinchos perto do aerador tentar um dourado (milhares povoam o lago) na artificial, modalidade que também adoro, principalmente na superfície. Não obtive sucesso na superfície, então troquei por uma X-Rap palhacinho; no primeiro arremesso uma batida e o primeiro peixe escapa; mais um arremesso e de repente um tranco seco, seguido de uma parada (como se fosse uma arraia), e de repente algum bixo sai tomando minha linha mono 0,30mmcomo um foguete, fazendo onda na superfície; que coisa linda de se vivenciar!!

Mais de 20 minutos depois, já com certeza que se tratava de um grande redondo, vejo uma roda preta aparecendo, com um foguetinho próximo, e já entendi tudo.. O grande tambacú tinha arrebentado a linha de alguém e estava embaixo do aerador descansando quando minha meia-água passou e enroscou na boia. Mais uns 20min (pelo menos) de “peso” (com linha muito fina e vara 20lbs não dá pra fazer quase nenhuma pressão nesses grandes redondos, que então ficam só parados de lado na água, descansando…), e consegui finalmente abraçar e levar pro seco o grande tambacú. Uma proeza com equipamento tão sensível.

tambacu

Tambacu - Penn-Raíba

Enquanto eu tirava esse peixe, o Daniel ouviu nossa 40GLS cantando de novo, fisgou, trabalhou, tirou a pirarara. Pediu pro amigo Ricardo Moro bater umas fotos, soltou, e ainda ficou esperando um bom tempo pra ajudar com o tambacú…

Pirarara

Pirarara

Nossa segunda e última noite no Córrego já entrava, e não tínhamos dormido desde as 7h00 do dia anterior, então o cansaço estava extremo. Apesar disso não arredamos o pé da beira do lago, quase que “pressentindo” que os dois maiores peixes da pescaria ainda seriam fisgados.

Nosso conjunto mais leve dentre os para pirararas, que estava com a isca (lombo de pacú) há uns 25m da margem para variar, foi o que deu meu maior peixe da pescaria. A pequena mas ignorante Penn International 975LD deu sinal de vida pela primeira vez na pescaria, com uma puxada que a gente adora, devagar e sempre, 90% das vezes indicando peixe grande! Era minha vez e torço pra pegar umas encrencas dessas, peixe bom no conjunto mais esportivo, mas ainda bem reforçado e com recursos pra brigar com as grandes pirararas. Que briga deliciosa, nem sei como descrever a sensação… A vara de 3m somado à fricção lever drag estupidamente macia da 975LD resulta numa briga plástica, confortável, gostosa. A “rainha” tomava linha e a vara completamente vergada nem tremia, mesmo com linha saindo bem apertada e em velocidade. Só vivenciando pra entender, mas prometo que é excepcional, hehe!
Pra minha sorte ela brigou limpo, dando muitas corridas, longas, mas sempre em direção a locais limpos, e então sem muitos problemas a lindíssima pirarara aparece pra seção de fotos, abraços e beijos.

Este peixe estimamos entre 35 e 42 quilos, já que era um pouco mais comprida mas um pouco mais magra que a próxima pirarara que vocês verão, e essa é um peixe conhecido.

Pirarara

Pirarara - Isca: lombo de pacu

Já eram quase 3 da manhã e o sono bateu pesado, não resistimos e tivemos de ir dormir; ninguém é de ferro!

Porém pouco tempo depois, umas 5 da manhã, a estreante da noite, Penn Fathom 60LW, cantou alto. O Daniel foi o primeiro acordar e correu dar a fisgada, e de cara percebeu ser mais um monstro.  Não tinha ido pra muito longe até acordarmos e chegar na vara, aí vimos o quanto somos viciados nesses peixes: mesmo muito cansados e com sono, ao primeiro sinal do alarme das carretilhas ambos acordamos mesmo de dentro da barraca, e rápido!

Era mesmo um belo peixe, mas foi pego mais pro meio do aterro, então controlando bem as corridas laterais dela foi relativamente fácil impedi-la de chegar nos enroscos, e logo ela estava ali na margem, esperando nosso abraço, e a óbvia euforia ao ver o tamanho da menina. Essa eu quase não consegui agarrar e tirar da água sozinho, até por estar meio mole de acordar no susto; consegui colocar meio corpo dela fora d’água, e daí então puxamos ela pra cima fazer seu “book”, rsrsrs. Era a famosa pirarara conhecida por “smile” segundo alguns frequentadores, devido à sua mancha peculiar perto da nadadeira esquerda, fisgada recentemente pelo nosso cliente e amigo Nelson, e que pesou 42 quilos segundo ele (correto Nelsão!?)

Pirarara

Pirarara - Penn Raíba

Levamos a Fathom 60LW para teste pois é um modelo da Penn chinês. A quase totalidade dos modelos chineses que a Penn fez desde 2002, quando passou a fabricação de quase todas as séries pra lá, são muito inferiores que os americanos. Porém desde 2011 a Penn tem tentado mudar esse cenário, e pra isso desenvolveu as séries Squall e Fathom, produzidas apenas na China, mas com material, especificações e acabamento em alta qualidade, para rever o nome e o respaldo da Penn que estava perdendo com as séries chinesas como GT2, level Wind e Senator H2 e L2, que são incomparavelmente inferiores se comparados às suas versões americanas (GTI, Peer e Senators em geral). A carretilha parece ser mesmo excepcional, bem superior inclusive à série americana GTI, com arremesso, recolhimento, e fricção superiores. Só resta mesmo saber quanto à durabilidade e disponibilidade de peças para reposição, já que são modelos recentes. Estamos animados, já que as americanas já cessaram sua fabricação (exceto a linha International) e assim não vão durar muito tempo mais.

Depois dessa linda, famosa e pesada pirarara, fomos realmente dormir, até tiramos as linhas da água pois realmente precisávamos descansar, e assim quase não pescamos na sexta de manhã.

Acordamos e decidimos pescar tilápias para levar pras nossas casas, já que são fáceis de pegar, liberadas pelo pesqueiro, e simplesmente deliciosas! E enquanto isso, claro que botamos as varas de pirarara pra trabalhar de novo. Penn Raíba não dorme em serviço!

Já quase meio dia e um sol de rachar côco quando ouvimos o alarme da 113H mais distante; era minha vez e saí correndo o quanto consigo pra dar uma fisgada, e era peixe bom! Quase meio dia, isca perto da margem, e pirarara de porte batendo; coisa raríssima, e ainda aconteceria de novo antes de irmos embora…

Esse peixe deu uma briga diferente, estava perto dos enroscos mas de cara não tomou linha. Após fisgada ele ficou apenas pesando e rodando em círculos, até que subiu perto de mim e viu a luz… AÍ SIM, parece que ela lembrou que era uma pirarara, botou a linha nas costas e saiu como um submarino. Travei quase no máximo a 113H, e ela não diminuía a velocidade. Só me restou fechar tudo, jogar o peso do corpo no movimento contra, e torcer pra que ela não conseguisse chegar no enrosco e que a linha suportasse. Ela repetiu essa ação mais duas ou três vezes e se entregou, deixando eu e ela exaustos pela briga curta mas extrema. Seguem fotos da lombuda!

Pirarara

Pirarara - Isca: pedaço de pacu

Soltamos esse peixe, deixamos a mesma isca que não tinha caído durante a briga (o couro do pacu é muito duro, muitas vezes sendo possível fisgar 2 ou 3 peixes com a mesma isca), jogamos no mesmo lugar, e pouco mais de uma hora depois, bingo! Outra pirarara na margem, de dia, debaixo de sol absurdo… Vai entender!

O Daniel prontamente soltou a ferrada e correu na direção contrária dos enroscos, e sem tanta dificuldade conseguiu impedir a pirarara de entrar pro enrosco. Não era um exemplar de porte, mas as pirararas do Córrego são bastante saudáveis e sempre brigam muito antes de se entregar. Um pouco de paciência e nossa última pirarara, peixe que consideramos a “rainha dos pesqueiros”, estava nos braços do Daniel pra sua seção de fotos.

Pirarara

Pirarara - Isca: pedaço de Pacu

Essa pescaria pescamos pela primeira vez com clientes antigos, conhecemos muitos outros pessoalmente, e também fizemos novas e boas amizades. Seguem fotos desses pescadores que estavam por lá nessa data com seus belos peixes!! Fernando e todo pessoal da Equipirados Cps, Ricardo (pai e filho), Tim e família, André e família, galera do Tucunas Brasil Fishing Team , prazerzaço conhecê-los!!

Penn

Penn-Raíba e Amigos

PARTE 2 – Preços, Normas, Serviços e Novas Infraestruturas. O que mudou?

**preços de janeiro de 2014**

Aproveitando o espaço e a oportunidade que nos foi dada pela Equipe do Fishingtur, resolvemos atualizar todos os preços, serviços e normas do Pesqueiro Córrego das Antas, assim como tentar passar aos leitores todos os detalhes das novas infraestruturas do local.

Como já dissemos anteriormente, o Pesqueiro recentemente passou por grandes mudanças, a começar pelo novo gestor, nosso parceiro Charles Marques. Um cara simples, muito atencioso conosco e com os clientes em geral. Sempre preocupado com os peixes e com a dinâmica do lago, além de grande pescador.

Córrego das Antas

Penn-Raíba e Charles Marques

As principais mudanças recentes foram as construções dos Iglus e novos Apartamentos; a retirada da “ilha” e passarela que havia no canto do lago, aumentando e muito os locais para a pesca  (principalmente de pirararas).

Córrego das Antas

Antiga ilha e passarela

Um falso mito que existe no Córrego das Antas é que de tempos em tempos algumas pirararas são vendidas pelo Sr. Natio, mas na verdade o que ocorre é justamente o contrário. Recentemente foi feito a soltura de 60 Pirararas na faixa de 15Kg, visando fazer as maiores que já habitam o local “saírem da rotina” e buscarem alimento por todo o lago, o que vem acontecendo. Além das pirararas foram introduzidos mais de 400 juvenis de Dourado. Os únicos peixes que foram retirados do lago foram 60 pintados a fim de poupá-los desse período muito quente e pouco oxigenado da água.

Infraestrutura

Iglus

Novos Iglus construídos

Os Iglus foram uma ideia bastante criativa para aliar conforto com preços acessíveis. Foram construídos um total de 5 Iglus e em cada um deles cabem 3 colchões de solteiro. Eles estão dispostos ao longo da margem oposta ao restaurante e possuem um exaustor para a ventilação.

Quiosques

Quiosques na beira do lago

Os Quiosques são acomodações também na beira do lago, porém com maior conforto. O pesqueiro possui um total de 3 Quiosques e em cada um deles tem 3 camas, ar condicionado e dá direito ao café da manhã para os hóspedes. Eles ainda contam com uma cobertura na frente com mesa, bancos e churrasqueira.

Apartamentos

Apartamentos

Os Apartamentos ficam mais afastados do lago, porém com o maior conforto possível. O pesqueiro possui um total de 9 Apartamentos com acomodação para até 4 pessoas em cada, ar condicionado, ventilador de teto, TV, frigobar e banheiro particular. Os hóspedes também têm direito ao café da manhã.

Camping

Locais para Camping

A opção mais em conta é o Camping, além do baixo custo sua grande vantagem é o pescador ficar próximo às varas durante a noite e poder dar uma cochilada enquanto espera pelo peixe. Existem muitas árvores ao longo da margem garantindo uma sombra agradável para os acampados, além de torneiras, churrasqueiras e coberturas com mesa e bancos.

Outra novidade no Córrego das Antas é que agora o pesqueiro fica aberto 24h para receber seus visitantes. Caso o pescador chegue fora do horário comercial, basta ligar e marcar o horário para que o guarda abra o portão. Para quem for ficar nos Iglus, Apartamentos ou Quiosques, é indicado fazer a reserva com antecedência para garantir o seu lugar.

Outra medida que foi adotada é a diminuição da população de Tilápia do lago principal. Visando diminuir o número de tilápias, o pescador pode usar como isca e ainda comer ou levar metade do que pescou SEM CUSTO ALGUM. E para facilitar a nossa vida, eles limpam, tiram o filé e preparam a porção na hora! O custo da limpeza é R$1,00 por quilo e R$8,00 pela preparação da porção.

Córrego das Antas

Pesqueiro Córrego das Antas

Normas do Pesqueiro

É proibido:

- Uso de alicates e balanças do tipo “Boca Grip”

- ANZÓIS COM FARPA

- Entrar com bebidas alcóolicas (somente comprando no local)

É permitido levar comidas e fazer churrasco sem precisar pagar taxas extras

Serviços

Iscas a venda: Ração, massa e pintinho.

O pesqueiro conta com um restaurante bastante espaçoso que serve diariamente, porções, marmita, refrigerantes, sorvetes, cervejas e destilados. Nos fins de semanas e feriados, o restaurante possui o serviço de Self-Service.

Restaurante

Restaurante

Preços

•Taxa de pesca:

- Pesca Esportiva (lago principal):

Segunda a Quinta = R$25,00 por 12 horas e R$50,00 por 24 horas

Sexta a Domingo e Feriados = R$30,00 por 12 horas e R$60,00 por 24 horas

Acompanhantes = R$3,00 por 12horas e R$6,00 por 24 horas

OBS: As 12 horas são das 07h30 às 19h30 ou das 19h30 às 07h30

- Pesque e Pague (lago menor ao lado da recepção):

Entrada = R$3,00

Preço do quilo do peixe = R$9,80

Chalés, Iglus, Quiosques

•Iglus: R$50,00 para qualquer dia da semana

•Quiosques: Segunda a Quinta = R$90,00

Sexta a Domingo e Feriados = R$120,00

•Apartamentos: Segunda a Quinta = R$120,00

Sexta a Domingo e Feriados = R$160,00

•Camping: R$20,00 por barraca

•Café da Manhã: R$4,50 por pessoa

Obs.: Nas diárias de Apartamentos, Quiosques, Iglus e Barracas, não estão inclusos os valores da taxa de pesca.

Belas imagens que ficam para sempre em nossa memória…

Córrego

Córrego das Antas - Penn-Raíba

Localização
Localizado na cidade de Glicério-SP, ao lado das cidades de Birigui e Araçatuba.
Fica a aproximadamente 550km da cidade de São Paulo.

TELEFONES PARA CONTATO E RESERVAS: (18) 3647-2040 ou (18) 3647-2035

Queremos agradecer mais uma vez ao nosso parceiro Fishingtur Pesca e Turismo, em especial o Marcio David que sempre nos ajuda com o que pode; ao Charles que nos apoiou e ajudou em tudo que precisamos para a realização dessa matéria, e aos nossos amigos e clientes, sem os quais não existiria Penn Raíba e nenhuma de nossas matérias!

Esperamos que tenham gostado!!!

Muito obrigado e boas pescarias a todos!

Felipe Naous
Daniel Martinez

AGRADECIMENTOS

Pesqueiro Córrego das Antas
www.pesqueirocorregodasantas.com.br

Bóias Barão
www.boiasbarao.com.br

Massas Paturi
www.massaspaturi.com.br

Império da Pesca
www.imperiodapesca.com.br

Abu Garcia
www.abugarciabrasil.com.br/

Berkley
www.berkleypesca.com.br

Shakespeare
www.shakespearebrasil.com.br

Buriman
www.buriman.com.br

Penn-Raíba Carretilhas

http://www.pennraibacarretilhas.blogspot.com.br/

Fishing Master
www.fishingmaster.com.br


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14 Comentários

  1. Ricardo Massaro em janeiro 31st, 2014

    Matéria e peixes nota 10!!! Abraços!!!

  2. Luciano Candido em fevereiro 1st, 2014

    gostei muito do local, preço ascesivel
    otimo espaço e conforto se possivel sera a proxima pescaria com certeza obrigado

  3. Luis henrique em fevereiro 1st, 2014

    quando voce quer dizer carretilha aberta, quer dizer sem fricção nenhuma ou com alguma fricção, porem, pouca?

  4. Silvio Fishingtur em fevereiro 2nd, 2014

    Simplesmente SHOW…. Nota 10!! Parabéns amigos pela excelente pescaria e matéria.

    Abs,
    Silvio.

  5. Felipe Penn Raíba em fevereiro 4th, 2014

    Obrigado amigos!!!

    Luis Henrique, quando dizemos “carretilha aberta” é com a fricção pré-regulada no ponto que consideramos ideal pras gigantes, mas com o carretel liberado como se fosse para arremessar, apenas com o alarme (catraca, sineta) ligado. Quando o peixe bater basta travar a carretilha e dar a fisgada, desacionando em seguida o alarme.
    Abraços!!

  6. Luis Henrique em fevereiro 4th, 2014

    entendi Felipe! valeu abraçoo

  7. diego em setembro 23rd, 2014

    ola amigosesse mes estou querendo ir com meus amigos para conhecer estamos querendo chegar sexta a noite e sair no domingo depois do almoço qual seria o preço por pessoa com iglu e quais iscas devo levar para pesca de tamba e pira obrigado amigos iremos dia 10 vams mais ou menos em 6 pessoas por favor aguardo retorno do valor das diaria com iglu e das dicas das iscas para tamba e pira ate

  8. carlos nobrega em novembro 3rd, 2014

    Amigos……………gostaria de saber o telefone do pesqueiro córrego das antas…….já tentei todos que consegui aqui e nenhum completa a ligação…………obrigado.

  9. pedro em novembro 6th, 2014

    queremos sabe os fone do corrigo das antas ?

  10. Marco em janeiro 23rd, 2015

    Show de bola a matéria, fui inspirado por vcs a ir no córrego das Antas, e em dezembro/2014 tive a inesquecível experiencia de conhecer o local, muito lindo, natureza exuberante e ambiente familiar.
    Pretendo voltar agora em 2015, nas ferias.
    E agora estou em busca de aumentar minha tralha de pesca reforçada (Penn), a medida que venho ganhando maior apreço pela pesca de peixes pesados.

    Grande abraços aos dois e parabéns pelo respeito e dedicação tem possuem a esta modalidade de pesca.

  11. Marcos A. Bonimcontro em fevereiro 2nd, 2015

    Sou dos antigos…pesquei muito no Mato grosso no final da década de 80 e início dos anos 90…Posso parecer pretensão de minha parte, mas peguei Jaús bem grandes com linha 60 e varas de 60 libras…grandes significa entre 40 a 60 Kg. Com equipamento de 80 libras e linha de 60 libras pra proteger a vara, peixes de 50 Kg…vem e vem mesmo…claro que demora um pouco mais, mas vem…Este tipo de equipamento é pra coisa bem maior…Desse jeito vamos levar guindaste pro pesqueiro…RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

  12. Marcos em fevereiro 7th, 2015

    Gostaria de deixar um relato de quem acabou de voltar do Córrego e viu algo muito triste.

    Minha intenção não é denegrir a imagem do pesqueiro, mas acho injusto manter uma imagem que o córrego não tem mais, deixar as pessoas andarem 500km, ou mais de 600km como já Vi no córrego, e irem embora decepcionado.

    Pois bem, primeiro gostaria de falar sobre uma pescaria realizada por mim no Córrego em abr/2014. Foram 3 dias para pegar 2 pirararas pequenas. Durante esses 3 dias não saiu nenhum tamba no lago todo. Pensei que foi o dia, dei o azar.

    Voltei agora, ficando dia 2, 3 e 4 de fevereiro.

    Fomos em 6 pescadores, e infelizmente uma perda de tempo e dinheiro, já que o gasto para sair de SP para lá não é pouco.

    Foram 3 dias de pesca e pegamos 9 peixes, muito pouco para o tão falado córrego.

    Pesqueiro não estava vazio, todos os quiosques, apartamentos e tocas cheias, e ninguém pegava quase nada.

    Para vocês terem idéia, um cidadão que se intitula pescador, tomou sozinho todo o aterro montando varas para piras, mais ou menos umas 12 varas. Nesses 3 dias pegou 2 piras pequenas.

    Quando você está no pesqueiro e não esta pegando nada, mas quem está do seu lado está arrebentando, você até entende, errou na isca, etc., mas todo o lago parado sem ação nenhuma, alguma coisa errada tem.

    O lugar está muito largado, a água péssima, cheirando mal.

    De terça para quarta, quando chegamos no lago, além de tilápias, havia 4 gambás entre 15 a 30 quilos mortos. O pior foi ver o djlono chegando pela manhã, descendo até o lago, olhando para os peixes na beira do lago morto e nem para tirar fora pelo menos, simplesmente virou as costas e subiu. Até as 15hs quando fomos embora os peixes mortos ainda estava no lago.

    Tinha um pessoal de Jundiaí que chegou na terça, vendo a situação, ficaram até quarta sem pegar nada e foram embora, iriam andar mais 60km pra frente para ir em outro pesqueiro para naoy perder viagem.

    Eu peguei um tambaqui de 17kg e outro de 24kg, legítimo, não demorem 5 minutos para tirar. Um rapaz ao meu lado pegou um grande tambacu, antes de chegar na beirada pensamos ser uma tilápia grande, não houve ao menos uma corrida.

    Acho que as pessoas precisam ser alertadas sobre isso, pois se gasta muito dinheiro e acha que vai chegar lá e arrebentar, mas do jeito que aquilo está largado, infelizmente isso não vai acontecer.

    Muitos podem falar que foram e pegaram muitos peixes, pode ser, mas para mim, chegar no Córrego e gastar 4 sacos de ração (100kg) em 1 hora, para pegar 2 peixes, isso para mim não é pescaria. Isso eu Vi lá no dia, e ouvi relatos de pessoas que vão em um grupo grande, gastam em média de 8 sacos (200kg) de ração só na parte da tarde, isso acaba com a água, e assim fica fácil pegar peixe.

    Uma outra coisa que acho muito chato, é o que o proprietário vem fazendo. Tudo bem que ele precisa manter a imagem do pesqueiro, mas mantenha cuidando e não fazendo o que faz. Meu irmão tirou um tambaqui ele desceu correndo pra tirar foto, da mesma forma comigo, logo em seguida posta no face dizendo: “Mais um verdão, isso é Córrego amigos”, dando a entender para aqueles que estão querendo ir que está bombando, sendo que foi o único peixe do dia no lago.

    Desculpem pelo texto, mas não posso deixar de alertar o que as pessoas encontrarão no Córrego se nada for feito para mudar isso.

    Só para acrecentar, vi em um fórum agora que isso vem acontecendo desde 2013, tempo do Sr. Natioy ainda, então a coisa tá feia.

  13. lucas em fevereiro 7th, 2015

    Decepção no córrego das antas.
    Também estive lá neste mês fev 2015, e realmente o negócio tá largado. Começa logo na recepção, rodei 500km, cansado com fome pedi um lanche só tinha pastel e misto quente, só tem isso de lanche,o dono nem deu atenção ao grupo, estava sentado passando mensagens pelo celular, e ficou fazendo a mesma coisa durante os dois dias que estive lá. O “restaurante” fecha as 20hs, quem comeu comeu,o lugar fica completamente abandonado apos este horario e as escuras. A manutenção do local esta bem precária, o cheiro e terrível, sem contar alguns ” pescadores” que armam mais de 10 varas de espera, pra se ter uma ideia, apenas 3 “pescadores” ocuparam mais de 30% do pesqueiro, e o responsável o sr Charles, fez vista grossa, como se não fosse obrigação dele coibir tal prática, mesmo tendo uma placa dizendo 2 varas por pescador.
    Quanto ao lago, o pescador marcos, fez bom resumo.
    Deveria ser feito uma reclamação junto aos órgãos competentes pelos maos tratos aos peixes, estão literalmente morrendo afogados,não há oxigênio na água, ficam desesperados junto ao aerador em busca de oxigênio, e de dar dó.
    E um pesqueiro com mais de 30 pessoas pescando e em dois dias saem no maximo 10 peixes, sendo estes praticamente rebocados ate a margem se oferecer qualquer resistência, algo está muito errado no córrego das antas.
    Desculpem aqueles que descordarem, apenas estou relatando que presenciei, e os comentários com quem tive a oportunidade de conversar enquanto estive lá.
    Sr Charles, proprietário, o sr têm, ou tinha, o pesqueiro com maior potencial de são Paulo, mais precisa ter coração de pescador, e tino para tocar o negócio, não deixe o córrego das antas morrer.
    Obrigado a todos.

  14. Natália em dezembro 20th, 2015

    olá galerinha eu venho de longe pra passar umas férias em SP e ai pesquiso bastante pra saber qual pesqueiro mais perto de Penapolis, apareceu 3, adorei esse do córrego pelas os anúncios e fotos, mas fiquei decepcionada e indecisa pelos alguns comentários, creio que este pesqueiro não é mais a minha opçao de ir..
    Quem esteve ultimamente neste pesqueiro, poderia dizer se adianta gasta pra ir e aproveitar o lugar, ou não…


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