Pesqueiro Hikari – Um show de peixes em território Paranaense


Local: Pesqueiro Hikari - Paiçandu - Maringá - Paraná Data: 24 de janeiro de 2011

Olá Amigos

Nossa equipe em nosso segundo dia de pescaria em Maringá, fisgamos dezenas de bons peixes e aproveitamos para convidá-los a conhecer este ótimo pesqueiro na cidade de Paiçandu, cidade vizinha a Maringá no Estado do Paraná, a aproximadamente 640 km da capital Paulista.

De São Paulo de carro são 640km, uma viagem muito tranquila e com uma ótima estrada até lá. Como o Pesqueiro Hikari não tem chalés, o melhor a fazer é se hospedar em Maringá e ir pescar durante o dia no Hikari. A distância do centro de Maringá até o pesqueiro é de 14km.

Começamos a pescaria logo cedo, como tínhamos tido bons resultados com a ração na pinga no dia anterior, começamos usando o mesmo formato:

  • Bóia Cevadeira Gigantes - Bóias Barão

  • Chicote de 40cm de linha mono 0,40mm - Asso Super

  • Anzol Chinú n. 8 - Marine Sports

  • Isca: Ração na Pinga

Uma montagem simples e rápida, lembrando que é muito importante não usar o cabo de aço. O Anzol tem que ser amarrado direto na linha do chicote.

Logo nos primeiros arremessos alguns pequenos peixes começaram a subir na ração e quando menos esperava: – Cadê minha boia ?

Apenas vi a linha esticar e travei. O peixe deu uma corrida espetacular na lateral do lago puxando muita linha e só parou depois de atravessar metade do lago, isso porque eu estava segurando o carretel com o dedo também. Logo na sequencia o Mário que estava com sua boia ao lado da minha fisgou outro bom peixe. Ficamos praticamente uns 20 minutos tentando não enroscar os peixes que pareciam estar indo pra lá e pra cá de propósito para se enroscar, mas deu tudo certo. O Júnior pegou o passaguá grande e tirou junto os dois peixes.

Eu tinha levado 2 únicos pacotes de massa para carpa, na verdade levei por levar, pois nem sabia que no Hikari tinham carpas cabeçudas e mesmo depois de conversado com os donos, fiquei sabendo que soltaram cerca de 50 exemplares a 15 anos atrás e depois disso nunca mais teriam visto tais carpas, pois ninguém faz esse tipo de pescaria.

Mas teimoso que sou deixei um único equipamento armado com massa paturi Amendoim na margem oposta de onde estávamos pescando os tambas, as vezes olhava e via que estava tudo bem com a boia e continuava a pesca com as cevadeiras, até que olhei, olhei, olhei e nada de ver a boia, até que olhei para a vara e praticamente não a vi, pois ela estava praticamente deitada na grama e quase indo pra dentro da água.

Atravessei toda a margem correndo e cheguei a tempo, tirei a vara do suporte com dificuldade e comecei a briga, uma briga bem estranha, fugindo totalmente das brigas normais de uma carpa. Longas corridas e tomadas de linha, coisa típica dos pacus, mas as vezes um grande peso se jogava no fundo e o movimento ficava muito pesado, nesse momento percebi que era um peixe grande, mas ainda não arriscava um palpite.

Na dúvida gritei para o Júnior trazer o passaguá gigante que tem no pesqueiro e nesse momento vi uma enorme mancha prateada, uma rebojada e outra corrida forte. Era uma carpa e das grandes. O coração começou a bater forte, o braço a tremer, e a voz nem saía mais, até que a gigante carpa ficou na superfície e devagar fui trazendo-a para a margem até que o Júnior tentou colocá-la no passaguá. Eu disse tentou porque metade dela ficou para fora.

Um bonito exemplar que facilmente passa dos 30kg. Além de ser muito grande e comprida, essa carpa era muito gorda e larga, parecia um porco.

Segundo os proprietários, em 15 anos é a primeira vez que se fisga uma carpa cabeçuda aqui no Pesqueiro Hikari, na verdade nem os donos sabiam que esses peixes que foram soltos com média de 10 kilos já estavam com esse peso todo.

Depois disso, não teve jeito, 10 minutos de água limpa e sabão para se livrar das gosmas e voltamos a pescaria. Deixei a vara de carpa armada novamente com 40cm de profundidade.

De volta com a cevadeira, a festa foi garantida, era cair na água e esperar a boia desaparecer

.

Tiramos fotos apenas dos exemplares acima de 5kg, mas fisgamos muitos, mas muitos peixes na média de 3 a 4kg também. É muita ação, muita diversão.

O Mário travou uma batalha com outro tamba que rendeu uma briga com mais de 15 minutos, isso sem falar que depois que o peixe chega no barranco, ele joga a água prá cima e corre pro meio diversas vezes e não se rende. uma briga fora do comum.

Percebendo que os peixes estavam mais ativos, o Mário trocou a ração na pinga por um chicote de 2mts com um anzol de robalo com 2 eva’s e uma miçanga caramelo e o resultado foi outro belo Tambacu, este com uma cor bem diferente. Peixe muito bonito.

Essa pescaria estava sendo feita no lago 2, mas mesmo assim deixamos algumas varas armadas no lago 1 que estava em nossas costas.

Em busca dos pintados, o Júnior deixou uma grande posta de tilápia armada no fundo a uns 5 metros da margem e quando menos esperávamos, uma barulho alto de fricção fez a varinha deitar e o peixe levou no mínimo uns 60 metros de linha da carretilha Abu com multifilamento. Saí correndo, tive dificuldades para tirar a vara do suporte, travei e trouxe para o Júnior acabar com a briga. Depois de muito, mas muito tempo um gigantesco Tambacu encostou na margem para nos dar boas vindas, mas rebojando e voltando para o meio do lago, isso ocorreu diversas vezes até que cansado, o peixe se entregou.

Infelizmente a Massa Paturi tinha acabado, então o jeito foi dar prioridade para os Tambacus. como tinha falado antes, entre um peixe grande e outro, a festa ficava por conta dos menores como este bonito e gordo pacu.

O Mário voltou para o chicote com ração na pinga e fisgou um bonito exemplar e o Júnior com o mesmo chicote só que, usando uma miçanga, fisgou outro belo exemplar.

Depois de ter solto o tamba, foi o tempo do Júnior arrumar a miçanga, arremessar e travar a carretilha, imediatamente outra vez a sua boia afunda e outra grande briga trouxe um grande exemplar.

A ração na pinga foi a isca da vez e o Mário fisgou mais dois belos exemplares seguidos. Era boia na água e peixe na linha.

O Júnior já estava com outro peixe quando eu fisguei mais um tamba, na foto abaixo ele estava com um belo redondo e eu brigando com outro.

Eu estava brigando com o mesmo peixe enquanto ele fisgou e tirou outro exemplar.

Até que o meu peixe, depois de me deixar cansado resolveu se entregar. Mais um belo peixe na ração na pinga.

E assim foi no decorrer da tarde, a cada arremesso uma ação.

Em um dos equipamentos, eu tinha deixado uma salsicha flutuando a 40cm da margem e quando percebemos a varinha estava quase indo embora e o peixe do outro lado do lago. Uma briga leve, mas o primeiro peixe de couro da pescaria, uma das mais bonitas cacharas que eu já vi. Peixe muito bonito mesmo.

Bem no final do dia as ações ficaram por conta das miçangas no lugar da ração na pinga.

E assim se foi mais um dia aqui no pesqueiro Hikari, hora de tomar um banho, jantar e descansar, pois em nossa próxima matéria você vai acompanhar como foi o nosso terceiro dia de pesca neste maravilhoso pesqueiro.

Um forte abraço e não deixe de vir conhecer o pesqueiro Hikari.

Marcio David

AGRADECIMENTOS

Pesqueiro Hikari Tel.: (44) 9973 0939 / 3031 6783 / 3222 7807 Estrada São Jorge, lote 224 A (Estrada Chica-Chica) Paiçandu – Maringá – Paraná

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