Local: Rio Jauaperi - Amazonas


Data: Outubro de 2015

Barco Hotel Manaia Sport Fishing

Olá amigos do Fishingtur,

Neste momento vocês irão acompanhar uma excelente viagem para a maior floresta do mundo, uma floresta no qual abrange vários países dando alegria e realizando sonhos de muitas pessoas que por lá passam, assim como nós, pois todos esperam muito pela tão esperada viagem para Amazônia e enfim, a nossa chegou. Eu ( Fernando) irei relatar a vocês como foi nossa excelente viagem em companhia com o Jean Coqui da Amental Fishing, no qual fizemos uma excelente pescaria de 6 dias de pesca, que serão relatado por partes. Esta será a parte um (1), no qual pegamos um vôo de São Paulo a Manaus para encontrar nosso grupo, onde rumamos para o excelente Barco Hotel Manaia Sport Fishing, que foi quem nos convidou para passar agradáveis seis (6) dias de pesca, fazendo a cobertura literalmente de tudo, para mostrar a vocês essa excelente operação. Importante lembrar que nosso Barco Manaia sai direto do porto de Manaus, então, ao sair do aeroporto, uma van da própria empresa faz o translado rápido até o porto, onde lá, toda a tripulação do Manaia já nos espera com todo aquele atendimento diferenciado.

Já embarcados, começamos a conhecer nosso grupo, no qual estava formado por grandes pescadores da região de Ubatuba-sp, pessoal da melhor qualidade e que rendeu grandes amizades. Nosso grupo então era formado por Jean, eu (Fernando), Sérgio, Isaias, Marcelo, Beto, Cezar e Marcio no qual era o dono do barco e pescou conosco. Logo na chegada a recepção não poderia ser diferente e já na parte de cima do barco, o churrasco já nos esperava, feito pelo nosso amigo e cozinheiro Fábio, um excelente cozinheiro no qual mandou ver no churrasco para nós, e em meio aquela imensidão de agua do Rio Negro, estávamos lá, subindo o rio e degustando um excelente churrasco com direito a Costelinha de Tambaqui, Tucunaré, carnes e linguiça, além de um ótimo arroz e maionese para complementar. Claro que não podemos deixar de falar da famosa caipirinha na qual foi o nosso primeiro brinde dentro do Barco.

Após o almoço, alguns foram descansar e eu, fui pegar umas aulas de Fotografia com o Jean, no qual, em minha opinião é um excelente fotógrafo, e um parceiro dos bons. Tudo que passava em nossa frente nós registrávamos e logo o tão esperado por do sol começava a acontecer. Confesso que me emocionei em meio aquela imensidão de água, aquela beleza, aquele silencio, aquela floresta no qual sempre sonhei em estar.

Com a noite reinando nos céus amazônicos, resolvemos então começar a arrumar nossos equipamentos e após deixarmos tudo pronto, a janta foi servida e logo já nos recolhemos para o quarto para descansar pois na manhã seguinte já sairíamos em busca do tão cobiçado TUCUNARÉ . Mas antes, irei explicar um pouco mais da Operação do Barco Manaia, no qual, embarcamos em Manaus e navegamos durante toda a tarde, noite toda e ainda um pouco da manhã do dia seguinte, onde o primeiro ponto seria um pouco acima da boca do rio Jauaperi.

Ao amanhecer, o barco ainda navegou um pouco e por volta das 13 horas, saímos para o primeiro turno de pescaria, no qual seria apenas na parte da tarde. Após os guias serem apresentados ao seus pescadores, embarcamos com o nosso amigo e Guia Buchudinho, isso mesmo galera, ele se apresentou assim, um cara muito extrovertido e que com certeza faz a diferença em qualquer pescaria.

Enfim, chegou o grande momento, o momento de tudo que pesquisamos, estudamos, compramos, negociamos e aprendemos ser colocado em prática. O rio estava baixíssimo e o que nos restava pescar eram nos pedrais, logo nos primeiros arremessos nos deparamos com peixes manhosos e pequenos, sem muita vontade de bater na isca, e foi ai que nosso guia com menos de 20 minutos de pescaria já deu a primeira dica certeira: - Coloquem iscas pequenas de no máximo 10 cm, que os peixes estão manhosos. Imediatamente fizemos o que ele mandou e no primeiro arremesso, abro a pescaria com um modesto Paca, no qual briga muito e faz o coração disparar. Após este, a diversão foi garantida, com muita quantidade e até doublê, destacando também dois belos Jacundás capturados pelo Jean com isca de meia água, onde nesta tarde, pescamos com iscas como Zig Zarinha, Magic Stick 90, Bonnie 95, t20, perversa e X-rap 10.

No fim da primeira tarde de pesca, já vimos que a quantidade de peixe foi muito boa, e conseguimos já aquecer para o outro dia, além de ser presenteados por um lindo por do sol amazônico, isso é lindo demais e deixa qualquer ser humano arrepiado.

No barco, ao chegarmos trocamos muitas informações com o grupo todo, e todos pegaram muitos peixes. Conversamos bastante, nos conhecemos, e pouco mais de 10 horas, resolvemos então dormir. Confesso que o pensamento era maior que o sono, e então eu e o Jean ficamos conversando, definindo algumas estratégias de fotos, posicionamentos e algumas coisas, até o sono bater. Ao amanhecer, tomamos um rápido café da manha, e antes mesmo do pessoal, já cortamos a agua atrás dos gigantes, pois nesse primeiro dia, iriamos subir bastante o rio de voadeira devido ao difícil acesso do barco grande, sendo assim, almoçaríamos com todo o grupo bem longe do barco, e levamos tudo para fazermos aquele delicioso assado na beira do rio. Vale ressaltar, que trocamos nosso piloteiro, pois o Bichudinho além de piloteiro, também é o pratico do barco e devido não termos conseguido subir ate onde esperávamos, não conseguimos encontrar nosso piloteiro no qual trocaria, mas em meio a noite ele chegou, e logo de manhã, o comandante, Sr Almir, o cara da Amazonia, nos apresentou o Berguer, um piloteiro regional, no qual mora na comunidade ali do Rio mesmo, e nos garantiu que levaria nós na casa dos brutos. A primeira manhã de pesca foi meio fraca, pegamos alguns peixes um pouco maiores que no dia anterior, mas nada muito grande. Já com o relógio acusando a metade do dia, fomos para o encontro de nossos amigos, no almoço no mato, posso dizer a vocês que NÃO trocaria esse almoço por nenhum restaurante luxuoso, pois estar entre a amazonia, naquele paraiso, vale muito. Onde ate com uma pegada de onça, nos deparamos, e o Jean, registou tudo.