Fazenda Pacu - Uma pescaria com muitos peixes fisgados


Local: Fazenda Pacu - Inhauma - MG Data: 20 e 21 de dezembro de 2013

Olá amigos do Fishingtur, hoje nosso destino é mineiro, e falando em pesqueiros mineiros, visitamos a FAZENDA PACU, um complexo em meio a cidade de Inhaúmas, em Minas Gerais, próximo a Sete Lagoas.

Eu (Fernando), Marcio e Adimir viajamos pela Rodovia Fernão Dias e depois pela famosa 040 até chegar no pesqueiro com a intenção de mostrar um dos maiores pesqueiros que o Fishingtur já visitou, visto que a quantidade de peixes é uma coisa inacreditável.

O lago está povoado por muitas espécies, entre elas, o Pacu, Tambacu, Curimba, Tucunaré, Traíras, Surubim, Tilápia, Dourado e Piau, fora os nativos como a Pirampeba (uma espécie de Piranha).

Como fazia muito tempo que não voltávamos na Fazenda Pacu, não sabíamos muito bem o que encontraríamos, e então, ao chegar fomos recepcionados pelo gerente da fazenda, o nosso amigo Ismael, onde nos passou todas as dicas, tanto dos locais da pescaria, como dos hábitos dos gigantes redondos que lá habitavam.

E logo nos dirigimos para o lago 2 da fazenda, o que fica em frente aos chalés, pois lá, segundo o Ismael estava mais calmo, sem barcos e sem ninguém pescando. Com isso rumamos com o mais positivo dos pensamentos, e começamos a pescaria!

Os equipamentos utilizados foram varas de 7' a 9’, pois o lago tem dimensões enormes, e precisaríamos de um arremesso bem longo, carretilhas de perfil baixo comportando linhas de 0,37mm e então apostamos nas Bóias Cevadeiras Barão para começar, com arremessos de aproximadamente 80 metros, e em menos de 10 minutos os tambas já começavam uma batedeira incrível.

E o Marcio, utilizando as consagradas Antenas da Barão, já conquista o primeiro gigante mineiro.

Como eu estava utilizando 2 equipamentos um com torpedo, chicote de 3 mts e beijinho, e o outro com cevadeira, e miçanga a um palmo de profundidade.

Comecei já com o pé direito, e capturando um dos peixes mais difíceis de serem capturados na fazenda Pacu, a famosa Pirampeba kkkkkk. E logo em seguida acertei a mão nos redondos, e conquistei mais 2 exemplares utilizando a cevadeira.

Aluns amigos mineiros que estavam do nosso lado, ficaram encantados com a pescaria de cevadeiras, pois ainda não conheciam, e mesmo pescando do jeito deles, que foi um único anzol com uma salsicha inteira flutuando, capturaram um belo redondo, e eu, com mais um no famoso palminho, esse com ração na pinga com essência de Goiaba.

Em seguida, o Adimir, já com a miçanga pra baixo a 10 cm da superfície, também bate seu redondo.

E não parava por ai não, dá-lhe Adimir com mais um tamba de respeito.

Vale ressaltar que na fazenda Pacu os tambas não estão muito acostumados com cevadeiras, e então, eles são muito ariscos com grandes bóias batendo na água.

Com isso, fizemos um chicote de 4 a 5 metros para que não afetasse a subida do peixe na ração, e foi fatal. Eu optei em mudar a ração na pinga, por um caroço de azeitona, e foi fatal, fiz uma sequencia de doer os braços!

Seguindo a dica do Ismael, ele nos falou para que por volta das 18 horas(final de tarde), que nos dirigíssemos ao logo principal, pois segundo ele, os tambas maiores encostam mais quando já esta mais calmo. E foi dito e feito, na segunda copada já conquistamos mais e mais redondos, e até uma Curimba veio nos visitar com sua beleza, esta também pega no eva e miçanga.

Infelizmente o sol ia se escondendo, e a luz acabando, com isso começamos a cevar cada vez mais perto, e os tambas vieram junto com a ração, e há menos de 10 metros da margem começamos a captura-los, e entre eles, mais uma grande curimba que mereceu ate colinho .kkkkkk. Vale ressaltar que como os peixes estavam muito perto, não tínhamos porque utilizar as cevadeiras, visto que eles são muito manhosos em relação a isso, então colocamos um torpedinho bem pequeno, chicote de 1 metro e como isca a ração labina flutuando, e não deu outra! Mais e mais tambas mineiros !

E por volta das 22:30h resolvemos para a pescaria, e descançar, alias os peixes da Fazenda Pacu tem um força descomunal, pois brigamos com alguns tambas por cerca de 40 minutos. Com isso o sono e o cansaço reinou e fomos dormir !

Logo pela manhã, vimos que não havia muita gente no lago principal, e então começamos os primeiros arremessos do dia por lá e também aproveitamos para registrar o gigantesco lago para vocês, e junto mais um mineirinho vindo nos dar bom dia !

Ao lado do restaurante avistamos vários pássaros das mais variadas espécies se alimentando, em um lugar próprio para eles. Natureza !!

E depois de tomarmos um farto café da manhã e tirar algumas fotos do local, resolvemos então bater forte de novo na pescaria. E apostamos mais um vez nas Boias Cevadeiras Barão para começar o dia, e de quebra já fomos presenteados com gigantescos tambas logo pela manhã.

A nossa pescaria de barranco começou a dificultar por causa do forte vento que bateu, então tivemos a idéia de mostrar a vocês umas das pescarias que é muito utilizada na fazenda Pacu, que nada mais é que a pescaria embarcada. Pedimos ao Ismael o barco de um amigo leitor, o Cassio, que tinha nos emprestado, e logo o barco já estava posicionado para nós, o jeito foi adaptar o equipamento e rumar ao centro do lago. O equipamento consistia em varas um pouco menores pois no barco, não é muito aconselhável varas grandes pois o arremesso seria curto e na hora de tirar os peixes pode dificultar.

Logo que chegamos no meio do lago, começamos a cevar com labina, e a menos de 3 metros do barco, os tambas já começaram a explodir. Ai foi só jogar um torpedinho bem pequeno com ração labina flutuando, e esperar o gigante engatar. E olha que beleza...

Com a hora do almoço se aproximando, voltamos para a margem, e já com o dever cumprido de mostrar para vocês a famosa pescaria de barco na Fazenda Pacu, fomos almoçar.

Já abastecidos e com as energias carregadas, o jeito era voltar a nossa paixão, a pescaria, e já no barranco, voltamos a pesca de cevadeiras e o resultado ???? não preciso nem falar né...

Bom, esse segundo dia foi um pouco mais fraco, visto que o tempo estava fechado e com um vento muito forte, mas fizemos tudo que estava ao nosso alcance para mostrar a vocês essa exelente fazenda, que além de pesqueiro, é um excelente lugar para se levar a família e descansar do dia-a-dia tao conturbado que levamos nas cidades grandes.

Com isso vamos encerrando a matéria por aqui, foram 2 dias de muitos peixes e sem dúvida de muito aprendizado para nós, pois com os tambas muito manhosos e não acostumados com muvucas e muitas bóias batendo na água, tivemos que ‘’ralar’’ para achar a técnica certa.

Queria agradecer a todos da Fazenda Pacu, em especial nosso amigo e gerente Ismael, um cara de simplicidade incomparável, e muito gente boa. Uma abraço especial a D. Marlene, Mario, Ronaldo, Renata e a todos da fazenda pacu.

OBRIGADO A TODOS, e estou honrado em escrever esta matéria, pois só de estar em um lugar tão hospitaleiro e tao gostoso como a Fazenda Pacu, já é sem dúvida uma honra !

Fernando

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