Fazenda Paraná - Os grandes tambacus não dão descanso aos Fishingtur


Local: Pesqueiro Fazenda Paraná - Nova Serrana - MG Data: 18 e 19 de março de 2014

Olá Amigos,

Eu(Marcio David), o Júnior e nosso amigo Claudinho, saímos de São Paulo na madrugada do dia 18, fizemos uma viagem tranquila e as 9h da manhã já estávamos chegando na Fazenda Paraná, onde fomos muito bem recebidos pelos funcionários do local.

Segue duas fotos aéreas para vocês terem uma idéia de como é e o tamanho do lago da fazenda Paraná.

Assim que chegamos, montamos as tralhas lentamente e antes de começar a pescaria, seguimos até o deck dentro da casa do Klebinho e lá fizemos alguns arremessos e em segundos, fisgamos dois pequenos exemplares.

Depois disso, nosso destino seria o restaurante, onde pescaríamos até o almoço e foi de lá que vimos dezenas de carpas cabeçudas nadando pelo lago, bem na superfície. Estávamos pescando com o pão flutuando e notamos que as carpas ficavam paradas embaixo dos pedaços de pão, foi onde eu falei para o júnior passar o anzol pelo pão, o deixando pendurado. Ele arremessou esse pão e começamos a montar as outras varas para ir em busca dos tambas, quando vimos que sua linha estava esticando e para nossa surpresa uma cabeçudas estava fisgada no tal pão.

Eu ainda fisguei um pequeno tambinha no pão e um outro pescador estava com outra cabeçuda no outro lado do lago.

Depois do almoço, nos dirigimos ao lado oposto ao restaurante, onde pescaríamos a tarde toda. O Claudinho pescou somente com as Bóias Cevadeiras Barão com chicotes e como iscas os tradicionais evas com miçangas.

A voracidade dos peixes na Fazenda Paraná é de impressionar, visto o resultado da miçanga e do eva depois da briga.

O Claudinho, insistindo nos evas fisgou um belo exemplar com os eva's, este pesado, marcando os 25,06 kg.

Com o pão flutuando direto na linha da carretilha, apenas com um líder, o Júnior fisgou um belo exemplar que rendeu uma ótima briga. Peixe pesado na marca dos 23.810 kg.

No final da tarde o Júnior ainda fisgou mais um exemplar com o pão e no começo da noite eu peguei mais dois tambacus menores também com o pão.

Na manhã seguinte eu acordei e logo cedo fisguei dois exemplares no deck e outros dois na margem oposta, todos eles com o pão flutuando.

No cantinho do lago o Júnior fisgou outro exemplar usando o pão. O peixe estava manhoso, mas estávamos aproveitando a ceva que o Claudinho estava fazendo com a cevadeira para esperar os tambas subirem e depois era só arremessar o pão.

O Júnior resolveu fazer alguns arremessos com a cevadeira e evas(anteninha) e fisgou um bonito exemplar.

Depois disso, o peixe ficou manhoso, então trocou os evas, por apenas um anzol chinú com uma única miçanga a 5 cm de profundidade e o resultado foi positivo.

Esse final de tarde foi bem divertido, Fisgamos peixes nos evas, na miçanga afundadinha e no pão flutuando.

Eu comecei então a usar a bóia cevadeira com chicote de 1,5mts com um pequeno pedaço de pão flutuando, e fisguei um bonito exemplar.

O Júnior fisgou um belo peixe, porém este passou entre os paus do aerador e saiu em disparada para a lateral do lago, tomou os 120 metros de linha da carretilha, quase zerando o carretel.

No desespero, peguei minha vara de fundo e arremessei uns 20 metros para a direita, para tentar pegar a linha depois do enrosco. E deu certo, aos poucos fui trazendo a linha, mas como a linha da carretilha estava no fim, a linha do peixe não chegava até a margem, por sorte o peixe estava mais ou menos quieto.

Enfim, minha linha estourou. Peguei uma outra vara e arremessei novamente, peguei a linha e fui trazendo até que peguei a linha com o peixe e comecei a segura-lo literalmente no dedo. Enquanto isso, o Júnior e o Claudinho, soltaram a linha da carretilha ( o peixe estava somente na minha mão ), puxaram toda a linha, passaram pelos passadores, amarraram de novo. Enquanto isso eu andei por cerca de 100 metros, onde vi o peixe na superfície bem embaixo do deck. Fui até o deck e com o passaguá consegui pegar a linha e aí novamente briguei com o peix ena mão, até o Júnior recolher a linha e vir até onde estávamos. Aí passamos a vara pelo deck e eu assumi o controle com a vara enquanto o Júnior pegou o passaguá e entrou na água para pegar o peixe.

Trabalho em equipe melhor que este, não existe.

O peixe estava ainda no passaguá e o Júnior disse que o peixe tinha uns 22kilos, o Claudinho disse que tinha uns 25 kilos e eu na brincadeira disse que o peixe tinha 23.9 kg. Ao pesarmos o peixe foi só risada por o peixe tinha exatos 23,09 kg. Um mostro que nos deu muito, mas muito trabalho.

Isso é Fishingtur !!!

O final da tarde e começo de noite foi correria, muitos tambacus fisgados no pão e na salsicha flutuando.

Agradecemos ao Klebinho pela amizade e confiança em nossos trabalhos e agradecemos também a toda sua família e funcionários.

Abraços

Marcio David

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