Pousada Vale do Cachara – Nossa primeira pescaria nas águas do Rio Guaporé em Rondônia


Local: Pousada Vale do Cachara – Rio Guaporé – Cabixi – Rondônia – Brasil Data: 20 a 25 de abril de 2011

Olá Amigos!

Nossa equipe foi convidada pelo proprietário da Pousada Vale do Cachara, para fazer uma série de reportagens em busca dos grandes peixes do Rio Guaporé. A Pousada está situada na cidade de Cabixi, interior do estado de Rondônia.

Nossa equipe saiu de São Paulo com destino a Vilhena, fazendo escala em Cuiabá. Chegamos no aeroporto de Vilhena as 22 horas e fomos recepcionados pelo dono da pousada, o Valdecir. Seguimos com ele por aproximadamente 2h:30min de estrada até chegarmos na Vale do Cachara. Estrada 70% asfaltada e o restante de chão batido em ótimo estado.

Nos acomodamos no chalé e antes mesmo de dormir já arrumamos algumas tralhas, pois a expectativa era boa.

Logo pela manhã, acordamos bem cedo, seguimos para o restaurante para um ótimo café da manhã e estávamos prontos para começar e grande luta em busca dos peixes. Já no porto flutuante da pousada, uma pausa para uma foto de nossa equipe com o dono da Pousada. Pescamos em dois barcos, alternamos as duplas no decorrer dos dias e como sempre a diversão tomou conta da pescaria. O Rio Guaporé é realmente muito bonito, a mata selvagem toma conta de suas margens com muito verde e grandes áreas alagadas. Uma curiosidade é que, descendo o Rio Guaporé, uma das margens pertence ao Brasil e a outra margem já é território Boliviano. É permitida a pesca até a margem boliviana, não sendo permitido entrar nas lagoas da Bolívia. Em vários pontos do rio, encontra-se a placa boliviana. Permanecemos apoitados em um bom ponto por muito tempo, perdendo algumas fisgadas, e conversando muito com nosso guia de pesca, o Pixaco, que mora na beira do rio a muitos anos e conhece como ninguém essa região.

Os Equipamentos que eu usei:

-Vara Althezza V, 6’0? – 20-40 libras – Albatroz Fishing -Carretilha Omega 50L – Albatroz Fishing -Linha 0,45mm Asso Super mono

-Vara Amazon Tucuna III, 6’0? – 36 libras – Fleming -Carretilha Abu Garcia -Linha 0,45mm Asso Super mono

-Vara Althezza II, 5’0? – 8-20 libras – Albatroz Fishing -Carretilha Lubina Black Window – Marine Sports -Multifilamento Multi Power 0,30mm – 45 libras

-Vara Apache III, 5,6? – 6-17 libras – Fleming -Carretilha Scorpion 1001 – Shimano -Multifilamento 0,35mm 50 libras

Os demais integrantes da equipe estavam com equipamentos semelhantes. Após um bom tempo de espera, minha vara que estava cm um pedaço de piau deu uma beliscada e a linha afrouxou. Apenas estiquei a linha e deixei, mas ela afrouxou de novo, peguei a vara e senti que a linha estava se movendo lentamente, recolhi o excesso de linha e fisguei, nesse exato momento tomei uma puxada bem forte para o meio do rio, automaticamente o nosso guia soltou o barco e a briga começou. Grandes puxadas e corridas rápidas, mas o peixe chegou rápido para baixo do barco, mas foi aí que a brincadeira realmente começou, em certo momento o peixe subiu a superfície e nós vimos que se tratava de um bonito Caparari, peixe que briga na superfície, dando rabadas e jogando água pra cima o tempo todo, assim como coloca a cabeça fora da água balançando-a tentando se livrar do anzol. Realmente uma briga forte e muito divertida. Até que o peixe cansou e conseguimos embarcá-lo.

Uma curiosidade é que no lado boliviano, o rio é cercado por uma grande cordilheira que corta o país boliviano, cruzando para o Chile, já em território chileno recebe o nome de Cordilheira dos Andes. Entre um peixe e outro, sempre parávamos para bater umas iscas artificiais, pois o Rio Guaporé tem uma grande quantidade de Tucunarés, Apapás, Bicudas e Cachorras, mas como o rio estava muito cheio, muito cheio mesmo, esses peixes estavam cerca de 50 a 100 metros pra dentro da floresta que estava inundada. Mas aos poucos um ou outro peixinho foi aparecendo nas artificiais. Outra pescaria que fizemos foi a pesca das Corvinas na rodada. Um pescaria simples e bem divertida que consiste em subir com o barco até determinado ponto do rio e descer rodando com tuvira, lambari ou outra isca viva, isso é fatal para as Corvinas. Com um equipamento leve a brincadeira fica muito divertida. Nesta pescaria eu já estava com Valdecir, proprietário da pousada e que foi guia de pesca nesta semana.

Além do Rio Guaporé, pescamos também em alguns pequenos afluentes como o Rio Escondido, Rio Cabixi e Rio Piolho e foi no Rio Piolho que encontramos uma outra maravilha da região amazônica, a famosa Vitória Régia.

De volta ao mesmo ponto de pesca onde eu havia fisgado o caparari, o Júnior engatou outro grande exemplar, também fisgado com um pedaço de piau. Peixe brigador e de muita resistência. Outro fato que não posso deixar de mostrar, é o contato com a natureza que temos em um lugar como esse. São pererecas, macacos, jacarés, tartarugas, aves, e uma quantidade muito grande e diversificada de borboletas. Bem no final da tarde, estávamos na espera dos grandes peixes, e o Júnior colocou um Jig com penas brancas e começou a jigar embaixo do barco. Primeiro ele fisgou uma piranha e depois ele fisgou algo bem maior que passou por baixo de um toco e tomou muita linha até que acabou estourando o multifilamento. Infelizmente ficamos sem saber que peixe era, mas segundo nosso guia, já aconteceu de fisgarem cacharas e capararis no Jig. mas ainda estávamos pensando nisso quando a vara do júnior que estava na espera começou a envergar, ele fisgou e outra vez uma boa briga com muita força barulho na superfície resultou em um grande caparari. Como em todo território amazônico, o pôr-do-sol é um capítulo a parte. As fotos abaixo dispensam qualquer tipo de comentário.

Já estava quase escuro quando o Júnior arremessou mais uma vez o pedaço de piau bem próximo a margem e ainda com a vara em mãos ele sentiu a linha esticar e fisgou, mas agora uma corrida mais pesada e uma briga mais no fundo, só depois de um bom tempo de briga é que o peixe subiu e conseguimos ver o gigantesco Caparari. Ainda no mesmo ponto e com a mesma isca o Júnior ainda fisgou outro peixe, este com a briga no fundo e com corridas para a margem, indícios de ser um pirarara, até que com o auxílio de uma lanterna vimos o bonito rabo vermelho logo abaixo do barco, foi felicidade geral. Um pequeno exemplar, mas é uma Pirarara.

Texto por Marcio David Fotos por Marcio, Júnior, Silvio e China

Abraços!

Marcio David Equipe Fishingtur

AGRADECIMENTOS

Pousada Vale do Cachara

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