Rio Água Boa – A casa dos TucunaREX gigantes em Roraima


Local: Rio Água Boa – Roraima – BR Data: 20 a 25 de setembro de 2014

Olá Amigos!

A equipe Fishingtur a convite do amigo Carlinhos, um dos proprietários do Barco Hotel Dona Socorro, foi convidada para fazer a primeira pescaria da temporada 2014/2015 em um dos rios mais desejados do nosso Brasil, o famoso Rio Água Boa, casa dos TucunaREX, o berço do cobiçado Tucunaré Açu.

-Barco Hotel Dona Socorro Caracaraí – Roraima – BR 062 3364-2710

Data fechada com o amigo Carlinhos, um bom bate papo com o gerente do barco, o Éden, e faltando apenas 20 dias para a viagem, corremos atrás de patrocínios de iscas, equipamentos e passagens aéreas. Graças a Deus o nome do Fishingtur é muito bem visto e rapidamente tivemos o retorno de grandes amigos e dias antes de nossa viagem estava tudo pronto. Não podemos deixar de agradecer a grandes amigos e parceiros que estiveram com o Fishingtur nesta viagem:

– Expedição Água Boa – Roraima – BR –

Klebinho – Fazenda Paraná Léo – Massas Paturi Tiago e Hideki – Abu Garcia Marcelo e Marcel - Zagaia Lures Flavio – Extreme Jigs Fernando Gil – Fishing Master Viniciues - Yara Iscas Augusto – Iscas Nakamura Carlinhos, Éden e Guabi – Barco Dona Socorro

Nesta aventura, embarcamos eu (Marcio David) e nosso amigo China. Saímos de São Paulo em voo direto para Manaus, onde aguardamos o próximo voo para a capital de Roraima, a cidade de Boa Vista, cerca de 1h:20min de voo. Ao chegarmos no aeroporto de Boa Vista, fomos recepcionados pelo amigo Éden e sua equipe, os quais fizeram nosso translado com cerca de 140 km de estrada asfaltada em ótimo estado, até a cidade de Caracaraí, as margens do Rio Branco. Trajeto feito em menos de 2 horas em carro ou van, com ar condicionado. Assim que descemos do carro, já avistamos o formoso Barco Hotel Dona Socorro, barco muito bonito e muito bem distribuído, com 6 cabines duplas que acomodam até 12 pescadores, possui uma grande varanda com mesas e um refeitório de bom tamanho. Entramos no barco e logo já estávamos acomodados em nossa cabine, com beliche, ar condicionado central e banheiro privativo. Arrumamos nossas coisas e subimos para saborear um bom café da manhã, enquanto o barco descia o Rio Branco a caminho do Rio Água Boa.

Equipamentos montados, carretilhas lubrificadas e com Carbontex para poder segurar as corridas dos gigantes, excelente trabalho realizado pelo amigo Fernando Gil da Fishing Master. Iscas escolhidas e agora era só esperar o momento e começar os arremessos.

Ainda no Rio Branco, na boca do Rio Água Boa, começamos os primeiros pinchos. O rio estava relativamente muito baixo para a época, mas assim que descemos para as voadeiras recebemos as notícias que o rio que tinha baixado mais de 2 metros, estava recebendo água, ou seja, o repiquete veio nos dar boas vindas. Para quem não sabe, essa mudança brusca na altura das águas muda e muito o comportamento dos peixes, os quais param de comer e/ou ficam muito manhosos. Enfim, refeitos da péssima notícia, seguimos com nosso guia, o Pixilingue e primeiramente entramos em uma grande lagoa e depois de muitos arremessos, experimentando as novas iscas da Yara Iscas, hélices e poppers (Devassa e Quimerinha), o China que estava com a Zig Zara do Nelson Nakamura engatou o primeiro peixe do dia. peixe este que subiu rebojando na minha hélice e que ele fisgou na sequencia com a zig zara.

Eu, continuando com os testes das novas iscas, agora com a Zaracaré 120, isca nova do Nakamura, no terceiro pincho uma explosão me assustou e a fisgada foi instantânea. O meu primeiro bocudo em Roraima.

Agora, já no Rio Água Boa, local o barco hotel ficou ancorado, saímos para explorar o lugar. O Rio Água Boa estava bem baixo também, com muitas praias e barrancos altos, mas também tinham pontos que a água estava a mais de 15 metros para dentro da mata. E com o nosso inimigo e irritante repiquete, os peixes é lógico, estavam escondidos no meio do mato. Era comum ouvir muitas explosões dos gigantes a mais de dez metros para dentro do mato. Tinham lagoas com fácil acesso, outras com pouca água para entrar e outras com a entrada totalmente seca. Na boca de uma dessas lagoas, o China insistiu com a Zig Zara 110 e conseguiu literalmente desenterrar um tucuninha de dentro do mato.

Sem preguiça e a todo momento mudando de iscas, fiz alguns arremessos com a zara da KV, barulhenta por sinal, e o paca não resistiu, atacou a isca a menos de 3 metros do barco.

A todo momento eu alternava as iscas, ora a hélice Devassa da Yara, ora o popper Titan e Minotauro da Zagaia, sem falar na hélice Jet 120 do Nakamura ou a Kaluana da Zagaia. Dezenas, centenas de arremessos fazendo barulho e cansando os braços, mas os peixes não estavam nem aí. Tentava as iscas de meia-água ou até os Jigs da Extreme Jigs, mas nada. O peixe não queria saber de absolutamente nada nesta manhã.

Após o almoço e depois de uma manhã inteira analisando o rio, notamos que os peixes não estavam dentro das lagoas e sim na boca das lagoas e na ponta das ilhas e praias e foi nestes lugares que resolvemos explorar. Lembrando que o repiquete estava nos acompanhando. Em um ponto dito por nosso guia que era a casa de grandes tucunarés, eu particularmente insisti com a hélice da Jenner, depois coloquei a hélice Kaluana da Zagaia e no segundo pincho, a hélice veio trabalhando a mais de 30 metros de distância e ao chegar mais perto, diminuí o ritmo e ao parar a isca a 3 metros do barco a explosão assustou a todos, a reação foi fisgar, mas só me dei conta do ocorrido quando a varinha ficou bebendo água e a fricção disparada. Travei o carretel no dedo e segurei na unha para que ele não fosse para a galhada, isso porque eu estava com uma varinha de 17 libras, mas arrisquei e o peixe parou, dando um lindo salto e correndo para o meio do rio, mais tranquilo para uma breve briga até encostar no barco. Era um bonito Tucunaré Açú.

Descendo o rio, fazendo arremessos mesmo em meio a correnteza, o China fisgou outro tucuninha na zigzara. Peixe que na correnteza ganhou muita força.

Voltamos no mesmo local onde o guia nomeou de “a casa do gigante“. Eu desta vez estava com a Zig Zara e o China com a Zara Cascavel 120 da Zagaia. Em meio ao molongó, vegetação quase submersa, em uma abertura fiz alguns arremessos quando de repente um bom rebojo quase fez minha isca desaparecer. O China que estava na sequencia arremessou e no segundo trabalho da isca a explosão quase tomou a vara de sua mão, várias rebojadas e tomadas de linha até a mancha verde aparecer na superfície. Mais um lindo Tucunaré Açú.

Mesmo com o tal do repiquete querendo atrapalhar nossa pescaria, em muitos momentos fazíamos boas fisgadas de peixes menores, isso sem falar nos cardumes de chaveirinhos, mesmo sendo pequenos, a emoção do ataque na superfície é demais !!!

Navegando lentamente em um Igarapé, fazendo dezenas de arremessos e nada do peixe aparecer. Nosso guia Pixilingue nos disse que na boca do lago a nossa frente tinha muita galhada e que valeria insistir nos arremessos. Não pensei duas vezes, coloquei uma hélice das grandes e esperei o ponto chegar. Eu fiz mais de 10 arremessos praticamente no mesmo ponto, e o China com a zigzara também ficou por perto. Eu já estava quase desistindo quando sem esperanças vim trabalhando a hélice bem devagar. No meio do caminho entre a galhada e o barco surge quatro, eu disse quatro Tucunarés gigantes nadando em direção a isca. Eram dois na frente e dois mais atrás. Eles nadando rapidamente e eu trazendo a hélice ainda devagar. Ao chegar perto do barco, eu não tinha mais como trabalhar a isca e com isso os dois tucunas da frente pararam. Minha reação foi arrastar a isca para o lado. Um dos tucunarés que estavam vindo atrás passou na frente dos outros e abocanhou a isca. Eu fisguei, ele rebojou na superfície e os outros assustaram e voltaram em direção a galhada. Nesse exato momento o China arremessou e assim que a isca caiu na água, um deles que estava voltando atacou e nosso dublê estava feito.

O meu peixe praticamente não conseguiu brigar muito, na verdade ele brigou, mas não conseguiu tomar linha, pois assim que eu fisguei, eu consegui manter a cara dele fora da água, ele ficava se batendo tentando descer, mas eu travei o dedo no carretel e não deixei. Por pouco não quebrei a vara, só depois que vi que ele já tinha perdido a força de explosão foi que aliviei e deixei ele nadar perto do barco. Enquanto isso o peixe do China bateu na zara e levou tudo direto para a galhada. Foi uma corrida só. Tivemos paciência, pegamos o meu peixe com o grip, e depois seguimos até em cima da galhada com o barco, onde o China consegui tira-lo e brigar mais tranquilamente. Nosso amigo Pixilingue foi nosso fotógrafo. Um belo dublê de gigantes no Rio Água Boa em Roraima. A emoção foi tanta que mesmo depois de soltar o peixe eu tremia de tanta adrenalina, Foi show !!!

Um detalhe que fez a diferença na minha pescaria foi o freio carbontex que o Fernando Gil da Fishing Master colocou em minhas carretilhas. Foi o Carbontex que me ajudou a segurar esse último tucunaré do jeito que eu segurei. A fricção ficou bem mais forte e isso foi essencial. Eu estava usando a Carretilha Revo STX da Abu Garcia, com uma vara de 20 libras e multi 65 libras.

Equipamentos:

-Vara Shift Rapala 5’6? – 17 libras -Vara customizada 5’6? – 20 libras -Vara Freedom 6?0? Fleming - 25 libras

-Carretilha Scorpion 1001 – Shimano -Carretilha Revo STX – Abu Garcia -Carretilha Chronarch D7 – Shimano

-Multifilamento 65 libras, 8 fios

-Líder de 65 libras

Iscas Artificiais usadas:

-Hélice Kaluana 35g – Zagaia -Hélice Devassa – Yara -Hélice TucunaRex 170 – Jenner -Hélice Jet 120 – Nakamura

-Zara Cascavel 120 – Zagaia -Zig Zara 110 – Nakamura -Zaracaré 120 – Nakamura -Zara Dr. Spock – KV

-Meia-Água Biguá Gold 120 – Zagaia -Meia-Água Borá 12 – Nakamura

-Popper Minotauro 34g – Zagaia -Popper Titan 37g – Zagaia -Popper Quimerinha – Yara -Prima Gold – Zagaia

-Jigs 15g – Extreme Jigs

Voltando a pescaria,…..

E nas praias, era fatal achar os cardumes dos menores. Diversão garantida na ponta da linha.

Entramos em diversas lagoas, algumas com nível bem abaixo do normal, mas os peixes não estavam por lá, apenas ouvíamos as explosões fora da lagoa, ou em pontos com a água dentro do mato. O China pegou a hélice da Zagaia para testar, fez dezenas de arremessos bem para o meio do lago, uma isca que arremessa bem e faz um trabalho leve. Quando ele menos esperava um grande e valente paca explodiu na hélice. Não precisou nem fisgar e depois de uma corrida rápida o danado veio para a foto.

Retornando para o Barco Hotel, nosso guia disse que iria passar novamente na “casa do gigante” e chegando lá o China começou com a hélice e eu com o Jig da Extreme. Nenhuma ação, então mudei para a zara Cascavel da Zagaia. Fiz uns três arremessos e comecei a zarar bem devagar, bem lento, quase que parando a isca antes de trabalhar novamente. E não é que, já bem longe da galhada outra gigantesca explosão fez minha varinha de 17 libras quase voar de minhas mãos. Eu estava com a Carretilha Scorpion 1001 e a Vara Shift. Abusando do Carbontex, eu deixe a fricção bem travadinha e o peixe não conseguia puxar muita linha, ele conseguia nadar para baixo e subia rebojando, ía para baixo e subia, não dei chance alguma dele ir para o mato. As pernas tremiam ao ver ele chegando perto do barco, emoção e adrenalina, coração disparado, algo inexplicável.

A todo momento eu renovava as iscas que iria usar. Tentei todos os modelos, tamanhos, cores, trabalhos, mas em certos momentos, parecia que não tinha peixe nenhum no rio, e em certos momentos as explosões nas galhadas pareciam fogos de artifício. A dificuldade de se achar o peixe era tanta que quando aparecia um pequeno tucunaré, já era motivo de festa.

Em uma boca de lago, com correnteza bem rápida, tinha uma árvore caída bem na frente de uma praia, lugar perfeito para ter um grande tucunaré, porém já tínhamos passado por ali umas três vezes com as iscas de superfície e não tivemos nenhuma ação. Desta vez, como o China estava com a zara, resolvi colocar o Jig branco e rosa da Extreme. o China fez dois a três arremessos e eu fui na sequencia. O Segundo arremesso eu acertei o barranco e a isca caiu exatamente no buraco entre a árvore e a terra. Trabalhei o Jig três vezes, passei ele por cima do galho e bastou ele cair na água pra eu ver a mancha verde subindo, dei dois toque na vara, fazendo o Jig balançar e ele abocanhou. Abocanhou e já nadou para baixo da árvore. Eu aliviei o carretel e deixei ele tomar linha. Enquanto isso nosso guia deu a volta na árvore com o motor elétrico, foi onde eu consegui passar a linha e ter uma briga limpa com mais um gigante. Tudo acontece em segundos, mas a impressão que temos naquele momento é que demora horas. Perdemos a noção do tempo, jogamos toda emoção pra fora. Um momento que todo pescador tem que viver pelo menos uma vez na vida. Ficar frente a frente com o temido e desejado Tucunaré-Açú.

Eu estava feliz da vida, e descendo o rio, avistamos em todas as praias dezenas de cacharas, mas bastava a isca cair perto delas que eles fugiam, estava, assustadas e manhosas. Foi quando vi uma um pouco maior. Na verdade dá para ver somente a mancha na água. Arremessei o Jig, desta vez o amarelo e vermelho, vim recolhendo bem devagar e ao passar por este peixe, ele virou e começou a nada atrás do jig, vim recolhendo e quando diminuí o ritmo ele atacou. Tudo isso no visual. Eu fisguei e ele correu rapidamente pela lateral, eu travei, a linha esticou e ele saltou e para nossa surpresa era uma pequena pirarara que brigou bem na varinha de 17 libras até encostar no barco. Pirarara pequena e barriguda. Ainda na mesma praia, fiz outro arremesso e desta vez quem apareceu foi o colorido Jacundá.

Passando novamente pela “casa do gigante“, em 4 arremessos o peixe bateu e rebojou forte 3 vezes nas iscas do China, mas sem sucesso. Na manhã seguinte seguimos direto para esse mesmo ponto. E depois de muito insistir, uma explosão a menos de 4 metros do barco, digo uma baita de uma explosão na zig zara, jogaram uma dinamite na água literalmente. Esse peixe ao invés de correr para a galhada deu vários saltos, coisa linda de se ver até que o China conseguiu embarcar o gigante.

A pescaria de tucunarés é realmente algo que motiva o pescador, pois você nunca sabe o momento que o peixe vai bater ou explodir em sua isca, você fica ansioso, atento e concentrado o tempo todo, mas quando você menos espera a explosão te pega de surpresa. Isso é demais !!! Foi assim que o China pegou mais um belo Paca. Trabalhando a isca por trabalhar, sem pretensão alguma. A isca já estava parada quando ele pensou em levanta-la, o enorme Paca atacou. A varinha foi quase toda pra dentro da água. O mais engraçado foi a cara de assustado do China. Só risada dentro do barco.

Paramos um pouco com as artificiais, encostamos o barco perto de uma praia, colocamos chumbada pequena e anzol 5/0 a 7/0 encastoado com pedaço de peixe. Ficamos 30 minutos nesse ponto e pegamos 4 cacharas, 1 barbado, 2 piranhas e 1 tucunaré. Tudo isso em apenas 30 minutos. Isso mostra a qualidade do Rio Água Boa.

No dia seguinte, o Barco Hotel Dona Socorro já estava navegando, pelo Rio Branco, voltando para Caracaraí, quando aproveitamos e paramos em uma lagoa muito bonita e bem grande. Começamos a fazer os arremessos. Eu estava brincando com o Popper da Yara Iscas quando um valete tucuna saiu da galhada e literalmente voou em cima da isca, este estava realmente irritado com o barulho da isca.

E mais uma vez com a zara Cascavel da Zagaia e novamente com trabalhos bem lentos outro belo Tucunaré Açú explodiu na superfície nos dando tchau a nossa pescaria. Retornamos para o barco hotel para seguir viagem. Felizes pelos ótimos peixes capturados, mas tristes pelo repiquete ter atrapalhado e muito nossa pescaria.

Nesta viagem, por coincidência, encontramos dois grandes amigos, o Arnaldo e seu filho Arnaldinho, leitores do Fishingtur e amigos de pescarias nos pesqueiros de São Paulo. Eles dois fizeram assim como nós uma boa pescaria nesta semana. Segue as fotos.

Em nossa última noite o pessoal do Barco Hotel Dona Socorro, preparou um belo Lual com churrasco em uma das praias do Rio Branco. Muita comida, bebida, música e muitas mentiras pra contar…..

Agradecemos a todos os nossos parceiros e patrocinadores por esta aventura no estado de Roraima. Um forte abraço a todos os nossos amigos.

Um abraço e um agradecimento especial ao Carlinhos por confiar em nosso trabalho, ao Guabi e Éden que conhecemos pessoalmente no barco e a todos os integrantes da equipe, a toda a tripulação do barco.

E você que quer fazer uma pescaria como esta, não perca tempo, entre em contato e garanta já a sua vaga para a próxima temporada.

Abraços e boas pescarias,!

Marcio David Equipe Fishingtur

Fotos por: Marcio David, China, Pixinguile, Arnaldo e Arnaldinho Texto por: Marcio David

AGRADECIMENTOS

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