Pesqueiro: Clube de Pesca Engenho Velho, em Trindade-GO.


Pesqueiro: Clube de Pesca Engenho Velho, em Trindade-Go Data da Matéria: Julho de 2009

Pescadores e Internautas!

Estivemos eu e a Cris, minha mulher, no Pesqueiro Engenho Velho, na cidade de Trindade-Go. Fomos visitar o nosso amigo José Leão, pescador assíduo desse clube de Pesca. Saímos de Anápolis-GO, passando por Goiânia, logo após uns 50 km, pela rodovia BR-153. Pegamos a rodovia GO-040, conhecida por “Avenida dos Romeiros”, e logo depois de uns 8 km, viramos a direita antes da fábrica da Coca Cola. Para chegar ao Engenho Velho é muito fácil e rápido, pois existem muitas placas de indicação durante o caminho, a poucos quilômetros do centro de Goiânia. O Pesqueiro oferece muito conforto ao pescador e visitante, em um ambiente muito agradável, onde podemos destacar: Restaurante, amplo estacionamento, Bar, piscinas, parquinho para a criançada, pesque e pague e pesca esportiva. No lago principal, os quiosques são amplos, com cadeiras confortáveis e mesas. É tão espaçoso que alguns pescadores até colocam redes para descanso. Outro detalhe importante é que existe um banheiro masculino para cada quiosque.

Algumas fotos cedidas pelo pesqueiro:

Vista aérea do pesqueiro.

Pescaria:

Para esta pescaria levamos somente as iscas: ração molhada na pinga, miçangas, evas e pão adormecido. Logo que chegamos, pouco antes da hora do almoço, tivemos a notícia de que já havia saído alguns peixes, pegos pelo José Leão e seu amigo Toninho. Eles estavam sem máquina naquele dia, por isso não fizeram as fotos. Enquanto estávamos montando o equipamento, o Leão engatou um tambaqui na miçanga.

Logo depois a Cris pegou o seu peixe, um pacu muito brigador.

Observe o detalhe do sistema de miçangas e como ela fisgou o peixe pelo céu da boca.

Dica: A montagem do sistema de boiá cevadeira, eva e miçanga, cada pessoa faz da sua maneira, variando de acordo com as condições do pesqueiro, do vento, do sol, e outros fatores. Eu prefiro passar um pedaço de vela no chicote entre a boiá cevadeira e a boinha de aviso, que chamamos aqui de “boinha caguêta”, para que a linha não afunde. Neste dia o que estava tendo mais resultado era quando colocamos uma seqüência de quatro evas antes do anzol, separados por uns 5 cm cada, sendo os dois últimos unidos e junto ao olho do anzol. Não estava ventando muito e os peixes estavam comendo bem na superfície, o sol estava encoberto por nuvens boa parte do dia.

O material usado nesta pescaria:

-Vara Alttheza IV - 6’6, 1,93m - 15/30lbs, Carretilha Brisa GTO 8000 com linha mono Spider Mazzaferro 0,40mm. Bóia Barão com chicote de uns 1,50m a 02m com linha Equilon 0,50. Sistema de Eva e miçangas (anzol wide gape 3/0).

-Vara Oscar da Ottoni - 1,80m - 15/30lbs, Carretilha Sumax com linha mono 10x Mazzaferro 0,40mm. Bóia Barão com chicote de uns 1,50m a 02m com linha Equilon 0,50. Sistema de Eva e miçangas (anzol wide gape 3/0).

-Vara Oscar da Ottoni - 1,80m - 15/30lbs, Carretilha Titan 4000 com linha mono Camonline 0,40mm 40lbs. Bóia Barão com chicote de uns 1,50m a 02m com linha Equilon 0,50. Sistema de Eva e miçangas (anzol wide gape 3/0).

Eu fisguei um belo tambacú, numa bela briga, “Seeguuuuraaa Peeexxxxãããoooo”!!!

O Leão pegou esse tambaqui.

O pescador do quiosque ao lado pescou um piau com massinha de fu