Pesqueiro Lago Verde – Nossa equipe vai a Goiás pescar a famosa Tambatinga


Local: Clube de Pesca Lago Verde – Goiânia – Goiás Data: 12 e 13 de junho de 2009

Olá amigos!

Neste último feriado nosso amigo Gilberto Jr, juntamente com seu amigo China fizeram duas ótimas pescarias em Goiás. Eles passaram dois dias no Paraíso Verde e dois dias aqui no Lago Verde em Goiânia. Os loucos percorreram um pouco mais de 1.100 km de carro até Goiás para passar o feriadão nestes dois pesqueiros. Segundo o Jr, voltaria novamente pois a qualidade da pescaria do estado de Goiás é muito boa, não só na estrutura dos pesqueiros como a qualidade das espécies, tamanhos e briga dos peixes. Como sabemos, estamos entrando em uma época de frio e que o rendimento das pescarias cai e muito, mesmo em Goiás que é um estado quente, essa época diminui um pouco a ação dos grandes peixes. Nossa equipe aqui de São Paulo teve a companhia de nosso colaborador de Goiás o Eduardo e do José, conhecido na região como Leão.

Os pescadores de Goiás usam muito pouco as boias cevadeiras, preferindo a pesca de superfície sem boias ou a pesca de fundo. Nossa equipe foi a pedido de nosso amigo Emerson das Boias Barão, testar as boias e os novos chicotinhos/iscas confeccionados pela Barão. Sucesso total. A pesca de cevadeiras foi melhor do que o esperado. Os novas iscas da Barão são pequenos chicotes com anzol e cabo de aço flexível, para a pesca com miçangas e evas. Essas iscas estão em fase final de testes e 100% aprovadas aqui em Goiás. Para o próximo verão será uma grande promessa de grandes brigas aqui em São Paulo. Em minha próxima pescaria estarei testando estas iscas aqui em São Paulo e estarei fazendo a apresentação delas a todos vocês. Depois de conhecer toda a estrutura do Lago Verde, assim como o Hotel recém inaugurado que vocês poderão conferir na matéria de turismo sobre o Lago Verde, nossos colaboradores montaram os equipamentos e boias na água.

O Peixe da vez foi uma espécie nova em pesqueiros, aqui em São Paulo é bem raro de ver essa espécie. Um híbrido do Tambaqui com a Pirapitinga, a TAMBATINGA se diferencia do Tambacu (Tambaqui x Pacu) pela cor mais clara e pela força e resistência que se supera do pacu, tambacu e tambaqui.

Logo pela manhã os peixes menores, na faixa de 2 a 3 kg foram saindo o tempo todo na cevadeira, no decorrer do tempo e com o sol esquentando os maiores começaram a sair também, fazendo cantar a fricção das carretilhas.

A força desse peixe é algo incomparável. A primeira corrida de linha leva facilmente 30 metros de linha e no final de uma briga de 20 minutos, exemplares de 4 a 7 kg surpreendem pelo pouco tamanho e pela tamanha força.

Os equipamentos usados foram os mesmos usados aqui em São Paulo, Varas Pampo de 2,40 mts com carretilhas com linhas 0,30 e 0,35 mm, conjuntos esses mínimos para o lugar, pois com certeza se fosse fisgado exemplares bem maiores seria improvável de conseguir tirar. No local há redondos acima dos 40 kg.

As miçangas usadas foram: marrom, caramelo, café com leite, e coquinho. O chicote da cevadeira até a isca foi feito de linha Mono 0,50 mm. Foi usado o anzol com cabo de aço flexível das Boias Barão.

Um grande redondo foi fisgado ao lado de nossa equipe e segundo o Júnior que ajudou o pescador, o grande Tambaqui de 22 kg brigou bem menos que as Tambatingas. Dá até para imaginar a força que esse peixe deve ter.

A alegria ficou por conta das Tambatingas que atacaram as miçangas o dia todo. A cada dois arremessos um peixe era fisgado.