Pesqueiro Paraíso Verde – Veja o Troféu com mais de 65 kg


Olá amigos a partir de hoje o Fishingtur tem mais um novo e grande pescador e colaborador. Segue abaixo a primeira matéria de nosso amigo Eduardo Caldas, diretamente da região de Goiás.

Boa Sorte Edu. Marcio David Local: Paraíso Verde Pesca e Lazer – Campo Limpo-Goiás Data da pescaria: 17 de Janeiro de 2009.

Olá amigos pescadores e internautas!

A partir de agora estarei trazendo a todos vocês leitores do site, alguns relatos de pescarias realizadas em pesqueiros no Centro Oeste de nosso país, mais especificamente na região entre Goiânia e Brasília e nos rios dos estados de Goiás e Tocantins. Gostaria de agradecer ao Marcio David e a todos os integrantes da Equipe do Fishingtur, pela recepção e dizer que espero contribuir para ilustrar ainda mais o melhor, e agora o mais completo site sobre pesca do Brasil, em minha opinião. Estivemos este final de semana no Pesqueiro Paraíso Verde em Campo Limpo-GO e pescamos lá no sábado. Chegamos por volta de nove horas e começamos a pescaria montando o equipamento. Nos finais de semana só podemos montar duas varas por pescador, o que restringe muito a pescaria. Por outro lado, também acaba racionalizando os espaços dos quiosques e evitando aquelas redes de linhas cruzadas e embaraçadas que tanto detestamos.

Pesqueiro Paraíso Verde

Neste pesqueiro encontramos peixes variados, tanto de escamas (os famosos redondos: tambaqui, pacu, tambacu, piraptinga e também pirarucu, tilápia e dourado) e de couro (pintado, cachapira e pirarara).

Pirarara

Cachapira

Tamba

Tambacu

Então optamos por uma vara de fundo em busca de peixe de couro, preferencialmente a pirarara, com isca de peixe vivo piau, e na outra massinha de farinha de trigo caseira junto com ração de peixe moída, vendida no próprio pesqueiro para a pesca dos redondos na batida.

Material Utilizados:

=Para pesca de redondos: uma Vara Oscar da Ottoni - 1,80m – 15/30lbs, Carretilha Titan 4000 com linha mono Camonline 0,40mm 40lbs. O anzol direto na linha (Anzol Chinú n.3 e n.4, ou Anzol de Robalo de 4cm).

=Para pesca de couro: uma Vara Oscar da Ottoni - 1,80m – 15/30lbs, Carretilha Arsenal AR15 com linha mono Equilon 0,60mm 50lbs. Um pequeno girador de 40lbs e encastor de uns 60cm de linha flúor carbono de 50lbs. O anzol encastoado de aço de 50cm sem chumbada (Anzol de Robalo de 6cm).

Eu particularmente adoro este tipo de pescaria, pois mesmo estando em pesqueiro usamos as técnicas e iscas mais próximas da situação de “beira de rio”, ou seja, caso estivéssemos pescando em rio poderíamos pescar da mesma maneira. O que é preciso é ficar muito atento aos resultados, pois em pesqueiros a maneira do peixe se alimentar muda muito rápido e a pessoa pode ficar pescando o dia inteiro de uma maneira só e não pegar nada. Então voltando à pescaria… Pegamos um pedaço de isca de massinha e apertamos bem, colocando no anzol e cobrindo ele todo, sendo um pedaço com peso suficiente para arremessar com carretilha no meio do lago. Ao bater na água a isca se parece com pequenos frutos que caem das arvores, e essa técnica de pescaria acaba sendo muito eficaz em épocas de chuva como no mês de janeiro por exemplo.

Outra dica é observar o tempo de ataque, ou seja, se estiverem atacando na caída, tem mais chance de os peixes estarem comendo na superfície. Se demorar um pouco mais então os bichos estão buscando comida mais abaixo, e ai vai… Algum tempo depois de arremessar o “quibe” feito de massinha e iscado no anzol, a linha estica. Aí então é a hora da fisgada: que deve ser certeira pois não estamos usando encastoado. Saíram alguns tambinhas só pra divertir. Percebemos que a água estava mais escura que o normal, um pouco suja de barro levado pelas chuvas dos dias anteriores. A pesca de redondos então tendia a ficar prejudicada. Só tinha pequenos tambinhas saindo nos quiosques próximos e mesmo assim não estavam saindo muito, então mudamos de vara e passamos para a pesca de peixes de couro. Arremessamos então uma sardinha iscada no anzol para o fundo no meio do lago em outra vara. O material usado: uma Vara 3517-180 da Maruri - 1,80m – 18/28lbs, Carretilha Catana 300 Sumax com linha multi Sufix Gyro 0,40mm 60lbs. Um pequeno girador de 40lbs e encastor de uns 60cm de linha flúor carbono de 50lbs. O anzol direto na linha do encastor sem chumbada (Anzol de Robalo de 6cm).

Passadas algumas horas, depois de um bom papo com os amigos, e a pescaria reserva uma grata surpresa: uma fera Pré-histórica gigante, o maior peixe do Pesqueiro, atrás de uma sardinha para se alimentar. A linha começa a esticar lentamente, hora em que retirei a vara do descanso e comecei a dar mais linha. Travada a carretilha e quando a linha estica novamente, hora da fisgada. E eu enganado pensando que era uma pirarara… Quando depois de alguns minutos que percebi que era o Pirarucu, minhas pernas bambearam. O tamanho e o peso na linha e a corrida do peixe, tudo isso e minha adrenalina nas alturas. Parecia um caminhão engatado na linha. Eu tentando apertar a regulagem da fricção da carretilha que chegou ao máximo, e mesmo assim o peixe tomava linha sem parar. E depois de alguns minutos e muita briga, sai o peixe, que precisou ser retirado com dois pulsares (passaguás).

Pirarucu - Eduardo

Maior peixe de escamas capturado em pesqueiros

Medindo o peixe

Pirarucu aprox. 65kg - Paraíso Verde

Informações sobre o Pirarucu:

O grande troféu mediu 1,64 metros e não pudemos pesar, pois não tinha balança disponível no pesqueiro pra peixe maior que 50 quilos naquele dia. Mas o proprietário me garantiu ser mais pesado que 65 quilos, pois já haviam pegado esse peixe há alguns meses atrás e estava maior agora.

O Pirarucu (Arapaima Gigas) é um peixe que pode atingir 250 quilos. É considerado o maior peixe de escamas de água doce do mundo. Em certas regiões é chamado de Pirosca. Sua carne pode ser consumida fresca, seca ou salgada e praticamente não tem espinhos. Por isso é chamado de “Bacalhau de água doce”. Um prato bem brasileiro é o “Pirarucu de Casada”, acompanhado de batata e banana. Após a captura desse “bruto” quase nem pesquei mais apenas procurei descansar e me diverti com o bate papo entre os amigos. Peguei mais alguns redondos. Naquele dia eles até perderam a graça, pareciam iscas. Fui embora feliz da vida. Tinha ganhado o dia.

Tambacu - Eduardo

Segue abaixo mais algumas fotos de peixes pescados neste pesqueiro em outras pescarias.

Assista abaixo a fantástica briga com o maior peixe de escamas já fisgado em um pesqueiro no Brasil.

Até mais, amigos pescadores e “Seeguuuuraaa Peeexxxxãããoooo”!!!

Eduardo Caldas

AGRADECIMENTOS

Pesqueiro Paraíso Verde Pesca e Lazer Campo Limpo de Goiás – GO

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