Silvestre Park Hotel - Thermas Park - Rio Verde - GO


Local: Silvestre Park Hotel - Thermas Park - Rio Verde - GO Data: 30 e 01 de Outubro de 2013

Olá Amigos!

Nossa equipe (Marcio, Adimir e Felipe) saiu de São Paulo de carro com destino a cidade de Rio verde, interior do estado de Goiás. Chegamos no Silvestre Resort na noite de domingo, nos instalamos no chalé e arrumamos as tralhas. Depois de uma ótima noite de descanso, acordamos bem cedo, tomamos um ótimo café da manhã e seguimos até a cidade onde compramos pão de queijo e pão francês para usarmos de isca. As 8h da manhã já estávamos na beira do lago fazendo os primeiros arremessos. Assim que chegamos ao Silvestre, nos deparamos com um belo outdoor com peixes que eu havia fisgado em nossa última visita. Fiquei surpreso e feliz por ver o anúncio.

O Silvestre Resort - Thermas Park é um grande complexo com um ótimo hotel, chalés, parque aquático, fazendinha, lagos para pesca, e um grande restaurante com cozinha internacional. O Silvestre Resort - Thermas Park tem dois grandes lagos onde estão mais de 20 espécies de peixes, entre elas os grandes Tambacus que passam dos 40 kg, Carpas Cabeçudas acima dos 50kg, Pirararas Gigantes, além de grandes Pintados, Dourados, Tucunarés e outras espécies. O lago tem grandes proporções, o que requer equipamentos com no mínimo 130 metros de linha, pois o peixe aqui é muito forte e facilmente tira os 100 metros de linha das tradicionais carretilhas de perfil baixo.

Primeiramente fizemos dezenas de arremessos com as boias Cevadeiras Barão gigante, a ração veio lentamente em nossa direção e aos poucos vimos gigantescas bocas comendo lentamente a ração. Tiramos as cevadeiras da água e arremessamos somente o pão de queijo direto na linha. Arremessos de mais ou menos uns 20 a 30 metros, lembrando que o pão de queijo é dos grandes e pesado, facilitando assim o arremesso.

Em 20 minutos tivemos 5 ações e peixes fisgados, o Sr. Adimir estava com um molinete com 150 mts de linha 0,37 mm e perdeu 3 peixes seguidos, pois todos correram para lado das estruturas estourando a linha. Na verdade todos passaram por um único "pau" que sustentava a ponte. O Felipe que neste momento estava usando uma Carretilha redonda da Abu Garcia conseguiu tirar o primeiro grande exemplar de 29,400 Kg. Todos os peixes foram pesados com o conjunto para pesar peixes de nossos amigos da BL Pirarara. Equipamentos cedido pelos amigos Bruno e Luis

29,400 Felipe

Na sequencia uma enorme Matrinxã também atacou o pão de queijo, apesar de ser uma espécie não muito procurada pelos pescadores, fiquei impressionado com a força deste exemplar.

O vento virou a nosso favor. Começamos a cevar com a mão e o vento, vagarosamente, ía levando a ração em direção ao meio do lago, mas os peixes começaram a subir cada vez mais perto de nós, e como já tínhamos perdido mais de 6 peixes grandes, resolvemos mudar nossas tralhas e partir para uma briga justa. Montamos três conjuntos que para muitos pode parecer exagero, mas só estando neste pesqueiro e vendo a "ignorância" desses peixes para entender. Aqui não tem brincadeira não.

Equipamentos:

Marcio David =Vara Pantaneira 150 lbs - Carretilha PENN Senator - Linha Mono 0,70mm - Anzol 12146 MS 7/0 e 8/0

Felipe Mattos =Vara Evolution 50 lbs - Carretilha Penn 209h - Linha Mono 0,60mm - Anzol 12146 MS 7/0 e 8/0

Adimir David =Vara Ugly Stick Shakespeare - Carretilha PENN 309 - Linha 0,60mm - Anzol 7/0 e 8/0

=Eu também usei em momentos de arremessos longos e com a necessidade de mais de 130 mts de linha no carretel, a Carretilha Revo Toro da Abu Garcia, com mais de 200 mts de linha 0,40 mm em conjunto com a Vara Cevadeira do amigo Leal Custom. Um conjunto perfeito para o local.

Como o peixe começou a subir perto, conseguimos, mesmo com os equipamentos pesados fazer arremessos com o pão de queijo a uma distância de uns 15 a 20 metros, exatamente onde os peixes estavam comendo. E foi assim que o Felipe fisgou outro belo exemplar que mesmo com uma vara de 50 libras e uma carretilha PENN com linha 0,60 mm, o peixe tomou mais de 50 metros de linha. O peixe aqui no Silvestre é muito forte, algo incomparável com qualquer outro local. Mais um belo exemplar de 23,880kg. Novamente pesado nos equipamentos da BL Pirarara. Uma forma segura e pratica para pesar o peixe.

23,880 Felipe

Logo após o Felipe soltar este belo exemplar, o Sr. Adimir engatou um Tamba a menos de 10 metros da margem, por ser menor, ele não levou muita linha, mas ficou indo de um lado para outro um bom tempo até cansar. Peixes saudáveis e com uma ótima resistência. Esse exemplar, por ser pequeno não pesamos. Na verdade, tinha tanto peixe subindo nesse momento que queríamos é voltar rapidamente para arremessar o pão de queijo e pegar outro exemplar.

Tamba Adimir

No decorrer do dia, tentamos fazer a pescaria com cevadeiras e evas, mas o vento estava muito forte, impossibilitando a modalidade. O vento era tão forte que os peixes não subiram. No final da tarde, montamos as varas para as Pirararas, ambas com guelra de tilápia, que conseguimos com o amigo Lucas do Pesqueiro Osato. Montamos 3 molinetes pesados com linhas mono 0,70 mm, 0,60 mm e multi 120 lbs em varas de 50 a 80 lbs.

Em minutos ouvi meu molinete gritar e quando olhei a vara estava deitada e a danada tomando linha. Comecei a briga, o Felipe e o Adimir estavam a meu lado quando outro molinete que estava a uns 40 metros de distância gritou a fricção, o Felipe saiu correndo mas não deu tempo, o peixe literalmente desmontou o suporte e levou a vara embora. Eles ainda ficaram um bom tempo arremessando varas com chumbos e anzol para tentar enroscar, mas foi em vão. Realmente os grandes suportes dos amigos da BL Pirararas são perfeitos para a situação e segurança do equipamento. O suporte que eu estava usando ficou irreconhecível. Enfim, depois de longos minutos, consegui tirar a primeira do "rabo vermeio", esta pesada na casa dos 22,160kg.

Pirarara Márcio 22,160

Assim que escureceu, novamente o mesmo conjunto deitou e uma tomada de linha fez cantar a fricção e outra briga das boas já denunciava ser mais uma monstrinha do rabo vermelho. Como o lago é muito grande, qualquer peixe vira o "capeta" dentro da água, literalmente faz o pescador suar a camisa.

Pirarara Marcio 14,760

Depois desse peixe, guardamos nossas tralhas e fomo jantar com o Dr. Avelar e Marilza, responsáveis pelo Silvestre. Chegando no Restaurante Jabuticabeiras, que fica dentro do complexo, pudemos conferir a beleza do lugar. Dentro do restaurante tem um aquário, que na verdade é como aqueles lagos de carpas ornamentais, mas que aqui no Silvestre abrigam Tambacus acima dos 25 kg.

Aquário - Restaurante Jabuticabeira

E o mais inacreditável. Você já viu um Tambacu gigante tomando mamadeira?? Aqui no Silvestre Resort, no jantar você vai poder comprovar isso. Tambacus gigantes tomando mamadeira na sua mão. Mamadeira de ração é claro.

Mamadeira Para Alimentação dos Tambacus

Na manhã seguinte, acordamos bem cedo e antes mesmo do café da manhã já fizemos a ceva e esperamos os redondos subirem. O vento estava fraco, mas indo em direção ao canto do lago, o que dificultaria muito o arremesso. A princípio os tambas começaram a subir até que perto, onde conseguíamos arremessar o pão de queijo com o equipamento pesado. O Sr, Adimir foi o primeiro a engatar o gigante que simplesmente fez seu pão de queijo desaparecer bem devagar. Ele só esperou a linha ir esticando devagar e fisgou. Como o equipamento era pesado, e como o freio da PENN realmente funciona, o Tambacu literalmente saiu saltando em direção ao meio do lago. Ele saltou umas três vezes nadando forçadamente para o meio, conseguindo tirar pouco a pouco metro a metro a linha 0,60 mm do carretel, isso sem falar no dedo queimado do pescador. Um belo exemplar de 21,860kg, pesado, fotografado e devolvido.

Tamba Adimir 21,860

Como os peixes estavam acompanhando a ração, por causa do vento, tivemos que mudar a composição da tralha. Optamos em usar a boia Torpedo de 100gramas das boias Barão, com chicotes de 3 metros e como isca o pão de queijo. Essa foi a única forma de arremessar o pão de queijo a uma distância de 50 metros usando o conjunto pesado. prendemos o anzol na boia com o alfinete e arremesso lago a dentro. Usamos uma linha 0,60mm no chicote e um anzol 7/0. Fizemos os arremessos e deixamos as bóias soltas, sem chumbo de poita. Quando a bóia chegou quase embaixo da ponte vagarosamente o pão do Felipe sumiu e ele fisgou, no mesmo momento uma explosão fez meu pão e minha boia desaparecer de uma vez e quase que tomou a vara da minha mão. Estava feito o dublê com dois gigantes. Fishingtur, Boias Barão, Penn Raíba e BL Pirarara. Grandes parceiros em conjunto em busca dos grandes peixes.

Dublê de Tambas Penn Raíbas

Tiramos os peixes exatamente juntos, e como a tralha era pesada, eles chegaram na margem ainda bravos, sendo difícil controla-los na grama. É preciso tomar muito cuidado. Pesamos os dois exemplares e por incrível que pareça o peso dos dois era igual, variando apenas algumas gramas: Marcio(24,520kg) e Felipe(24,140kg). Mais uma vez o equipamento de pesagem da BL Pirararas facilitando a vida do pescador.

Pesando Tambas 24,520 e 24,140

E agora a sessão de fotos com dois Gigantes fisgados pelo Fishingtur com a carretas da PENN-Raíba. Garantia de peixe na foto.

Tambacus dublê 24 520 e 24 140

Decidimos então fazer uns arremessos do outro lado do lago, onde ainda não tínhamos tentado. Fizemos muitos arremessos mas o vento trouxe toda ração para a margem. Já estávamos quase desistindo quando olhamos para o lado e vimo grandes bocas comendo a ração lentamente, isso a menos de 2 metros da margem. Eu estava nesse momento com a Vara Cevadeira do nosso amigo Leal Custom e a Carretilha Revo Toro da Abu Garcia, com linha o,40mm, e um anzol 7/0 direto na linha da carretilha. Isquei um pão de queijo e arremessei na lateral do lago, cerca de 20 mts de onde estávamos, o pão de queijo ficou a 1 mt da margem e depois de uns dois minutos uma violenta explosão nos assustou e imediatamente a linha que estava na margem cortou a água em direção ao meio do lago. Nunca vi um carretel girar tão rápido como esse. mesmo com o freio regulado e com a vara envergada o peixe não parava de tomar linha. Eu acredito que nessa corrida ele deve ter levado de 90 a 110 metros de linha tranquilamente.

Por esse motivo que digo que essa Carretilha Revo Toro é o equipamento perfeito para esse tipo de pescaria, pois é uma carretilha de perfil baixo, mas com uma grande capacidade de linha, ou seja, mais de 200mts de 0,40mm. Mesmo controlado, o peixe que estava a mais de 100 metros de distância, foi em direção a margem lateral, passando por trás da caixa de saída de água (monge), soltei a linha, abri a fricção para não fazer atrito no cimento. Enquanto isso o Felipe correu e pegou o barco. Nesse momento e pela explosão sabíamos que tínhamos na ponta da linha uma exemplar gigante, que poderia ser o peixe da pescaria e pelas condições, estávamos com o coração na boca, pois bastaria o peixe correr um pouco mais e a linha iria estourar.

Entramos no barco e o Felipe começou remar em direção a caixa, fui recolhendo lentamente, sem puxar o peixe, pois o mesmo estava quieto. Assim que passamos pela caixa, recolhi o excesso de linha e forcei, bastou, o peixe literalmente saiu voando para o meio do lago, mas agora estava fácil. Fui recolhendo a linha até chegar em cima do peixe. O problema agora era levanta-lo, Ele subia, rebojava e descia, a varinha do Leal estava envergada ao máximo, mas o peixe era forte demais. O Felipe a todo momento estava tentando remar em direção a margem, mas a cada rabada, o peixe nos levava novamente ao meio do lago. Demoramos um bom tempo para conseguir chegar na margem e mesmo assim o peixe não queria saber de barranco. Ele aparecia, falava "oi" e puxava até uns 10 metros de linha. Já na margem, mas ainda dentro do barco, o Felipe pegou o passaguá com o Sr. Adimir e conseguimos colocar metade do peixe para dentro. Literalmente joguei a vara no canto do barco e abracei a outra metade. Imaginem as rabadas que levei, mas o danado não escapou. O Felipe desceu e junto com o Adimir, e comigo ajudando foi difícil de levantar o bicho pro barranco. Pesamos e ficamos felizes por atingir a marca de 32,300kg de puro músculo, pura energia.

Tamba barco 32,200

Segue as fotos do gigante que deu trabalho para a Carretilha Revo Toro de nossa patrocinadora Abu Garcia.

Tamba Marcio 32,200

Voltamos para a mesma margem, mas com o barulho que fizemos, os peixes não subiram mais, em contra partida, ao caminhar bem perto da margem vimos alguns Tucunarés parados, e outros nadando lentamente, mas como estávamos sem iscas, o jeito foi improvisar.... Eu peguei um pequeno pedaço de pão e isquei no anzol 7/0, assim ele afundou, eu apenas abaixei na frente dos Tucunas e comecei a balançar, foi fatal, o bote certeiro no meu anzol e um Tucuna fisgado, mas no primeiro salto ele escapou. O Felipe fez diferente, pegou uma folha de árvore e iscou, abaixou na água a começou a movimentar, parecia um peixinho e não demorou muito para outro tucuna atacar, mas este foi para a foto. A isca, uma folha de árvore. rsrsrsrs

Tucunaré Felipe

O dia estava rendendo, com uma pausa no vento, fizemos novamente outra ceva com as bóias cevadeiras e em seguida arremessamos os pães de queijo. O Sr. Adimir foi presenteado desta vez com uma belo gigante de 22,460kg.

Tamba Adimir 22 460

Na sequencia o Felipe também fisgou outro exemplar que mesmo sendo menor que outros, deu muito trabalho para sair da água. Tambacu de 17,460kg

Felipe 17 460

Ainda no mesmo canto, os peixes estavam subindo muito na ração e mesmo com as fisgadas, eles continuavam comendo. o Pão de queijo do Sr. Adimir afundou e ele fisgou, uma corrida sensacional arrastou de uma vez mais de 100 metros da linha 0,60mm que estava na Penn, talvez a fricção poderia estar um pouco aberta, mas mesmo assim, o peixe não deu nenhuma opção, nem tempo sequer do pescador erguer a vara. Este conseguiu estourar a linha nos deck de cimento do outro lado do lago. Inacreditável. Eu e o Felipe perdemos algumas fisgadas até que o Sr. Adimir engatou outro exemplar, este que deu trabalho, mas não conseguiu levar muita linha. A força de um tambacu grande em um equipamento pesado chega a ser muito maior do que a briga de algumas pirararas. É realmente de cansar o braço. Mai um exemplar pesado e fotografado. Este com 24,720kg.

Adimir 24 720kg

A essa altura da pescaria, fisgar peixes de 20kg parecia não ter mais graça, pois 90% dos peixes fisgados eram maiores do que 23kg. Chega ser engraçado se comparado a outras pescarias onde é difícil de conseguir um único exemplar acima dos 20kg. Mesmo com o vento atrapalhando, bastava cevar e esperar os bocudos aparecerem. Aí era só conseguir arremessar o pão de queijo, ora direto na linha, ora com a boia e esperar. Mais uma vez a fricção da Penn do Felipe cantou o hino nacional inteiro com um belo exemplar que também levou dezenas de metros de linha. As vezes os Tambacus pareciam ignorar o equipamento pesado, a PENN e a linha 0,60, o,70mm. Um belo exemplar de 23.260kg na foto.

Tamba 23.260kg Felipe

Eu estava arriscando, mas tentei mais uma vez a usar o equipamento da Abu Garcia, Carretilha Revo TORO, com linha 0,40mm, com a Vara Cevadeira do Leal Custom. Arremessei apenas o pão de queijo a uns 30 metros, um pouco depois da ceva, só foi tempo de fechar o carretel e sentar e BOOMMMMMM !!!! Só tentei levantar a vara mas o peixe estava puxando tanta linha que só tive tempo de respirar e esperar até ele parar de correr. O carretel parecia estar pegando fogo, mas como eu tinha mais de 200 mts de linha, deixei o danado correr. E não é que ele testou a quantidade de linha mesmo. Tranquilamente mais de 130 mts ele já tinha puxado em duas grandes corridas. Coloquei o dedo no carretel para dar mais uma segurada e aí sim, consegui erguer a vara e começar a brigar com ele. Uma briga na superfície, mesmo a mais de 100 mts de distância, dava prá ver o peixe a todo momento rebojando. Em certos momentos ele apenas ficava desfilando pela superfície, sem fazer força, apenas nadando e por mais que eu puxasse, ele simplesmente ignorava. Até que aos poucos e mais de 20 minutos de briga o grandalhão se entregou com seus 22,900kg.

Tambacu 22.900kg Marcio

No final da tarde o Sr. Adimir conseguiu achar um pequeno Tambacu no meio de tantos gigantes, este também fisgado com pão de queijo na boia torpedo no meio do lago.

Tamba Adimir

Um fato engraçado, eu e o Felipe estávamos arremessando as boias Torpedo com pão francês flutuando e estávamos comentando sobre os três Pirarucus que fisgamos mas que escaparam e estouraram nossas linhas. Meu pão afundou e eu fisguei antes mesmo da boia afundar (a boia estava a uns 60 mts da margem), assim que eu fisguei o Felipe disse:- Foi bem ali que perdemos o Pirarucu. Exatamente no mesmo instante o grande peixe saltou no meio do lago e para nossa surpresa era o procurado Pirarucu. Caímos na risada pela coincidência. Eu estava usando a Vara de nosso amigo Leal Custom com a Carretilha Revo TORO da Abu Garcia. Foi perfeito, pois além de já ter arremessado uns 60 metros, este Pirarucu tomou muita linha na diagonal do lago, os 100 mts de uma carretilha tradicional não seria suficiente. Depois de mais de 25 minutos de briga o grande Pirarucu se entregou. Não pesamos este peixe pois por normas do pesqueiro, é proibido tirar o Pirarucu fora da água, ou seja, o jeito foi entrar na água e abraçar o bicho.

#Isso é Fishingtur !!! Pirarucu Marcio

Instantes depois de ter solto o Pirarucu, o Felipe que também estava com uma torpedo com pão flutuando, viu que sua boia deitou lentamente, ele apenas esperou ela sumir e fisgou. O peixe ficou travado até que ele forçou um pouco e aí sim o bicho decolou pela superfície cortando o lago até a nossa lateral, achamos estranho o tambacu fazer isso e ir tão rápido para a margem, mas a briga ficou por ali, corridas lentas mas fortes e novamente para perto da margem. Depois de uns 20 minutos e já perto de onde estávamos é que vimos que não se tratava de um tambacu e sim de uma grande Pirarara que foi atacar o pão na superfície. Coisas da pescaria. Infelizmente, neste momento não estávamos com o equipamento de pesagem e não pudemos comprovar o peso deste exemplar, mas acreditamos algo na casa dos 30 quilos.

Pirarara Felipe

Enquanto o Felipe brigava com a Pirarara, o Sr. Adimir também estava brigando com outro bonito Tambacu, também fisgado na boia torpedo com pão.

E para fechar nossa pescaria com chave de ouro, assim que escureceu o Felipe arremessou o pão de queijo flutuando e depois de alguns minutos, ouvimos uma explosão e a linha cortando a água, em seguida a fricção da Abu Garcia disparou. Mais de 25 minutos de briga com a Revo Toro da Abu Garcia e o grande Tambacu de 26,130kg veio para a foto e se despedir de nossa equipe.

Felipe Tambacu - 26,130kg

Depois de mais este belo exemplar, começamos a arrumar as tralhas para jantar e ir dormir, pois no dia seguinte seguiríamos viagem para outro pesqueiro goiano, mesmo com os braços doendo de tantos gigantes nestes apenas dois dias de pescaria.

Resumo da Pescaria:

2 dias completos de pesca

Total de peixes fotografados: 21 peixes fisgados e fotografados. Peixes capturados, pesados e fotografados:

-Tambacu 29,400 kg - Felipe -Tambacu 23,880 kg - Felipe -Pirarara 22,160 kg - Marcio -Pirarara 14,760 kg - Marcio -Tambacu 21,860 kg - Adimir -Tambacu 24,520 kg - Marcio -Tambacu 24,140 kg - Felipe -Tambacu 32,300 kg - Marcio -Tambacu 22,460 kg - Adimir -Tambacu 17,460 kg - Felipe -Tambacu 24,720 kg - Adimir -Tambacu 23,260 kg - Felipe -Tambacu 22,900 kg - Marcio -Tambacu 26,120 kg - Felipe

=Total: 329,940 kg

Peixes capturados e fotografados sem pesagem:

-Matrinxâ 3,5 kg - Marcio -Tambacu 14 kg - Adimir -Tucunaré 800 gr - Felipe -Tambacu 8 kg - Adimir -Pirarucu 40 kg - Marcio -Pirarara 30 kg - Felipe -Tambacu 20 kg - Adimir

=Total aproximado: 116,300 kg

Total de peixes fisgados em quilos: 446,240 kg

Com certeza uma ótima média se comparada a qualquer outra pescaria em outros pesqueiros.

Além da pescaria o Silvestre Resort - Thermas Park tem uma vasta opção de lazer, restaurante e hospedagem. Nas próximas matérias vamos mostrar um pouco mais de todo o complexo. Pescaria e lazer para toda a família. Uma experiência de harmonia perfeita entre a exuberância da natureza, essa é a essência de todo o complexo do Thermas Park e Silvestre Park Hotel, que proporciona uma interatividade com a vitalidade da fauna e variedade da flora, os quais abrangem mais de 400 mil m² de preservação e respeito com o meio ambiente, tornando assim, o maior e mais belo parque de lazer do Sudoeste Goiano.

Serviços (Opções de lazer)

• Piscinas; • Parque Aquático com escorregador gigante; • Toboágua; • Pesca; • Peixes que se alimentam na mamadeira; • Pedalinhos; • Cavalos; • Trenzinho; • Passeio de Búfalo; • Fazendinha; • Circuito Ambiental • Jabuticabeira Restaurante e Chopperia; • Bar do Peixe; • Quiosque das piscinas; • Silvestre Park Hotel - Eco Resort; • Piscina de Ondas (em construção); • Rio Lento (em construção); • Tirolesa (em construção).

Abraços e boas pescarias

Marcio David

Fotos por Marcio, Adimir e Felipe Texto por Marcio David

AGRADECIMENTOS Silvestre Resort - Thermas Park Avenida Thermas Park, s/nº - GO 174 Km 1 (Saída para Montividiu)

#RioVerde #Goiás #Pescaria #Adrenalina #Emoção #PescariadeGigantes #Redondos #PeixesdeCouro

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