Pesqueiro Eco Pesca - Rio Quente Resorts - Caldas Novas - Goiás


Local: Pesqueiro Eco Pesca - Rio Quente Resorts - Caldas Novas - Goiás Data: 06 de Novembro de 2011

Olá Amigos

O Fishingtur recebeu o convite para conhecer o mais novo pesqueiro do estado de Goiás, o recém inaugurado ECO PESCA, localizado dentro do Rio Quente Resort, no município de Rio Quente, próximo a Caldas Novas, interior do estado de Goiás.

Depois de todas as negociações com o proprietário do Eco Pesca, André; e com o pessoal do Resort, onde ficaríamos hospedados, embarcamos para a cidade de Goiânia, onde fomos muito bem recebidos e nos deslocamos de carro até o Resort. Para pacotes fechados diretamente com o Resort, há vôos fretados até Caldas Novas, garantindo assim maior rapidez e comodidade aos clientes. Assim que chegamos ao complexo, ficamos impressionados com a beleza e com o tamanho do local. Fizemos o check-in e rapidamente nos dirigimos ao pesqueiro. O Rio Quente Resort é um grande complexo com hotéis, restaurantes, parque aquático, piscinas, viveiro de pássaros, mergulho com peixes, esportes radicais e muito mais. E agora também com a Pesca Esportiva. Na sequencia de nossas reportagens iremos mostrar cada detalhe de todo o Resort, mas vamos começar relatando o primeiro dia de nossa pescaria. Passamos 7 dias hospedados e conseguimos fazer uma série de 5 matérias sobre a pescaria e várias outras sobre as opções de lazer, hospedagem e refeições do resort. Aguardem. Já no Eco Pesca, localizado próximo a portaria e ao lado do Hotel Turismo, montamos nossas tralhas e ao chegar no lago ficamos totalmente surpresos com tamanha estrutura.

Um grande lago, dividido em dois estilos de pescaria, metade para a pesca de barranco com ótimos quiosques com uma infra-estrutura muito além de tudo o que já foi visto em qualquer outro pesqueiro ou clube de pesca no Brasil. Cada Quiosque é numerado, com mesa, luz, interfone e o grande diferencial é a pia com água limpa, sabonete líquido e porta papel para limpeza e secagem das mãos, garantindo assim uma maior comodidade e mordomia ao amigo pescador. Além disso, o lago que é totalmente cercado para maior segurança, possui em cada quiosque uma portinha para facilitar a retirada do peixe com o passaguá.

Mesmo depois de trabalhar anos com a pesca esportiva em todo o Brasil, confesso que fiquei impressionado com tal estrutura, jamais vista em nenhum outro lugar. Parabéns ao amigo André pelo ótimo bom gosto.

A outra metade do lago, é rodeada por mata nativa, possibilitando somente a pesca embarcada. O formato sinuoso nesta parte do lago garante ao pescador a mesma sensação de uma pescaria nos grandes rios do Brasil. O Eco Pesca disponibiliza todo o material de pesca como varas, molinetes e carretilhas para aluguel, assim como as iscas mais usadas. O barco também pode ser alugado para uma pescaria diferenciada.

Um pesqueiro, um lago e duas modalidades de pesca totalmente diferentes. Este com certeza será um grande diferencial no mundo da pesca esportiva e poderá absolutamente servir de exemplo. Abaixo, algumas imagens da parte do lago para a pesca embarcada.

Depois de fazer um rápido tour pelo lago com o André, captamos o máximo de informações e logo já estávamos fazendo os primeiros arremessos.

Montamos 3 tipos de equipamentos cada um: -Varas de 40-80 libras com carretilhas de perfil alto com linhas entre 0,60 e 0,80mm para a pesca das pirararas.

-Varas de 30-50 libras com carretilhas de perfil média com linhas entre 0,45 e 0,60 para a pesca dos pirarucus, cachapiras e pintados.

-Varas de 8-25 libras com carretilhas de perfil baixo com linhas entre 0,35 e o,40mm para a pesca dos redondos, jundiás entre outros.

Enquanto fazíamos os primeiros arremessos o André jogou uma boa quantidade de ração bem próximo da margem e foi aí que vimos rapidamente o potencial do lago. Era Jundiás, Cachapiras, Dourados e muitos Tambacus. Literalmente uma festa de peixes.

Logo nos primeiros arremessos com a Boia Cevadeira Barão, com chicotinho de 50cm de linha mono 0,50mm e com o anzol chinú n.9, engatei um valente e brigador tambacu, este fisgado na ração na pinga. Neste momento percebi o quanto os peixes eram fortes e resistentes, garantindo uma boa briga na ponta da linha e isso era só o começo.

Eu e o Júnior montamos um total de 4 equipamentos para a pesca das pirararas, colocamos dois deles com a cabeça de tilápia e dois com a guelra de tilápia como isca. Deixamos as iscas de 2 a 4 mts da margem e logo o primeiro alarme disparou e depois de boas corridas e tomadas de linha, o Júnior tirou uma bonita Pirarara. Lembrando que começamos a pesca depois das 17:30 deste domingo dia 06/11. Um grande diferencial deste lugar são as águas quentes naturais que desaguam no lago esportivo a uma temperatura de 32 graus, isso durante os doze meses do ano, garantindo assim uma boa pescaria mesmo no inverno. Isso sem falar na qualidade da água, saúde dos peixes e muita força na ponta da linha. A água aqui é tão limpa que era possível ve ro peixe fisgado a quase 2 metros de profundidade.

Minutos depois foi meu equipamento com Vara Trevala de 80 Libras com a carretilha Penn com linha 0,62mm que ficou envergada ao extremo com a puxada de mais uma Pirarara.

Foi o tempo de soltar minha Pirarara, lavar a mão e correr para a outra vara que estava com o alarme disparado. Grandes tomadas de linha e muita força até que outra Pirarara se rendeu.

Completando 50 minutos de pescaria, fisguei a quarta pirarara da tarde, sendo que outras duas estouraram nossas linhas. Foi muita ação em pouquíssimo tempo. coisa não muito comum em demais pesqueiros.

Depois de 20 minutos outro alarme dispara e o júnior brigou por um bom tempo com a maior pirarara até o momento, esta fisgada na cabeça de tilápia a 2 mts da margem.

Assim que anoiteceu, o local se tornou ainda mais acolhedor, com iluminação em todos os quiosques e bastava usar o interfone e o garçom chegava com o balde de gelo com as bebidas.

Mais uma Pirarara veio para completar o time e nos dar boas vindas nesta rápida pescaria que havia começado as 17h30min, exemplar fisgado na guelra de tilápia.

Comecei então a cevar com as mãos e rapidamente muitos peixes encostaram e começaram a comer próximo a margem até 5 metros. Ouvimos muitos Pirarucus na ração, diferenciamos pois eles fazem um barulho bem diferente de outras espécies para se alimentar. Não pensei duas vezes, tirei a boia, coloquei apenas um anzol de blackbass com haste longa e isquei uma salsicha flutuando. Parece brincadeira, mas a salsicha que estava a 4 metros de distância, literalmente desapareceu após uma bocada seca e certeira do Pirarucu. Aí foi só travar e garantir a fisgada. O peixe pesou e logo subiu e como uma atitude característica desta espécie saltou balançando a cabeça afim de se livrar do anzol. Era um bonito Pirarucu. Um animal forte e que rendeu uma boa briga com muita resistência e grandes puxadas. Aí bastou apenas a sorte e um pouco de paciência para colocá-lo dentro do passaguá.

Comendo as ração que ficam encostadas no barranco, dezenas de grandes Jundiás, praticamente em nossos pés. Bastava descer uma salsicha, fisgar e ter uma boa briga. peixe de pouco tamanho, mas com muita força. Esse é o Jundiá-Onça ou Jundiara, híbrido resultante do cruzamento do Jundiá Amazônico com o Pintado/Cachara.

Novamente com a salsicha flutuando, apenas vi minha linha esticando e só tive tempo de tentar levantar a vara e o peixe já estava puxando muita linha. Uma briga forte e com corridas rápidas e constantes. A princípio pensei ser um grande pintado, mas para nossa surpresa era uma bonita Cachapira, outro híbrido, resultado do cruzamento da Pirarara com a Cachara.

A pescaria na margem com a salsicha flutuando ou no fundo era a certeza de uma boa briga com os Jundiás.

Antes do Jantar ainda saímos para uma rápida pescaria embarcada. O interesse estava nos Pirarucus que sempre ficam nos lugares mais calmos do lago e talvez alguma pirarara de grande porte. Seguimos com o barco, movido por um motor elétrico, até o final do lago. Depois de três curvas, ouvimos e vimos um cardume de Pirarucus batendo na superfície, provavelmente em insetos. Como eu já estava com a salsicha flutuando iscada, foi arremessar, a isca cair na água e fisgar. Uma grande corrida para baixo do barco e uma tomada de linha forte resultou em um valente Pirarucu que deu muito trabalho para ser embarcado.

Comecei então a pescar pirararas com o equipamento pesado, isquei uma cabeça de tilápia em um anzol 7/0, modelo 12146 da Marine Sports. Arremessei no poço mais fundo onde pode chegar a mais de 6 metros. Aguardei uns minutos e vi a linha esticar rapidamente, tirei a vara do suporte do barco e fisguei, o peixe saiu em disparada em uma briga com longas corridas, indo de um lado para outro, pensamos que era uma grande pirarara, mas a briga estava quase que na superfície, depois de muitas dúvidas, um grande tambacu apareceu para nossa surpresa. Um bonito redondo. O Júnior aproveitou e também saiu na foto.

Para fechar esta nossa rápida pescaria no primeiro dia, o Júnior usando uma sardinha, iscada em um anzol 5/0 engatou mais um Pirarucu. jogamos um pouco de ração e mesmo a noite muitos peixes começaram a comer, foi só ouvir os pirarucus e arremessar em cima. O importante nesta pescaria é fazer o máximo de silêncio, pois o Pirarucu é muito esperto.

Esta pescaria foi feita em apenas 4h30min. Tivemos uma ação atrás da outra. As nossas boas vindas ao resort não poderiam ter sido melhores, isso porque não tínhamos conhecido nada ainda de todo o empreendimento. Guardamos nossa tralha, seguimos para um maravilhoso jantar no Hotel Turismo e depois aproveitamos as piscinas de águas quentes do Parque das Fontes, um local muito bonito que vocês vão poder acompanhar nas próximas reportagens. Em breve, publicaremos as outras quatro matérias sobre os outros quatro dias de pesca. Teremos ainda muitas novidades e muito peixe grande para mostrar. Nesta semana de pescaria tivemos a companhia e ajuda de dois grandes funcionários do Eco Pesca, o Gilson e o Edmundo, conhecido como "Sem Noção". Grandes profissionais e conhecedores do local.

Agradecemos primeiramente ao amigo André pelo convite inicial a nossa equipe, ao Manoel Carlos pelo contato e a Renata pelas negociações. Já no Resort um agradecimento especial a Fabiula que nos recepcionou e a Cláudia que foi nossa guia durante a semana.

Fotos por Marcio David, Gilberto Chudi, André freire, Edmundo Texto por Marcio David Edição por Marcio David

Um abraços a todos

Marcio David Equipe Fishingtur

AGRADECIMENTOS

Eco Pesca Rio Quente - Goiás

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