Pesgue Pague Esmeralda - A jóia dentro da capital goiana

Local: Pesgue Pague Esmeralda - Goiânia GO

Data: 05 de dezembro de 2020


Olá leitores,


Nosso integrante Washington, conhecido por Praxedes, fez uma ótima pescaria no Pesgue Pague Esmeralda e vamos acompanhar seu relato.


Estava já há algum tempo com vontade de ir novamente nesse local que é o parque de diversões do Fishingtur, então providenciei as iscas e tralhas e parti atrás dos tambas.


Nesta pescaria usei como iscas: a salsicha de superfície e ração para ceva com as antenas personalizadas para o estilo goiano do nosso parceiro RoboFishing. Sendo estas antenas usadas sem boia cevadeira, direto na linha da carretilha.


Os equipamentos utilizados foram dois conjuntos ambos para carretilha:

1º conjunto - Vara Intergreen Jaspen 6´9 pes 12/30 lbs, carretilha Shimano Curado 200e7 e linha monofilamento 0,30.

2º Conjunto - Vara Aquarod Claymore 7´pes 15/30lbs, carretilha Abu Garcia Pro Max e linha monofilamento 0,35.


Logo pela manhã cevei 3 mãos de ração e não acreditei o tanto de peixe que subiu para comer, mais que depressa arremessei o robozinho no meio da ceva e não demorou muito para que o primeiro peixe acertar a isca.


Após uma boa briga o peixe se cansou e resolveu sair na foto. Já foi um tamba de respeito!



Continuei insistindo no robofishing porém os peixes estavam refugando a isca, resolvi então acrescentar uma ração furadinha da Massa a Bruta, que além de dar mais peso ajuda a "camuflar" o anzol e miçanga.


Consegui ver vários tambaquis comendo a ração que ficava longe da ceva principal, mas estavam muito manhosos, substituí o robozinho por outro equipamento que estava com anzol 1/0 pacu pinnacle para salsicha mas usei como isca apenas 3 rações furadinhas na técnica do "balézinho" e logo no primeiro arremesso entrou um tambacu pretão que me surpreendeu pela força.



Após o almoço e diga-se uma belíssima comida caseira que servem no Esmeralda, resolvi mudar a estratégia e parti para salsicha.


Os peixes diminuíram as ações, estavam demorando a comer a ceva de salsicha, mas com insistência e fazendo a leitura do lago, deixei de cevar no meio do lago e estava jogando a ceva mais perto da margem e logo vi a movimentação dos peixes, em uma cena incrível e repentina, vi aquela boca emergindo e sugando minha isca.


Foi uma cena épica e para minha surpresa e alegria, um baguá de respeito do Esmeralda comedor de salsicha veio para meus braços.