Pesqueiro Castelinho – Nosso amigo Ricardo com boas pirararas e tambacus

Pesqueiro Castelinho - São Pedro - SP Data: Fevereiro de 2011 Olá pescadores, Estive novamente no Castelinho em fevereiro, e vou fazer um breve relato de como foi esta pescaria. Pesquei por duas noites, na primeira estava sozinho, e fiquei na ilha ao lado do restaurante. Pesquei a noite inteira e não tive uma ação sequer, estava muito fraco, nem tamba saiu. Levei de isca: minhocuçu, cabeça de tilápia e de corvina, tuvira, salsicha, ração e pão. Logo que amanheceu, fui ao anexo do lago principal, pois ali tem muito, mas muito tamba. Comecei a cevar e em menos de dois minutos tinha muito peixe na flor da água. Tentei eva´s e miçangas diversas, cortiça, pão, mas o bichos estavam manhosos. Até que coloquei somente uma miçanga, café com leite a três dedos da boinha, e engatei bons peixes. O maior deles fiquei por quase 30 minutos brigando, é incrível a força que os peixes tem neste lugar. Depois que o sol saiu de vez, ficou difícil, parecia que os peixes eram ensinados, só comiam a ração. Decidi voltar para tentar alguma pira, mas foi em vão. Depois de comer uma deliciosa porção de pintado, resolvi cevar ali mesmo, bem próximo do restaurante, e dezenas de grandes peixes começaram a subir. Fisguei na sequência três bons peixes, todos com pão, porém o maior deles, um lindo tambaqui, escapou depois de demoradas tomadas de linha. Quando chegou próximo da margem, virou as costas e tchau!!! Depois destes peixes, meu amigo Bruno Cia chegou para tentarmos as piras. Resolvemos mudar de ponto, e fomos para o final do lago, bem próximo da casa de barco. Arrumamos as tralhas e ficamos na espera das gigantes. Nesta hora já estávamos com todas as varas armadas com: pirambóia, tuvira, cabeça de peixe e minhocuçu. O primeiro peixe que saiu foi esta pequena traíra, que abocanhou dois minhocuçus. Por volta das 21.00hs, uma forte explosão na salsicha flutuante denuncia o primeiro peixe de couro da pescaria, uma linda cachara.Veja como o peixe estava gordo, deve ter passado o dia inteiro comendo lambari rsrsrs. Ficamos até 23.00hs tem ter mais ação, e decidimos ir dormir. Por volta das 01.45hs, escutei o alarma da vara do Bruno, que estava armada ao lado da minha barraca (com cabeça de corvina), disparar. Sai da barraca descalço mesmo, fisguei e começou a correria….Pela tomada de linha, já sabia que era uma pira. Comecei a chamar o Bruno logo que fisguei o peixe, ele chegou uns 20 minutos depois, ainda com sono hehehe…Para ajudar, o salva vara enroscou na carretilha, e a pira foi para o enrosco. O Bruno assumiu a briga e fomos barranco acima com o lampião atrás dela. Depois de conseguir tirar a bicha do enrosco, ela veio mais fácil e conseguimos tirar a 1ª. pirarara da viagem. Um exemplar (não pesamos) que deve estar na casa dos 18 kg. Acabamos de soltar este peixe, e a vara do Bruno iscada com pirambóia no meio do lago envergou até beber água. Boas tomadas de linha e uma pequena pira vem pra foto. Parece brincadeira, mas jogamos esta vara (agora com a pirambóia morta mesmo, pois só tinha uma) no mesmo local, e em menos de 05 minutos a vara deitou. O Bruno estava conferindo as outras iscas e eu fiquei brigando por uns 15 minutos, até que simplesmente o peixe escapou. Com a mesma isca, no meio do lago, dez minutos depois de arremessar, a vara quase foi arrancada do suporte. O Bruno estava armando outras varas, então fisguei e briguei por uns 05 minutos, até que ele chegou e joguei a vara no colo dele. Pelo peso já sabíamos que era uma pira grande, e depois de uns 20 minutos retiramos o maior exemplar da pescaria. Depois deste peixe, por volta das 03.00hs, decidimos dormir. Fizemos a escolha certa, pois não tivemos mais nenhuma ação. Alíás, teve sim…quando acordei, a vara “abençoada” da pescaria, iscada com a mesma pirambóia, estava com a linha esticada até o barranco, porém o peixe tinha escapado. Por volta das 10.30hs, resolvemos ir embora. Apesar de não ter tirado nenhuma gigante, saímos da pescaria satisfeitos.







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