• Washington Praxedes

Pesqueiro Castelinho - Show de pirararas!

Local: Pesqueiro Castelinho - São Pedro - SP Olá amigos, Neste mês de março resolvemos marcar novamente uma pescaria no Castelinho. Cheguei no pesqueiro por volta das 23.00hs do dia 16/03/12, e meu grande amigo Bruno Cia e o Sérgio já estavam me esperando com uma deliciosa pizza para jantarmos. Batemos um papo e rapidamente fui para o lago, pois a notícia foi animadora: o Bruno que havia chegado pouco tempo antes, tinha pego uma linda pira de 25kg e o Sergio outra de 16kg, ambas na pirambóia, a uns 20 metros do barranco. Iscas na água, agora era só aguardar. O tempo foi passando e nada de piras. Tentamos cabeça de tilápia, corvina, queijo, salsicha, tuvira, minhocuçu e a paradeira era geral. Os amigos decidiram ir dormir por volta das 2.00hs da manhã, e eu fiquei na espera de alguma “encrenqueira”. O Sergio levantou por volta das 04.00hs e ficamos batendo papo. Quando eram 04.30hs, escuto um alarme disparar, e era a vara do Bruno iscada com pirambóia, a uns 15 metros da margem, que estava tomando linha. Fisguei o peixe e chamei o Bruno, que só chegou quando já tínhamos tirado a pequena, porém valente, pirarara. Exemplar na casa dos 10kg. Novamente o Bruno e o Sergio foram descansar, e eu dei umas “pescadas” na cadeira mesmo, ainda não tinha nem montado a barraca. No sábado pela manhã, fomos ao lago anexo. Bastou cevarmos um pouco e grandes peixes desfilavam na superfície. Eu e o Bruno até fisgamos alguns peixes, mas durante as brigas eles simplesmente escapavam. Utilizamos miçangas ou ração na pinga com e.v.a.´s diversos. Por volta das 09.00hs os parceiros desta pescaria foram embora, e eu continuei na “luta”. Um rapaz que estava cevando ao lado tirou um bonito tamba. Ele estava utilizando eva´s na linha, um no anzol e miçanga caramelo. Perdi mais alguns peixes, inclusive um grande tamba que depois de um bom tempo de briga escapou, e resolvi almoçar. Depois de um bom almoço, eu e o amigo Paulo, que chegou a tarde e se instalou do meu lado direito, começamos a cevar bem próximo do píer, e os pequenos pacus fizeram a festa. Fisgamos uma grande quantidade deles, mas com poucas fotos, para não perder tempo. Nós fisgamos grandes tambas, mas, como estávamos cevando quase embaixo do píer, eles levaram a melhor. Ou o anzol abria ou estourava a linha....um “trem” que engatei abriu um anzol de robalo 3/0 que parecia ser de papel, brincadeira.... Com o final da tarde se aproximando, as expectativas aumentaram. Guardei a cevadeira e deixei as varas armadas com pirambóia, tuvira e cabeça de tilápia. Neste momento, resolvi pegar uma vara de 50lbs com linha monofilamento 0,47mm e isquei um pequeno pedaço de queijo mussarela que havia sobrado da noite anterior, e arremessei a uns 4 metros do barranco, mas sem pretensão nenhuma, pois os lambaris eram mais rápidos e estavam acabando com qualquer isca (salsicha, minhocuçu/queijo) rapidamente. Depois de uns 05 minutos, vejo a varinha envergando lentamente, mas sem parar. Fisgada certeira e uma corrida bem pesada fizeram o coração bater mais forte. A corrida não era das mais violentas, mas o peixe não parava por nada. Fiquei literalmente 05 minutos sem poder fazer nada. Eu tentava subir o barranco para ganhar alguns metros de linha mas o peixe puxava pra frente de novo. Com muita calma e depois de rezar muito rsrsrs, consegui fazer a pira “virar” de frente e pouco a pouco vim trazendo, mas ela tentava de qualquer jeito chegar até um “toco” que tem do lado esquerdo do píer (olhando de frente para ele). Enfim, depois de uns 20 minutos de “briga”, chega na margem esta bela pirarara. Apesar de não ter pesado, o peixe deve estar na casa dos 28/30kg +/-. Neste momento é que vemos como a pescaria vale a pena, eita “trem bão”. Alguns minutos depois, como já estava escuro, resolvi colocar o neon na ponta das varas, para melhor visualização. Quando cheguei na última, escutei mais um alarme disparar. Desta vez bateu na pirambóia a 20 metros do barranco. Tinha arremessado em direção ao píer, e não podia dar mole, pois mais alguns metros ela já estaria no enrosco. Como o equipamento era pesado (vara 60lbs Marine Sports Evolution GT e Black Max 30 com linha 0,80mm), segurei bem e evitei que ela fosse pra lá. Dez minutos depois de pura adrenalina e mais um belo exemplar para a foto. O Paulo, que me ajudou com as demais fotos e a retirar os peixes da água, não podia deixar de sair com a pira na foto. E foi isso, uma pescaria sem nenhuma gigante, mas que com certeza vale muitoooo a pena!!!







Grande abraço ao Paulo, Sergio e Bruno Cia.

Agradecimentos a todos do Castelinho e ao Fishingtur, por divulgar nossas pescarias, esporte que tanto amamos.

Abraços, Ricardo

AGRADECIMENTOS

Pesqueiro Castelinho


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