• Washington Praxedes

Pesqueiro Castelinho – Um show de grandes tucunarés e belas pirararas em São Pedro

Local: Pesqueiro Castelinho - São Pedro – SP Data: Outubro de 2009 Olá amigos pescadores Reservamos um chalé para 5 pessoas e saímos no domingo a noite rumo a são Pedro. Como de praxe passamos em Americana para comprar minhocoçus e tuviras, chegamos no Castelinho na madrugada da segunda feira, descarregamos o carro no chalé e começamos a montar as tralhas, montamos tralha pesada, pois as pirararas do castelinho tem fama de levar varas e linhas para a água, montamos carretilhas de perfil alto, com chumbada e anzol 3/0 e uma vara maior com carretilha de perfil baixo cada um para as cevadeiras. Assim que amanheceu já estávamos com as varas na água, de manhã preferimos colocar apenas minhocoçu e tuvira de fundo, mas levamos outras iscas também: filé de frango, rim de boi, cabeça de tilápia, queijo, salsicha, tripa e sardinha. Mas as iscas com mais resultados foram mesmo a tuvira, o minhocoçu e claro a salsicha. Me acompanharam nessa empreitada meus fiéis amigos de pesca: Poser, Dudu, Rafinha e o pré enforcado Rodrigo. Logo no início do dia montamos os equipamentos todos na plataforma que fica no meio do tanque, colocamos as tuviras e minhocoçus de fundo e começamos a cevar pra ver se os peixes estariam subindo, mas quem deu as caras foram as pirararas, logo o primeiro peixe do dia foi uma bela pirarara com mais de 25 kilos (que é até quanto pesa nossa balança), fisgada no minhocoçu de fundo. Enquanto isso continuávamos a cevar e brincar com as cevadeiras, mas todas vezes que vamos ao castelinho os maiores tambas sempre saem no pão, então todos nós pescamos com pão, e não tardou a sair o primeiro redondo, o Poser tinha acabado de arremessar, não deu nem 2 minutos e uma pancada levou a boinha e a boiona de uma só vez e correu em direção ao restaurante, 20 minutos depois o bitelo se rendeu e foi pra foto. O rafinha resolveu montar algumas varas na beira do lago, no lado direito da plataforma, e como as ações naquele horário eram apenas na tuvira deixamos apenas ela nos anzóis, e logo veio o resultado. O mais engraçado é que as piras do castelinho não ficam mamando muito a isca, ela pegam e correm de uma vez, o barulho mais ouvido nesses dois dias foi o barulhos dos sininhos que colocamos na ponta da vara. Novamente vara na margem e veio brincar com a cevadeira com a gente, usando pão logo engatou uma bela carpa-capim, mas infelizmente ao tirarmos ela da água vimos que estava muito mutilada, é incrível como ainda tem pescadores que não sabem o mal que faz aos peixes o uso do alicate de contenção, o boga, que não podem de forma alguma ser usadas em peixes de boca mole como as carpas, mas nosso dever como pescadores é informar a todos que não sabem desse mal. Na parte da tarde fomos todos para a beirada do lago, sempre perto da plataforma. Montamos várias varas, agora todas de fundo, apenas com tuvira e salsicha, e depois das 5 horas uma bela entortada na minha vara indicava mais um peixe de couro, e era mesmo uma bela pirarara. E depois disso todas ações foram na salsicha, o Poser, o Rafa e o Rodrigo também engataram as suas, além de muitassss linhas estouradas embaixo do píer. Na manha seguinte como o dia amanheceu com uma garoa fina resolvemos pescar alguns lambaris no laguinho próximo ao chalé e ir atrás dos tucunarés, a montagem que usamos para os tucunarés também é bem simples, usamos um torpedinho das Bóias Barão menor, um chicote de linha 0.30mm de preferência transparente e um anzol de robalo 1/0, iscamos o lambari pelas costas e lançamos bem próximo a margem andando pela beira do tanque. Logo o Rafinha abriu os serviços da terça-feira, engatando um belo tucunaré no lago de baixo, aquele que tem um fio de alta tensão passando em cima, o que tem um monte de isca artificial e bóia pendurada, antigo Lago Vip. Depois disso mudamos para o lago anexo, aquele que fica perto da entrada, atrás do lago do castelinho, lá as ações foram muitas, todas da mesma maneira, lambari vivo na bóia, mas atentem que o lambari tem que estar vivo, se ele parar de se mexer o máximo que vai entrar são as trairás, aliás, pegamos muitas delas também. Foram muitas ações o dia inteiro. Antes de ir embora ainda fomos novamente ao lago principal atrás das piras e a vez foi das salsichas, incríveis 10 linhas estouradas ainda conseguimos tirar mais duas belas pirararas, o Poser fechou a pescaria com chave de ouro E é isso amigos, como sempre eu digo, nada melhor que ficar na beira do lago principal do Castelinho a madrugada inteira contando piadas e mentira com os amigos e claro pegando as pirararas gigantes.

























Quero agradecer também mais uma vez ao Beto e ao Alexandre que como sempre fizeram da nossa estadia no Castelinho um sonho de qualquer pescador. Um abraço a todos amigos pescadores E boas pescarias Marcel Texto : Marcel nakashima Fotos : Marcel , Poser e Rafinha AGRADECIMENTOS Pesqueiro Castelinho


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