Pesqueiro Pantanosso – Muitas espécies e promessas de grandes brigas

Data: 16 de Setembro de 2008 Local: Pantanosso Pescarias - Mairinque – SP Ola amigos pescadores Estamos mais uma vez aqui para mostrar outra de nossas pescarias, desta vez visitamos o pesqueiro Pantanosso, que fica na cidade de Mairinque a apenas 40 minutos de São Paulo. Novamente fomos eu, o Poser e o Rafa, e desta vez levamos meu amigo Billy, grande pescador de tambas.


Chegamos ao pesqueiro e ainda estava fechado, então começamos a montar os equipamentos, cada um montou três equipamentos, basicamente uma vara para cevadeira, uma vara com torpedinho e ou uma de fundo ou uma de cabeçuda, mas cada equipamento eu explico mais para frente. Assim que o pesqueiro foi aberto pegamos as plataformas 4, 5 e 6, afim de buscar os grandes tambas que no pantanosso chegam facilmente aos 25 kilos ou mais. Começamos todos cevando, e esse pesqueiro tem uma peculiaridade, o arremesso tem que ser preciso, embaixo das arvores do outro lago do lago, pois é ali que batem os tambas.


E você ao chegar vai reparar que tem centenas de bóias que enroscaram nas arvores na margem oposta as plataformas, é uma cena engraçada e até bonita. Assim que começamos a cevar os peixes começaram a subir, porém não estavam entrando, a boinha baixava mas eles refugavam as miçangas. Montamos as varas com chicote de 2 metros e boinha a 10 cm do anzol, usamos miçanga branca e café com leite. Como estavam refugando muito as miçangas tentamos com ração na pinga, e logo o primeiro peixe apareceu. Um pequeno pacu veio nos dar as boas vindas. Tentamos Também foguetinhos com salsicha, massa e até dango (beijinho), e entraram alguns exemplares variados, usamos varias alturas de chicote no foguetinho, mas o que deu mais resultado foi salsicha que afunda com chicote curto. As matrinxãs e pacus estavam atacando sem dó.


Eu e o rafa optamos montar o terceiro equipamento para carpa cabeçuda, pois as cabeçudas do pantanosso são famosas pelo gigantesco tamanho, chegando a mais de 40 quilos. Montamos então dois equipamentos, o meu a 50cm e o do Rafa a 20cm. Como isca usamos massa farofa do Carlão banana com mel. Logo uma bóia sumiu e foi só esperar a linha esticar e começar a briga, sempre lembrando os amigos que na pesca de carpa cabeçuda não é necessário uma confirmada forte, apenas um pequeno toque pois geralmente a cabeçuda se fisga sozinha, e por ela ter a boca muito frágil uma fisgada mais forte pode arrebentar a boca do peixe.



O Poser e o Billy resolveram montar o terceiro equipamento para pintados, usando anzol médio direto na linha sem encastoado ou líder e usaram como isca salsicha flutuante e de fundo. O poser perdeu vários peixes, pois deixou a vara armada um pouco longe enquanto tentava com a cevadeira e quando o sininho tocava ele corria pra pegar a vara mas sempre o peixe já tinha se entocado no meio das madeiras. Mas um ele conseguiu tirar e foi para a foto. Era um pequeno pintadinho pego na salsicha flutuante a 2 metros da plataforma. E durante o dia muito peixe subia na ceva, porem poucos entravam nas iscas. Mas a variedade foi grande, tilapias, matrinxãs, pequenos tambas e pacus… As matrinxas não perdoavam a salsicha flutuante na bóia com chicotinho de 1 metro. Foram pegos bons exemplares.